You Are Here: Home » Artigos » Adolescentes » Eu quero e faço – PARTE I

Eu quero e faço – PARTE I

Eu quero e faço – PARTE I

Introdução

Quando um jovem está se preparando para entrar numa universidade, ou mesmo estudando num curso superior, a prioridade nessa fase é correr em busca dos ideais. Essa é a fase de ocupar a mente com projetos nobres e dignos. Veja com atenção o que a Bíblia diz no livro de Isaías 32.8: “O nobre projeta coisas nobres e, na sua nobreza perseverará”

Deus e você

É possível que você já tenha orado pelos seus objetivos. Se não, comece já a orar. Esse é o primeiro e mais importante passo no início de uma longa caminhada.

Pela oração pedimos para Deus, também, os meios para conseguirmos algo que necessitamos. “E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.” Mt 21.22.

Para obter resposta na oração, também caminham juntos necessários procedimentos de quem ora: Vontade e Ação.

Deus prefere também a sua participação no processo em algum pedido que você venha fazer (Jo 9.7; Lc 18.41,42). Para se alcançar objetivos, para se receber algo específico, é necessário a ação de duas pessoas: DEUS e VOCÊ. Dois procedimentos importantes para serem aplicados, o “querer” e o “realizar”, conforme os termos utilizados pelo apóstolo Paulo aos Filipenses como decisivos na busca de ideais. Fl 2.13 diz: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”

A vontade decide

Ninguém chega a lugar nenhum se não existir vontade, que é o desejo determinado. Quando se buscam ideais, o despertar da vontade se apresenta como uma exigência.

Não se assuste com o termo que agora vamos usar: Fé estéril. É isso mesmo. Fé estéril é uma fé que não gera resultados. Não se preocupe porque esse conceito não é novo. O escritor bíblico , Tiago, foi quem ousou expressar esse conceito dizendo: “…a fé sem obras é morta,” E ainda: “…mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.” E ainda Tiago questionou: “Tu crês que há um só Deus? Fazes bem. Mas os demônios também o crêem…”

Você crê na presença de Deus em sua vida? Sim? E se falta algo para que sua fé gere resultados?

Voltemos ao que diz a Palavra de Deus em Pv 10.24, e em Fp 2.13. Tanto um texto quanto outro tratam da questão da importância da vontade na vida espiritual.

Sua vontade faz a diferença. Empenhar-se com vontade na busca de ideais, é um procedimento também espiritual e decisivo. Deus opera junto, ou, na própria vontade do crente. A fé, portanto, deve ser acompanhada da vontade. Se não houver interesse, disposição, a fé torna-se estéril. Isso significa: sem resultados. A vontade é importante no momento que ela o
impulsiona e o joga em direção ao alvo proposto.

A vontade do cego

A vontade supera a possibilidade de se instalar a incredulidade. O será?” deixa de existir.

A Bíblia conta que havia um cego que tinha muita vontade de ser curado. Ele viu Jesus passando. Nisso ele foi incentivado pelos que estavam à sua volta a se aproximar de Jesus. A Bíblia conta que o cego “lançou de si a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus”, Mc 10.50.

Vemos nesse episódio que a vontade de ser curado teve um efeito que o fez andar em direção à sua bênção. “…Ievantou-se e foi ter com Jesus”, Mc 10.50b. Enquanto ele caminhava em direção ao Mestre, o Senhor Jesus perguntou-lhe: “Que queres que eu te faça?” Mc
10.51. Era óbvio que o cego queria ser curado. Quando Jesus fez essa pergunta ao cego, podemos entender que o Mestre pretendia eliminar o desânimo e qualquer resquício de incredulidade.

Se a pessoa tem vontade, ânimo, entusiasmo, a fé tem terreno fértil para germinar e gerar resultados (milagres). E, assim aconteceu. O cego respondeu: “Mestre, que eu tenha vista”, Mc
1O.51b. Em outras palavras: “Mestre, eu quero ver!” E o cego foi curado.

 

Pr. Ademilson Braga

 

Compartilhe!

Deixar um comentário

© Seara de Cristo - Todos os direitos reservados.

Scroll to top