{"id":8921,"date":"2022-07-25T08:36:24","date_gmt":"2022-07-25T11:36:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=8921"},"modified":"2022-07-23T21:46:36","modified_gmt":"2022-07-24T00:46:36","slug":"quem-segue-a-cristo-anda-na-pratica-do-perdao-e-do-amor","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/quem-segue-a-cristo-anda-na-pratica-do-perdao-e-do-amor\/","title":{"rendered":"Quem segue a Cristo anda na pr\u00e1tica do perd\u00e3o e do amor"},"content":{"rendered":"<p><strong>EBD \u2013 <\/strong>Jovens<strong> &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 82 <\/strong>&#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2022 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 05 <\/strong>\u2013 31 de julho de 2022<\/p>\n<p><strong>TEXTO PRINCIPAL<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, o senhor daquele servo, movido de \u00edntima compaix\u00e3o, soltou-o e perdoou-lhe a d\u00edvida.\u201d <strong>(Mt 18.27)<\/strong><\/p>\n<p><strong>LEITURA SEMANAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda-feira <\/strong>\u2013 II Ts 2.12<br \/>\nA humanidade sem Deus<br \/>\n<strong>Ter\u00e7a-feira <\/strong>\u2013 Tt 2.14<br \/>\nA finalidade do perd\u00e3o<br \/>\n<strong>Quarta-feira <\/strong>\u2013 Sl 77.11<br \/>\nA mem\u00f3ria do bem do Senhor<br \/>\n<strong>Quinta-feira <\/strong>\u2013 Mc 11.25<br \/>\nO perd\u00e3o, distintivo do crist\u00e3o<br \/>\n<strong>Sexta-feira <\/strong>\u2013 At 2.44<br \/>\nAmor e miseric\u00f3rdia<br \/>\n<strong>S\u00e1bado <\/strong>\u2013 I Jo 4.8<br \/>\nUma exist\u00eancia de amor<\/p>\n<p><strong>TEXTO B\u00cdBLICO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Mateus 18.31-35<\/strong><\/p>\n<p>31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.<br \/>\n32 Ent\u00e3o, o seu senhor, chamando-o \u00e0 sua presen\u00e7a, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela d\u00edvida, porque me suplicaste.<br \/>\n33 N\u00e3o devias tu, igualmente, ter compaix\u00e3o do teu companheiro, como eu tamb\u00e9m tive miseric\u00f3rdia de ti?<br \/>\n34 E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, at\u00e9 que pagasse tudo o que devia.<br \/>\n35 Assim vos far\u00e1 tamb\u00e9m meu Pai celestial, se do cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o perdoardes, cada um a seu irm\u00e3o, as suas ofensas.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Nossa sociedade est\u00e1 espiritualmente adoecida. Um sintoma desse quadro terr\u00edvel \u00e9 a falta de amor, profeticamente anunciada por Cristo, e a express\u00e3o m\u00e1xima dessa car\u00eancia de amor est\u00e1 na promo\u00e7\u00e3o da vingan\u00e7a em detrimento do perd\u00e3o. O amor verdadeiro se materializa em atos de perd\u00e3o, que se recebe e que se doa. Ent\u00e3o, para termos uma transforma\u00e7\u00e3o social, precisamos estabelecer o perd\u00e3o como princ\u00edpio fundamental das rela\u00e7\u00f5es interpessoais.<\/p>\n<p><strong>I \u2013 UMA PAR\u00c1BOLA SOBRE A GRA\u00c7A IMERECIDA<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- A d\u00edvida era impag\u00e1vel do ponto de vista humano.<\/strong> A primeira parte da par\u00e1bola do credor incompassivo desnuda a miser\u00e1vel condi\u00e7\u00e3o de toda a humanidade: \u00e9ramos todos devedores de um d\u00e9bito imposs\u00edvel de ser saldado. O dom\u00ednio do pecado sobre n\u00f3s era pleno. Portanto, por si mesmo, isto \u00e9, por seus m\u00e9ritos ou estrat\u00e9gias, a humanidade jamais conseguiria romper o ciclo maldito de escravid\u00e3o e repeti\u00e7\u00e3o do mal. A cegueira espiritual fez-nos desejar o mal e odiar o bem (II Ts 2.12); nos comport\u00e1vamos de maneira tola, com uma arrog\u00e2ncia t\u00edpica de quem est\u00e1 t\u00e3o perdido e que n\u00e3o sabe nem por onde come\u00e7ar (Rm 1.29-32).