{"id":7718,"date":"2021-05-31T16:08:13","date_gmt":"2021-05-31T19:08:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=7718"},"modified":"2021-05-31T16:08:16","modified_gmt":"2021-05-31T19:08:16","slug":"o-ministerio-de-mestre-ou-doutor","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/o-ministerio-de-mestre-ou-doutor\/","title":{"rendered":"O minist\u00e9rio de mestre ou doutor"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>EDI\u00c7\u00c3O: 466<\/strong> &#8211; 2\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2021 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6090\" width=\"137\" height=\"138\" srcset=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg 390w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-298x300.jpg 298w\" sizes=\"auto, (max-width: 137px) 100vw, 137px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O &#8211; 10<\/strong> \u2013 06 de junho de 2021<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDe modo que, tendo diferentes dons, segundo a gra\u00e7a que nos \u00e9 dada: [\u2026] se \u00e9 ensinar, haja dedica\u00e7\u00e3o ao ensino\u201d (<strong>Rm 12.6,7).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os vocacionados por Deus para o minist\u00e9rio do ensino s\u00e3o por Ele chamados para edi\u00adficar a Igreja de Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LEITURA DI\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segunda-feira <\/strong>\u2013 At 13.1<\/p>\n\n\n\n<p>Doutores na igreja<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ter\u00e7a-feira <\/strong>\u2013 I Co 12.29<\/p>\n\n\n\n<p>Nem todos s\u00e3o doutores<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quarta-feira <\/strong>\u2013 I Tm 1.6,7<\/p>\n\n\n\n<p>Doutores sem entendimento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quinta-feira <\/strong>\u2013 II Tm 4.3<\/p>\n\n\n\n<p>Falsos doutores<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sexta-feira <\/strong>\u2013 Tg 3.1<\/p>\n\n\n\n<p>A responsabilidade do mestre<\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e1bado <\/strong>\u2013 Mt 4.23-25<\/p>\n\n\n\n<p>Jesus, o mestre por excel\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LEITURA B\u00cdBLICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mateus 7<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>28<strong> <\/strong>\u2013 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multid\u00e3o se admirou da sua doutrina,<\/p>\n\n\n\n<p>29<strong> <\/strong>\u2013 porquanto os ensinava com autoridade e n\u00e3o como os escribas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Atos 13<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnab\u00e9, e Sime\u00e3o, chamado Niger, e L\u00facio, cireneu, e Mana\u00e9m, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Romanos 12<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>6<strong> <\/strong>\u2013 De modo que, tendo diferentes dons, segundo a gra\u00e7a que nos \u00e9 dada: se \u00e9 profecia, seja ela segundo a medida da f\u00e9;<\/p>\n\n\n\n<p>7 \u2013 se \u00e9 minist\u00e9rio, seja em ministrasse \u00e9 ensinar, haja dedica\u00e7\u00e3o ao ensino;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tiago 3<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Meus irm\u00e3os, muitos de v\u00f3s n\u00e3o sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro ju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O minist\u00e9rio do ensino da Palavra \u00e9 primordial para a igreja exercer o discernimento no que tange ao tempo em que vive (culturas, teologia, filosofias etc.). T\u00e3o importante \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o do mestre na igreja que as Escrituras declaram o quanto ele deve esfor\u00e7ar-se intelectualmente para exercer t\u00e3o nobre tarefa (Rm 12,7; I Tm 4.13). \u00c9 uma tarefa importante e indispens\u00e1vel que exige muito de quem a desempenha.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I. JESUS, O MESTRE POR EXCEL\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. O mestre da Galileia.<\/strong> Doutor incompar\u00e1vel, \u201cpercorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas suas sinagogas, e pregando o evangelho do Reino [\u2026]\u201d (Mt 4.23). No minist\u00e9rio terreno, seus serm\u00f5es, ensinos e discursos eram inflamados pelo amor \u00e0s pessoas. Diferente dos escribas, Ele ensinava como quem tinha autoridade (Mt 7.28,29). A verdade emanava da pessoa de Jesus! Os que o ouviam s\u00f3 tinham duas op\u00e7\u00f5es: am\u00e1-lo ou odi\u00e1-lo. Era imposs\u00edvel ouvi-lo e ficar indiferente. Jesus transtornava a consci\u00eancia do acomodado e aquietava o cora\u00e7\u00e3o do perturbado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. O mestre divino.<\/strong> Em visita a Jesus, um mestre da Lei chamado Nicodemos, educado nas melhores escolas religiosas de Israel e grande conhecedor das Escrituras hebraicas, reconheceu em Jesus um personagem incomum de seu tempo (Jo 3.1,2). Esse mesmo fariseu, que era pr\u00edncipe dos judeus, afirmou que o Nazareno n\u00e3o poderia fazer o que fazia se Deus n\u00e3o fosse com Ele. Jesus \u00e9 chamado Mestre cerca de quarenta e cinco vezes ao longo do Novo Testamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. O mestre da humildade.