{"id":7975,"date":"2021-09-25T19:28:19","date_gmt":"2021-09-25T22:28:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=7975"},"modified":"2021-09-25T19:28:20","modified_gmt":"2021-09-25T22:28:20","slug":"malaquias-deus-se-importa-com-a-familia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/malaquias-deus-se-importa-com-a-familia\/","title":{"rendered":"Malaquias: Deus se importa com a fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>EBD \u2013 <\/strong>Jovens<strong> &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 38<\/strong>&#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2021 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 13 <\/strong>\u2013 26 de setembro de 2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO DO DIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>E dizeis: Por qu\u00ea? Porque o Senhor foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto.\u201d\u00a0\u00a0<strong>(Ml 2.13,14)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>AGENDA DE LEITURA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segunda-feira \u2013 Gn 2.24<\/strong><br>O casamento como um projeto de Deus<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ter\u00e7a-feira \u2013 Sl 128.3,4<\/strong><br>A fam\u00edlia regada pela\u00a0b\u00ean\u00e7\u00e3o divina<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quarta-feira \u2013 Pv 5.18<\/strong><br>A alegria do amor<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quinta-feira \u2013 Ef 5.25-28<\/strong><br>O amor como uma realidade familiar<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sexta-feira \u2013 Ef 5.31<\/strong><br>A comunh\u00e3o \u00edntima do casamento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e1bado \u2013 Tt 2.3-6<\/strong><br>A modera\u00e7\u00e3o na fam\u00edlia<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SINTESE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Honramos a Deus quando cumprimos os votos do casamento e satisfazemos o ideal de Deus para a fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO B\u00cdBLICO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Malaquias 2.10-13<\/p>\n\n\n\n<p>10 N\u00e3o temos n\u00f3s todos um mesmo Pai? N\u00e3o nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?<\/p>\n\n\n\n<p>11 Jud\u00e1 foi desleal, e abomina\u00e7\u00e3o se cometeu em Israel e em Jerusal\u00e9m; porque Jud\u00e1 profanou a santidade do SENHOR, a qual ele ama, e se casou com a filha de deus estranho.<\/p>\n\n\n\n<p>12 O SENHOR extirpar\u00e1 das tendas de Jac\u00f3 o homem que fizer isso, o que vela, e o que responde, e o que oferece dons ao SENHOR dos Ex\u00e9rcitos.<\/p>\n\n\n\n<p>13 Ainda fazeis isto: cobris o altar do SENHOR de l\u00e1grimas, de choros e de gemidos; de sorte que ele n\u00e3o olha mais para a oferta, nem a aceitar\u00e1 com prazer da vossa m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o da Septuaginta, Malaquias \u00e9 o \u00faltimo livro do Antigo Testamento. Sua posi\u00e7\u00e3o no c\u00e2non justifica-se pelo fato de ter sido a derradeira voz prof\u00e9tica no Antigo Testamento. Comumente, quando falamos desse livro pensamos em d\u00edzimos e ofertas. De fato, este tema foi muito bem abordado por Malaquias, no entanto, n\u00e3o foi o assunto principal de sua profecia. O livro aborda como assunto principal a sacralidade do relacionamento entre o indiv\u00edduo e Deus e entre o indiv\u00edduo e sua fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I \u2013 MALAQUIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Malaquias.<\/strong> Seu nome significa \u201cmeu mensageiro\u201d. Sabemos apenas que ele foi um profeta fiel que viveu em uma Jud\u00e1 p\u00f3s-ex\u00edlico. Ele foi contempor\u00e2neo de Neemias. Demonstrou sua fidelidade e devo\u00e7\u00e3o a Deus combatendo pr\u00e1ticas pecaminosas que eram consentidas em seu tempo. Embora a profecia n\u00e3o registre datas precisas como nos casos de Ageu e Zacarias, por infer\u00eancia chegamos \u00e0 conclus\u00e3o que o livro foi escrito por volta de 430 a 420 a.C. Tr\u00eas grupos j\u00e1 haviam retornado para Jerusal\u00e9m, liderados por Zorobabel (537 a.C.), Esdras (457 a.C.) e Neemias (445 a.C.). O governante na \u00e9poca de Malaquias era um homem corrupto oriundo da Persa (Ml 1.8).<\/p>\n\n\n\n<p>Malaquias viveu pr\u00f3ximo a Neemias, todavia, n\u00e3o mencionou o seu nome, por isto, especulamos que o livro tenha sido escrito pouco tempo depois do primeiro governo de Neemias em Jud\u00e1, que foi de 445-432 a.C. Aquele era um momento dif\u00edcil para servir ao Senhor, pois os religiosos mostravam-se indiferentes e as pessoas agiam segundo suas pr\u00f3prias vontades. Faltava temor ao Senhor.