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O Sal não salga no saleiro e a luz só ilumina a escuridão

A Palavra de Deus nos convoca para sermos sal da terra(carne) e luz do mundo(trevas), mas muito têm medo de sair de dentro de Igreja e ir na casa dos Zaqueu e ali se perderem vendo as prostitutas, as jogatinas, a bebedices. Jesus era chamado por muitos de glutão e beberrão, porque ia onde o pecador estava, no lamaçal, e dali arrancava o peixe. A sua santidade fazia Ele ter segurança e ir sem medo, sabendo ser Ele o sal que ia contagiar e não carne que seria contagiada. Como disse Paulo: me faço como se fosse pecador para ganhar os pecadores. A melhor tradução que temos para o Ide é Indo, significando que onde estamos devemos “fazer a diferença“ e essa mudança a ser notada em nós não são os modelos de gravatas, o comprimento das saias ou o estilo dos cabelos, a embalagem não provoca mudanças, aliás ela é lançada fora assim que consumismo o produto, nem as cascas dos alimentos costumam ser consumidas, antes o interior é absorvido. Santidade não é uma vestimenta, Jesus foi crucificado “semi nu“ e não diminuiu sua ligação com Deus, santidade é estar conectado a Deus, recebendo a influência, a seiva, assim como os galhos recebem da Videira a Vida, e portanto, estar habilitado a ir em qualquer lugar e ali ser o que de fato se é: imitador de Cristo, fruto do Salvador, pequeno Cristo, pequeno Salvador ao contar a Boa Notícia. Somos chamados para Salvar o mundo, não mais pelo sacrifício, esse já foi feito pelo Messias, mas pela pregação do feito a todas as criaturas da terra.

A Igreja precisa chorar com os que choram e rir com os que se alegram, ir aos velórios e festas, se fazer de bobo para ganhar o tolo, porque o homem que ainda não sabe usufruir da dádiva de estar acessado diretamente ao Seu Criador, é um tolo, um perdido, alguém que não sabe de fato para que veio a terra e o que está fazendo da vida que lhe foi concedida.

A Igreja precisa estar nas favelas, no meio dos catadores de reciclagem, no meio dos sem teto, no meio dos estudantes, até mesmo, se for preciso, na portaria de um motel, cercando a carne e salgando, atravessando as regiões de trevas(pecado) com a luz e tirando as pessoas das mãos daquele que as estraga por não terem sal e as cega por não terem luz para ver. A Igreja precisa deixar de lustrar os bancos, fazer cultos todos dias e dizer que são para adorar a Deus, quando não fazem o que de fato Deus quer que façam e por isso deu Seu Único Filho, para Salvar, Pescar almas de homens, invadir o território da sujeira e tirar de lá pessoas sujas e as levar para lavar nas águas do batismo…aleluia!!!

A Igreja/Templo, o monte, a comunhão, a ceia, são momentos onde como carros vamos aos postos de gasolina e ali pegamos o combustível, trocamos o óleo, os filtros, calibramos os pneus, pagamos com dízimos e ofertas, mas a finalidade é pegar a estrada e destino tem que ser onde a ovelha perdida está e o trabalho deve ser buscar ela, limpar, falar do Amor de Deus, preparar como quem fabrica mais um carro para se colocar a serviço do Reino. Vrummmmm… vamos buscar os perdidos Igreja!!! aleluia!!!

 

 

Extraído

 

 

Postado por: Pb. Ademilson Braga

 

 

 

 

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