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Perseguido, mas não derrotado

EDIÇÃO: 38 – 3º Trimestre – Ano: 2020 – Editora: BETEL

LIÇÃO – 13 – 27 de setembro de 2020                   

TEXTO ÁUREO

“Em Deus louvarei a sua palavra; em Deus pus a minha confiança e não temerei; que me pode fazer a carne?” Salmo 56.4

VERDADE APLICADA

Uma firme confiança no Senhor e um viver convicto na verdade do Evangelho são fundamentais para não sucumbirmos diante das crises.

INTRODUÇÃO

– Professor(a), esta lição você poderá mostrar como nós sempre seremos perseguidos pela nossa fé. Poderá ensinar que nem sempre teremos paz com o todos, haverá momentos em que nossa fé vai ser motivo de perseguição.

– “Cristo lhe deu forças para enfrentar as prisões, açoites e perseguições”, no período em que Paulo pregou o Evangelho somente às custas de sangue e sofrimento seria possível fazer essa obra, por isso os crentes precisavam de muita força para a caminhada, só Jesus podia dar essa força.

I. UM CHAMADO EM MEIO ÀS PERSEGUIÇÕES

1. Uma transformação milagrosa.

– “De maneira repentina Paulo abandona a sua agressividade”, sabemos que a fama de Paulo ainda continuou por algum tempo, foi necessário ele sair do cenário, se isolar por um tempo, para meditar e se aprofundar no conhecimento de Cristo.

– “necessitam refletir na sociedade em que vivem o perfeito caráter de Cristo”, essa deveria ser a máxima da pregação do Evangelho na nossa sociedade. Mas o que vemos são escândalos em cima de escândalos. É necessário que a geração atual se levante para lutar contra esse modelo de evangelho vigente. O Evangelho que busca mais emoção do que conhecimento, e que busca práticas voltadas para o destaque individual ao invés de valorizar o coletivo do povo de Deus.

2. Sua missão era maior do que sua dor.

– “A vida de Paulo nos ensina que ser cristão não é brincadeira”, por algum tempo foi muito forte no Brasil a pregação do Evangelho triunfalista, onde a mensagem principal era de que o crente é vencedor sobre o mal, que devemos determinar sobre nosso sofrimento e seremos vitoriosos. Mas olhando a vida de Paulo, essas concepções triunfalista caem por terra.

3. A luz brilhou nas trevas.

– “é a sua entrega incondicional ao Senhor”, quer dizer que Paulo deixou tudo, sonhos pessoais, ideia de casamento, deixou a promissora carreira no farisaísmo, pois se ele conseguiu ter cartas das autoridades para prender cristãos, então ele não era um fariseu qualquer.

– “a lei estabelecia que um homem pendurado num madeiro era maldito de Deus”, aqui o comentarista está forçando o argumento, pois não se sabe se Paulo tinha realmente essa visão de Jesus, o que sabemos é que Paulo acreditava realmente que os cristãos prejudicavam as doutrinas da Lei, porque os crentes afirmavam que Jesus era o Filho de Deus e isso para o farisaísmo era uma blasfêmia sem medida. 

II. SOCORRO EM TEMPO DE CRISE

1. Crise política.

– “A Igreja Primitiva enfrentou diversas perseguições”, a fé cristã cria fiéis à Cristo, que seguem os ensinamentos dos pastores e líderes, o problema é que as autoridades políticas e religiosas de todas as regiões da terra, sempre temeram essa fé que transforma os corações, a pregação do Evangelho sempre libertou o povo de ser massa de manobra dessas autoridades. 

– “o imperador Nero acusou os cristãos pelo incêndio”, na igreja primitiva foram três fontes de perseguição, primeiro pelos religiosos judeus, depois da autoridade judaica, o rei Herodes e em seguida a praticada pelos imperadores romanos.

2. Crise econômica.

– “O amor por seus irmãos em Cristo induziu Paulo a organizar uma coleta”, aqui nós vemos como Paulo viu na situação difícil dos seus irmãos, a oportunidade de praticar o amor, de dar o exemplo e de evangelizar. Crises como esta da pandemia, pode ser a oportunidade de nos unirmos e praticar o bem.

– “fez com que muitos servissem a Cristo pelo exemplo dos fiéis.”, no livro de Atos vemos o exemplo dos irmãos de Jerusalém que fazia com que o povo da cidade admirasse os cristãos. Isso é a chamada pregação sem palavras. At 4.35

3. Crise espiritual.

– “estavam mais preocupados com o seu ganha-pão do que com sua fé”, o que dava lucro para eles eram as imagens que vendiam, mas a pregação do Evangelho fazia como que muitos deixassem de comprar as imagens de ídolos e por isso eles começaram a ter prejuízo.

III. A PROVISÃO DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS

1. Devemos confiar no Senhor.

– “um espírito de adivinhação, que dava grande lucro aos seus senhores”, mais uma vez o problema do apego ao dinheiro. O problema é que alguns cristãos hoje, enxergam na prática da fé, uma forma de ganhar dinheiro. Estes são os mercenários semelhantes aos adoradores da deusa Diana.

– “As circunstâncias não os impediram de ser uma bênção”, convém lembrar que os dois eram uma bênção, e não somente Paulo, como sugere uma certa música gospel, ao simular um diálogo, onde Silas aparece reclamando e Paulo o exorta a cantar. Isso é lamentável.

2. Nada pode nos separar do amor de Cristo.

– “Se louvarmos a Deus em meio às nossas crises…deixaremos de ser pessoas tristes”, quando louvamos a Deus, começamos a notar a grandeza do Seu amor, Sua bondade e tudo o que Ele já fez por nós. Com isso ficaremos mais agradecidos e automaticamente nos alegraremos no Senhor e assim seremos mais felizes, mesmo em meio à crise.

3. Não deixe o medo destruir seus sonhos.

– “uma expressão emocional própria do ser humano”, ou seja, o medo é uma defesa do corpo e serve para nos impedir de avançar diante do perigo e assim preservar a nossa vida.

– “Devemos ter em mente que o medo em demasia impede as bênçãos”, como o medo serve para nos fazer parar diante da situação de risco, então o excesso dele, nos faz parar diante de qualquer situação e isso é ruim para o servo de Cristo.

Postado por: Pr. Ademilson Braga

Fonte: Editora Betel

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