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Contexto hist\u00f3rico.<\/strong>\u00a0No tempo de Malaquias, os judeus j\u00e1 haviam retornado para Jerusal\u00e9m h\u00e1 cem anos aproximadamente, e com o tempo, foram tornando-se ap\u00e1ticos na pr\u00e1tica da f\u00e9. Malaquias chegou a denunciar a adora\u00e7\u00e3o hip\u00f3crita e robotizada, bem como a corrup\u00e7\u00e3o do sacerd\u00f3cio (Ml 1.7-2.9). Os judeus declinavam na sua vida espiritual.\u00a0\u00a0Sua profecia condenou a idolatria (Ml 2.10-12), os div\u00f3rcios e os casamentos mistos (Ml 2.11-15), o abandono da guarda do s\u00e1bado (Ml 2.8,9) e o fracasso dos d\u00edzimos por conta do ego\u00edsmo material (Ml 3.8-10). O Templo j\u00e1 tinha sido constru\u00eddo, por\u00e9m estava sendo ignorado pelo povo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Estrutura e mensagem do livro.<\/strong>\u00a0O livro de Malaquias apresenta em sua introdu\u00e7\u00e3o a palavra peso \u2013 no hebraico \u201cmass\u00e1\u201d- que significa \u201csenten\u00e7a pesada\u201d (Ml 1.1). O livro \u00e9 uma den\u00fancia contundente contra o formalismo religioso. O povo precisava ser confrontado e corrigido. O livro pode ser dividido em duas partes, a primeira \u00e9 uma exorta\u00e7\u00e3o (Ml 1.2 \u2013 3.18) composta de seis or\u00e1culos:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1)<\/strong>\u00a0O amor do Senhor por \u201cJac\u00f3\u201d (Ml 1.1-5);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2<\/strong>) Exorta\u00e7\u00e3o aos sacerdotes (Ml 1.6-2.9);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3)<\/strong>\u00a0Advert\u00eancia contra infidelidade conjugal e os pecados da comunidade (Ml 2.10-16);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>4)<\/strong>\u00a0A justi\u00e7a divina (Ml 2.17-3.5);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5).<\/strong>\u00a0A quest\u00e3o dos d\u00edzimos e das ofertas (Ml 3.6-12);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6)<\/strong>\u00a0As marcas distintivas do servo do Senhor (Ml 3.13-18). A segunda parte do livro refere-se ao pren\u00fancio prof\u00e9tico do \u201cDia do Senhor\u201d (Ml 4.1-6). Toda a profecia \u00e9 costurada por meio de perguntas ret\u00f3ricas incisivas que procuravam despertar a popula\u00e7\u00e3o judaica, levando-os a refletirem sobre sua triste condi\u00e7\u00e3o espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II \u2013 INDIFEREN\u00c7A RELIGIOSA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. A ingratid\u00e3o.<\/strong> A indiferen\u00e7a em seu est\u00e1gio inicial apresenta-se como ingratid\u00e3o. O profeta declarou que o povo respondeu com ingratid\u00e3o todo o amor que recebeu. Deus declarou o seu amor para Israel, e eles responderam com cinismo: \u201cEm que nos amaste?\u201d (Ml 1.2). A pergunta apresentada por Malaquias refletia o pensamento que vigorava entre os judeus naquela \u00e9poca, pois estavam com seus cora\u00e7\u00f5es duros e com a vis\u00e3o emba\u00e7ada e turvada, n\u00e3o conseguiam perceber o amor de Deus sobre eles.<\/p>\n\n\n\n<p>O Senhor\u00a0reafirmou sua escolha revelando o cuidado com Jac\u00f3, citado como um aut\u00eantico representante do povo de Israel (Ml 1.3-5). Ao longo dos anos, o Senhor demonstrara todo o seu amor pelo povo, e ainda assim, Israel n\u00e3o sabia reconhecer e corresponder tamanho amor. O problema da ingratid\u00e3o \u00e9 que al\u00e9m de cegar os olhos, ela tamb\u00e9m priva o cora\u00e7\u00e3o da emotividade e rouba o entusiasmo da religi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Descaso religioso.<\/strong>\u00a0Os sacerdotes foram acusados de desprezar o nome do Senhor (Ml 1.6). Eles traziam ofertas imundas e realizavam sacrif\u00edcios de qualquer maneira. N\u00e3o se preocupavam com as exig\u00eancias da lei (Ml 1.7,8). Deus n\u00e3o tinha prazer nesse tipo de oferta e sacrif\u00edcio (Ml 1.10). Deus estava cansado desse descaso e indiferentismo. Os sacerdotes foram advertidos a mudarem de atitude, caso contr\u00e1rio, sofreriam uma condena\u00e7\u00e3o inexor\u00e1vel (Ml 2.1-3). O desejo de Deus \u00e9 que sua alian\u00e7a com o sacerd\u00f3cio lev\u00edtico estivesse sendo observada. Se eles aderissem os princ\u00edpios estabelecidos pelo pr\u00f3prio Deus, desfrutariam de vida e paz (Ml 2.4,5). Os sacerdotes faziam acep\u00e7\u00e3o das pessoas na aplica\u00e7\u00e3o da lei (Ml 2.9).