<\/p>\n<p>Somente uma interven\u00e7\u00e3o deliberada e graciosa de Deus poderia oportunizar um futuro diferente do Inferno para cada uma das filhas e filhos de Ad\u00e3o (Tt 2.14). A boa not\u00edcia de Cristo \u00e9 exatamente esta: O perd\u00e3o nos foi concedido por quem, em primeiro lugar, hav\u00edamos ofendido em todos os nossos atos pecaminosos, ou seja, pelo pr\u00f3prio Deus. N\u00e3o foi o pedido desesperado do devedor que mudou o estatuto espiritual em que ele vivia; foi o bondoso cora\u00e7\u00e3o do Rei do Universo.<\/p>\n<p><strong>2- A compaix\u00e3o de Deus<\/strong>. Essa \u00e9 a fonte de toda a esperan\u00e7a que devemos ter na vida: a grande compaix\u00e3o divina que n\u00e3o nos mede por nossos atos inconsequentes cometidos sob o controle do Maligno, mas nos olha a partir da \u00f3tica do amor (Ef 2.4,5). Louvemos ao Deus Criador que, mesmo sendo o soberano do Universo, se permite comover diante de nossos sofrimentos e ang\u00fastias (Mt 18.27: Mc 1.41). Essa \u00e9 a \u00f3bvia conclus\u00e3o a que chegamos, ao analisar a par\u00e1bola do credor sem miseric\u00f3rdia; somente um Deus rico em miseric\u00f3rdia poderia tratar aqueles que n\u00e3o tinham valor algum como pessoas dignas de respeito, aten\u00e7\u00e3o e perd\u00e3o (Sl 145.8). Essa \u00e9 a vida que Ele preparou para n\u00f3s, uma exist\u00eancia de restaura\u00e7\u00e3o, liberdade e compaix\u00e3o (Mc 5.19).<\/p>\n<p><strong>3- O Reino dos C\u00e9us como lugar de viv\u00eancia do perd\u00e3o<\/strong>. Deus nos convida para uma experi\u00eancia plena de perd\u00e3o. O cora\u00e7\u00e3o do Senhor est\u00e1 voltado para nos oferecer uma vida, na qual a miseric\u00f3rdia seja uma constante e n\u00e3o apenas um pico de emocionalismo. Quando aquele homem da par\u00e1bola saiu da presen\u00e7a do seu senhor, n\u00e3o havia mais nada a dever, nenhum tipo de d\u00e9bito passado que seria cobrado no futuro. Essa \u00e9 a marca inconfund\u00edvel do perd\u00e3o do nosso Deus: Ele tem o poder de mudar nossas vidas, mas isso n\u00e3o se realiza de modo autom\u00e1tico, arbitr\u00e1rio, \u00e0 revelia daquele que foi perdoado. Nosso desafio di\u00e1rio \u00e9 viver o perd\u00e3o divino em todos os n\u00edveis e em todas as formas de nos relacionarmos.<\/p>\n<p>Compreendamos, ent\u00e3o, que o amor que foi manifesto na cruz do Calv\u00e1rio&nbsp;tem poder de nos salvar por meio do perd\u00e3o. Por\u00e9m, nos salva para uma trajet\u00f3ria que se constitui para a gl\u00f3ria de Deus. Se, por uma decis\u00e3o pessoal inconsequente, resolvemos praticar de modo sistem\u00e1tico e deliberado algo que n\u00e3o espelhe a gra\u00e7a e o perd\u00e3o divino, rompemos nosso relacionamento com Deus, e voltamos \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de miser\u00e1veis rebeldes (Hb 8.12; 10.17).<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>II \u2013 CONSEQU\u00caNCIAS DO PERD\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- Somos perdoados para amar<\/strong>. Para que Deus nos perdoou? Se o Eterno nos concedeu o livramento de n\u00e3o sermos eternamente condenados ao Inferno, o que Ele espera de n\u00f3s? Se quisermos utilizar a par\u00e1bola de Mateus 18.23-34 como chave-de-leitura para essa quest\u00e3o, a resposta seria amor. Sim, o Criador nos ofereceu perd\u00e3o para que uma vez experimentando a verdadeira vida, livre do peso do pecado e da morte, sejamos praticantes daquilo que \u00e9 o prop\u00f3sito de nossa exist\u00eancia: a pot\u00eancia do amar (I Jo 4.8). O fracasso da personagem perdoada pelo seu senhor se expressa no fato dele n\u00e3o ter correspondido com amor quando isso lhe foi exigido, N\u00e3o era uma quest\u00e3o de falar a respeito do amor, de discursar sobre miseric\u00f3rdia, mas de p\u00f4r em pr\u00e1tica, de encarnar relacionalmente a amplitude do milagre que \u00e9 ser amado e perdoado pelo bondoso Deus (Mc 11.25).