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“Pedi a Deus que aquela maldita dor parasse”

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Sempre fui uma pessoa saudável. Até que em junho de 2008, tive um sério problema na coluna que fez com que minha vida mudasse completa­mente. As dores que começaram tími­das aumentaram; quando dei por con­ta estava muito debilitada, sem poder fazer os mínimos movimentos. Tive que parar de trabalhar e já não podia cuidar dos meus filhos. Fui aos melho­res especialistas, fiz tratamentos, mas não adiantava. Até que foi indicada uma cirurgia. Fiquei desesperada, afi­nal, trata-se de um procedimento sério e de muitos riscos.

Após o diagnóstico, foram meses de lágrimas e depressão; decidi não operar. Já não tinha paciência com meus filhos e meu marido pratica­mente não tinha mulher. Ele se tornou um homem distante, já não existia o amor de antes. Um dia, no auge das mi­nhas dores, de que os remédios já não davam conta, ouvi uma oração muito especial na rádio. Era como se aquele homem estivesse falando comigo. Hoje sei que era Deus.

Durante a oração, o pastor pediu que colocássemos as mãos no local da enfermidade. Eu lembro que falei: ‘Deus, não consigo, pois estou entrevada; por favor, faça essa dor cessar.’ Após a oração, eu adormeci e quando acordei não estava sentindo dor alguma. Mas só dei conta disso quando me olhei no espelho e penteei os meus cabelos, movimento que já não conseguia fazer porque me causava muita dor.

Naquela noite, fiquei mais animada, brinquei com as crianças e conversei com meu marido. Percebi o quanto aquela enfermidade provocara um distancia­mento entre nós. No outro dia, liguei o rádio e fiquei escutando a programação. Perguntei à minha empregada se ela co­nhecia aquela Igreja e ela disse se tratar da Igreja Universal; falou do Senhor Je­sus, que Ele poderia me curar e me levou à IURD, embora ela pertencesse a outra denominação evangélica.

Desde esse dia, minha vida mudou, fiz a corrente da cura e aos poucos aquela maldita dor sumiu. Meu marido perce­beu a minha mudança e foi para a Igreja também. Aquele esfriamento em nosso relacionamento acabou. Curada, voltei a ser uma mulher ativa, dedicada à família. Não sou mais aquela caixa de dores e tive um verdadeiro encontro com Deus. A programação da Rede Aleluia faz parte da minha vida; sou fã dos testemunhos, ora­ções e canções que edificam nossas vidas.

 

Ana Amélia / Curitiba

Por email

 

Fonte: Revista A Visão da Fé

 

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