<\/p>\n\n\n\n<p>A balan\u00e7a deles era injusta, pois eram interesseiros em suas rela\u00e7\u00f5es interpessoais. Faziam de suas fun\u00e7\u00f5es sacerdotais uma fonte de vantagens pessoais. A verdade, a justi\u00e7a e a honestidade eram ignoradas por eles. Pessoas eram prejudicadas na aplica\u00e7\u00e3o de uma lei injusta. Diante disto, os religiosos estavam provocando a ira divina. Deus deseja de n\u00f3s sinceridade e justi\u00e7a naquilo que fazemos. N\u00e3o podemos nos relacionar com Deus de modo indiferente. Ele contempla tudo. Conhece nossos cora\u00e7\u00f5es e n\u00e3o se ilude com nossas a\u00e7\u00f5es. O problema da ingratid\u00e3o \u00e9 que al\u00e9m de cegar os olhos, ela tamb\u00e9m priva o cora\u00e7\u00e3o da emotividade e rouba o entusiasmo da religi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III \u2013 A FAM\u00cdLIA \u00c9 IMPORTANTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Casamento misto.<\/strong>\u00a0Os homens de Jud\u00e1 foram desleais a Deus ao se casarem com mulheres estrangeiras (Ml 2.10-12). Existiam leis divinas prescritas orientando a constru\u00e7\u00e3o familiar, no entanto, os homens tomaram suas pr\u00f3prias decis\u00f5es, a despeito da ordem de Deus. Os judeus estavam se casando com a \u201cfilha de um deus estranho\u201d (Ml 2.11). Essa quest\u00e3o n\u00e3o era racial, mas espiritual. As mulheres de outras nacionalidades que desejavam servir a Deus eram bem-vindas entre o povo do Senhor.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse foi o caso de Rute. O problema era que por meio dos casamentos mistos os homens estavam sendo corrompidos. Deste modo, os filhos que se originavam dessas rela\u00e7\u00f5es cresciam debaixo das influ\u00eancias pag\u00e3s de suas m\u00e3es. Jud\u00e1 estava sendo sorrateiramente paganizada. Para a Igreja atual, tamb\u00e9m existem princ\u00edpios divinos para o casamento. Ame e se relacione com algu\u00e9m que sirva a Cristo e tem compromisso com Ele (II Co 6.14). N\u00e3o se una a algu\u00e9m que se recusou a unir-se a Cristo!<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos nos relacionar com Deus de modo indiferente. Ele contempla tudo. Conhece nossos cora\u00e7\u00f5es e n\u00e3o se ilude com nossas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. Div\u00f3rcio.<\/strong>\u00a0A impiedade infiltrou-se no cora\u00e7\u00e3o do povo, de modo que eles estavam indiferentes em rela\u00e7\u00e3o a Deus e \u00e0s suas pr\u00f3prias fam\u00edlias. Os homens mais velhos estavam agindo com leviandade para com suas esposas de mais idade, trocando-as pelas jovens estrangeiras (Ml 2.14). Fam\u00edlias estavam sendo destru\u00eddas. O desejo divino era que os pais criassem filhos dedicados a Deus (Ml 2.15). Os homens estavam ignorando o prop\u00f3sito divino por causa da concupisc\u00eancia da carne. Deus esperava que os homens honrassem seus compromissos sendo leais \u201cpara com a mulher da sua mocidade\u201d (Ml 2.15).<\/p>\n\n\n\n<p>O profeta anunciou que o Senhor desaprova o div\u00f3rcio e a viol\u00eancia decorrida desse ato (Ml 2.16). O descaso pela lei tinha como origem a descren\u00e7a no ju\u00edzo divino. Eles eram relapsos porque acreditavam que ficariam impunes, e chegaram a questionar: \u201cOnde est\u00e1 o Deus do ju\u00edzo\u201d? (Ml 2.17). A semelhan\u00e7a da gera\u00e7\u00e3o de Malaquias, muitos jovens est\u00e3o deixando a concupisc\u00eancia da carne derrot\u00e1-los. N\u00e3o viva segundo a carne, mas segundo o Esp\u00edrito (II Co 7.1; Gl 5.16,17).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Fam\u00edlia.<\/strong> Nossa rela\u00e7\u00e3o com Deus influencia nossa rela\u00e7\u00e3o familiar e esta interfere na forma como nos relacionamos com o Senhor. Fomos criados com a capacidade de amar. Foi Deus quem uniu pela primeira vez homem e mulher, perpetrando o casamento como uma institui\u00e7\u00e3o divina (Gn 2.21-24).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O livro de Malaquias nos ensina que o casamento n\u00e3o pode ser concebido como um conv\u00eanio transit\u00f3rio que pode ser desfeito facilmente sem nenhum tipo de implica\u00e7\u00e3o espiritual. Pelo contr\u00e1rio, o matrim\u00f4nio deve ser idealizado como um contrato jur\u00eddico de uni\u00e3o espiritual a ser honrado e venerado. A fam\u00edlia \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o protegida por Deus porque \u00e9 resultado direto dos seus planos, portanto, se desejamos servir a Deus precisamos estar dispostos a honrar a nossa fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"><strong>Fonte: <\/strong>Editora CPAD<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EBD \u2013 Jovens &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 38&#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2021 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O \u2013 13 \u2013 26 de setembro de 2021 TEXTO DO DIA E dizeis: Por qu\u00ea? 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