<\/p>\n<p><strong>2- O dever de desenvolver uma mem\u00f3ria compassiva.<\/strong> Muitas pessoas vivem presas em terr\u00edveis ego\u00edsmos, gente que quer ser tratada com o m\u00e1ximo de paci\u00eancia poss\u00edvel, mas n\u00e3o \u00e9 capaz de fazer o mesmo com os outros. Na par\u00e1bola, o perdoado pelo rei, diante da vida nova que ganhou, insistiu em viver conforme os antigos padr\u00f5es e essa foi sua ru\u00edna. Jamais nos esque\u00e7amos da situa\u00e7\u00e3o desgra\u00e7ada da qual fomos resgatados, e somente assim poderemos oferecer a outras pessoas aquilo que temos recebido de Deus (I Jo 5.1; I Pe 2.17). Essa ent\u00e3o \u00e9 a b\u00ean\u00e7\u00e3o de uma mem\u00f3ria compassiva, isto \u00e9, de uma mente que se lembra de modo constante das maravilhas que o Alt\u00edssimo fez por cada um de n\u00f3s (Sl 77.11).<\/p>\n<p>Nossa forma de olhar, depois da experi\u00eancia do perd\u00e3o, deve ser completamente guiada pela m\u00e9trica do amor. Assim, n\u00e3o devemos mensurar os outros por aquilo que recebemos deles, como se a vida fosse uma eterna negocia\u00e7\u00e3o interesseira, ou por aquilo que podemos extrair desse relacionamento, como se f\u00f4ssemos sugadores de vida, alegria e riquezas dos outros. O Evangelho nos convida para uma exist\u00eancia de amor e empatia.<\/p>\n<p><strong>3- As exig\u00eancias de uma vida perdoada.<\/strong> Existe um tipo de pseudo evangelho&nbsp;muito comum em nossos dias. Nele, as pessoas advogam a tese absurda de que o perd\u00e3o \u00e9 uma carta de alforria para se tornar qualquer coisa, inclusive, causador de sofrimento nos outros. Isso \u00e9 um completo absurdo, e \u00e9 \u00f3bvio que n\u00e3o se propaga assim, de modo t\u00e3o expl\u00edcito. Em nossos dias muitos aprisionam pessoas em sua infantilidade espiritual, prendendo-as a invejas, gan\u00e2ncia e arrog\u00e2ncia (Mt 7.5).<\/p>\n<p>A distor\u00e7\u00e3o do amor de Deus se estabelece assim: invoca-se a gra\u00e7a de Deus como garantidora de uma vida de pecado, na desculpa de que o perd\u00e3o nos faz imunes \u00e0s consequ\u00eancias de nossas irresponsabilidades (Rm 3.3-7). Ser disc\u00edpulo de Cristo exige de n\u00f3s um cora\u00e7\u00e3o que se converta a Deus em tudo, o tempo todo (Lm 5.21). O personagem da par\u00e1bola perdeu tudo, n\u00e3o em virtude de sua d\u00edvida impag\u00e1vel, mas porque seguiu seu cora\u00e7\u00e3o perverso. Uma vez perdoados, \u00e9 nosso dever ser santos, cheios de compaix\u00e3o e miseric\u00f3rdia para com todos.<\/p>\n<p><strong>III \u2013 SEGUINDO O AMOR DE JESUS<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- Amar, o fundamento do crente. <\/strong>Sejamos objetivos: se existe algo que voc\u00ea faz em sua vida e n\u00e3o carrega a marca do amor, o distintivo da gra\u00e7a, abandone-o. N\u00e3o importa onde seja, na igreja, em fam\u00edlia, na universidade, trabalho, aquilo que voc\u00ea faz e n\u00e3o expressa a majestade do amor divino deve ser nomeado de inutilidade e, muito provavelmente, definido como pr\u00e1tica pecaminosa. Essa \u00e9 a amplitude do amor nas nossas vidas, que se constitui como o elemento balizador de todas as nossas atitudes e escolhas. Se o amor n\u00e3o cabe em alguma decis\u00e3o que pretendemos tomar, ela simplesmente n\u00e3o deve sequer constar como uma alternativa \u00e0s nossas vidas. Os crist\u00e3os devem ser conhecidos exclusivamente pelo amor, pela insist\u00eancia de tentarem se comportar como o bendito Cristo, ou seja, vivendo pelo e para o amor (I Co 13.1-3).