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O que devo fazer para ser missionário? PARTE – 2

O que devo fazer para ser missionário? PARTE – 2

Hoje nós temos as melhores possibilidades de conhecer mais este mundo do que aqueles que viveram nos séculos passados. Existem por aí muitas bibliotecas, universidades, revistas e inúmeras outras fontes de informações que estão abarrotadas de conhecimento sobre tudo que há debaixo do sol. Com o toque de um botão, a televisão, o rádio e o cinema trazem até nós as últimas descobertas, de todas as partes. E nós mesmos, em poucas horas, podemos ir aos lugares mais remotos e ver e ouvir coisas que até alguns anos atrás eram segredos selados, a respeito de tribos e nações, de línguas e culturas, animais e plantas, a respeito do clima, selvas, doenças e um milhão de outras coisas.

Temos que estar sempre estudando, aprendendo; temos que ser curiosos, sempre inquirindo. Faça muitas perguntas a respeito de tudo. Abra bem os olhos, ouvidos e mente para captar tudo que puder sobre este nosso mundo complexo, temível e maravilhoso. Foi este mundo que Jesus chamou de nosso “campo”. Assim como um lavrador diligente cuida de seu campo, assim também um bom missionário deve examinar cuidadosamente e cultivar seu mundo com toda a diligência.

6. Ter um oficio especifico. Aprenda uma profissão. Procure ter uma boa qualificação num ramo de trabalho. Aprenda a fazer alguma coisa de útil, pela qual possa servir e auxiliar a outros. Mas não fique no meio do caminho, fazendo isso de má vontade. Quem resolver ser enfermeira, professor, bibliotecário, assistente social, contador, pregador ou anfitrião da casa-sede de uma missão em algum pais estrangeiro, deve procurar obter a melhor formação profissional possível, e dedicar-se a essa preparação com todo o seu empenho.

Esteja certo de que, se Deus o chamou e tem o controle total de sua vida, no momento certo ele o colocará onde deseja que você esteja. Existem inúmeras oportunidades de trabalho, e essas portas estão à disposição dos interessados, revelando que há uma grande necessidade de missionários em todo o mundo, para executarem todo tipo de trabalho.

Até alguns anos atrás, pensava-se que um missionário tinha de ser ou pregador, ou obreiro da igreja, ou médico ou enfermeira, ou professor. Mas no currículo de um missionário hoje em dia encontra-se qualquer coisa, desde livreiros até fabricantes de massas, mecânicos e lavradores. A tarefa do obreiro é tão complexa que oferece oportunidade de trabalho para pessoas com muitos tipos de especialidade.

7. Participar de uma igreja ativa. A fé cristã e nossa vida em Cristo são realidades muito pessoais, mas de modo algum particulares. Pertencem a uma corporação. E o serviço que o crente presta sob o poder e a autoridade de Cristo também se enquadra nessa verdade.

O apóstolo Paulo explicou isso muito bem quando disse o seguinte, em I Coríntios 12.12: “Porque assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.”

E Paulo continua com o mesmo raciocínio afirmando que nenhum membro do corpo pode operar sozinho, mas apenas como parte de um todo. E também nenhum membro pode agir por sua própria cabeça, mas somente em harmonia com os outros órgãos do corpo.

Muitos missionários não dão atenção a este fato, e dizem, com relação a outros missionários: “Não precisamos de ti.” (I Co 12.21.) Mas mais cedo ou mais tarde, seu trabalho se esfacela, e os restos deste trabalho individual se espalham por todo o mundo.

Jesus não trabalhou sozinho, mas com um grupo. Paulo também não trabalhou sozinho, mas com um bom número de outros obreiros. Toda obra missionária que deu frutos, por toda a terra, é sempre resultado de um trabalho de conjunto.

Quem quiser ir para outras terras tem que aprender isso, antes de ir. E o lugar certo para aprender é o núcleo de uma igreja cristã onde homens e mulheres oram em grupo, ouvem a Palavra de Deus, testemunham de sua fé, carregam as cargas uns dos outros, sofrem juntos, alegram-se juntos e recebem o auxílio do Espírito Santo por intermédio uns dos outros.

Ninguém pense que poderá se sair bem se desprezar essas coisas. Mas não pense também que essa comunhão se limita a assistir ao culto e depois ir embora para casa. E não pense que trabalhar em organizações de jovens apenas já oferece condições para comunhão espiritual.
Quem ficar apenas nisso, não permanecerá muito tempo como missionário.

 

Aguarde! Continuação – PARTE-3

 

 

Postado por: Pb. Ademilson Braga

 

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