<\/p>\n<p><strong>2- As formas de amar. <\/strong>N\u00e3o existe amor a Deus que abandone os filhos dEle com quem convivemos. N\u00e3o h\u00e1 amor ao pr\u00f3ximo que exclua os valores eternos e o pr\u00f3prio Alt\u00edssimo da equa\u00e7\u00e3o afetiva. Um \u201camor\u201d que se fundamenta na iniquidade n\u00e3o passa de um embuste libertino praticado por pessoas que, desejosas de fugir de suas consci\u00eancias cansadas por suas transgress\u00f5es cotidianas, procuram se \u201cdopar\u201d de fal\u00e1cias espirituais. Por outro lado, um amor que n\u00e3o se deixa afetar pelo sofrimento alheio, que ignora a ang\u00fastia dos pequeninos e fr\u00e1geis, \u00e9 puro farisa\u00edsmo. Somos exortados \u00e0 pr\u00e1tica do amor, experi\u00eancia que se estrutura simultaneamente, de modo vertical, em nosso relacionamento com o Rei que est\u00e1 assentado no trono, e de maneira horizontalizada em nossa comunh\u00e3o di\u00e1ria com as demais filhas e filhos de Ad\u00e3o. Quem proclama amor a Deus, mas odeia o pecador, o sofrido, n\u00e3o passa de pregoeiro de mentiras.<\/p>\n<p><strong>3- O amor como unidade, dualidade e multiplicidade<\/strong>. Lembremo-nos de que na narrativa do Evangelho de Lucas, a discuss\u00e3o sobre o primado do amor \u00e9 enriquecida com a c\u00e9lebre par\u00e1bola do Bom Samaritano (Lc 10.25-37). Nesta imagem b\u00edblica fica bem claro que os contempor\u00e2neos de Jesus conseguiam compreender bem a natureza singular do amor ao Deus \u00fanico de Israel (Dt 6.4), e tamb\u00e9m eram capazes de entender a natureza dual do \u00e1gape divino, que se expressa na certeza pessoal de que cada um de n\u00f3s tem de ser amado. Em resumo: entendemos o amor como experi\u00eancia, tamb\u00e9m como viv\u00eancia relacionada ao sermos individualmente tocados pela gra\u00e7a que nos ama. Este \u00e9 o problema central da par\u00e1bola, restava saber quem era o outro, o pr\u00f3ximo a ser amado. \u00c9 neste momento que Jesus condena todos os exclusivismos, pois o pr\u00f3ximo \u00e9 digno do genu\u00edno amor que vem do Redentor deve ser todos, independe de sua ascend\u00eancia \u00e9tnica, condi\u00e7\u00e3o social, erros pregressos ou estado atual.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O Cristianismo n\u00e3o \u00e9 um exerc\u00edcio te\u00f3rico; crer em Jesus significa assumir uma atitude propositiva diante do mundo de pecado e dor em que convivemos. Nossa f\u00e9 em Jesus Cristo, o Filho de Deus, se materializa nestas duas pr\u00e1ticas t\u00e3o nobres: amar e perdoar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>&nbsp;<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fonte: <\/strong>Editora CPAD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EBD \u2013 Jovens &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 82 &#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2022 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O \u2013 05 \u2013 31 de julho de 2022 TEXTO PRINCIPAL \u201cEnt\u00e3o, o senhor daquele servo, movido de \u00edntima compaix\u00e3o, soltou-o e perdoou-lhe a d\u00edvida.\u201d (Mt 18.27) LEITURA SEMANAL Segunda-feira \u2013 II Ts 2.12 A humanidade sem Deus Ter\u00e7a-feira \u2013 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8922,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,973],"tags":[1128],"class_list":["post-8921","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-e-b-d","category-jovens-cpad","tag-pratica"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8921"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8924,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8921\/revisions\/8924"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8922"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}