<\/strong> A fim de ensinar os disc\u00edpulos acerca da humildade, Jesus \u201clevantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois, p\u00f4s \u00e1gua numa bacia e come\u00e7ou a lavar os p\u00e9s aos disc\u00edpulos e a enxug\u00e1-los com a toalha com que estava cingido\u201d (Jo 13.4,5). Que cena chocante para os judeus! A pergunta de Pedro descreve essa perplexidade (v.6). <\/p>\n\n\n\n<p>Era inimagin\u00e1vel um mestre encurvar-se para lavar os p\u00e9s de pessoas leigas. Jesus era um mestre e deu o exemplo aos disc\u00edpulos. O Emanuel, \u201cDeus conosco\u201d, encurvou-se diante dos homens! Isso se deu porque o ensino de Jesus n\u00e3o era mero discurso, mas \u201cesp\u00edrito e vida\u201d (Jo 6.63).\u00a0 Ele nos convida a fazer o mesmo: \u201cV\u00f3s me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, porque eu o sou. Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os p\u00e9s, v\u00f3s deveis tamb\u00e9m lavar os p\u00e9s uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, fa\u00e7ais v\u00f3s tamb\u00e9m\u201d (Jo 13.13-15).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II. O ENSINO DAS ESCRITURAS NA IGREJA DO PRIMEIRO S\u00c9CULO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Uma ordem de Jesus.<\/strong> Antes de ascender aos c\u00e9us, de modo solene Jesus determinou aos seus disc\u00edpulos que ensinassem \u201ctodas as na\u00e7\u00f5es [\u2026] a guardar todas as coisas\u201d que Ele tinha ordenado (cf. Mt 28.19,20). O livro de Atos registra a obedi\u00eancia dos primeiros ap\u00f3stolos no cuidado de cumprir a determina\u00e7\u00e3o de Jesus. Ap\u00f3s a descida do Esp\u00edrito Santo (At 2.1-6), o discurso de Pedro foi um verdadeiro ensino proferido no poder do Esp\u00edrito Santo (At 2.14-40).<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo em vista a plena edifica\u00e7\u00e3o da Igreja na Palavra, o Senhor Jesus, atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo, dotou alguns de seus servos com o dom ministerial de mestre ou doutor (Ef 4.11). Esse dom \u00e9 uma capacita\u00e7\u00e3o sobrenatural do Esp\u00edrito. Isso n\u00e3o significa, por\u00e9m, que devemos descuidar de nossa forma\u00e7\u00e3o intelectual, pois o preparo para o ensino passa pela capacidade de aprender para posteriormente ensinar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. A doutrina dos ap\u00f3stolos.<\/strong> O texto de Atos 2.42 informa-nos que os primeiros convertidos \u201cperseveravam na doutrina dos ap\u00f3stolos, e na comunh\u00e3o, e no partir do p\u00e3o, e nas ora\u00e7\u00f5es\u201d. Al\u00e9m disso, acrescenta que em \u201ccada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos ap\u00f3stolos\u201d (v.43). A \u201cdoutrina dos ap\u00f3stolos\u201d aqui referida trata-se do conjunto de ensinos de Cristo ministrados por eles de forma constante e eficaz para o crescimento integral dos novos crentes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Ensinamento persistente.<\/strong> Os primeiros mestres das Escrituras foram os integrantes do Col\u00e9gio Apost\u00f3lico (At 5.42, cf. vv.40,41). A Igreja come\u00e7ou nas casas, onde o ensino era ministrado a pequenos grupos nos lares. Falando aos anci\u00e3os de \u00c9feso, o ap\u00f3stolo Paulo mostrou-se como um verdadeiro mestre que ensinava \u201cpublicamente e pelas casas, testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a convers\u00e3o a Deus e a f\u00e9 em nosso Senhor Jesus Cristo\u201d (At 20.20,21). Deus havia preparado homens para ensinar e levantado \u201cdoutores\u201d na igreja em Antioquia (At 13.1). O Pai Celestial igualmente deseja levantar mestres em sua igreja. Vivemos dias em que este minist\u00e9rio nunca foi t\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>III. A IMPORT\u00c2NCIA DO DOM MINISTERIAL DE MESTRE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Uma necessidade urgente da igreja.<\/strong> Para o minist\u00e9rio de ensino ser eficaz na igreja local \u00e9 preciso haver pessoas vocacionadas. N\u00e3o s\u00e3o todas que re\u00fanem informa\u00e7\u00f5es exeg\u00e9tica, hist\u00f3ricas e liter\u00e1rias da B\u00edblia, aplicando-as como \u00e9 necess\u00e1rio. Deus concedeu \u00e0 sua igreja mestres, e \u00e9 preciso que ela invista neles tamb\u00e9m. Muitas vezes, por absoluta falta de preparo dos obreiros, predomina a superficialidade b\u00edblica, a infantilidade \u201cespiritual\u201d e o aumento do engano promovido pelas ast\u00facias dos falsos mestres (II Pe 2.1). Esse dom do Senhor \u00e9 para a igreja amadurecer em todas as dimens\u00f5es da vida crist\u00e3, ao mesmo tempo em que desmascara os falsos ensinos (Ef 4.14; Os 4.6).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. A responsabilidade de um discipulado cont\u00ednuo.<\/strong> Estamos acostumados a pensar que o discipulado termina quando o novo convertido \u00e9 batizado. N\u00e3o h\u00e1 nada mais equivocado! O Senhor Jesus chamou-nos para ser os seus disc\u00edpulos por toda a vida. Por isso, quem ensina instrui os crentes para a maturidade da f\u00e9. \u00c9 um aprendizado di\u00e1rio, permanente e cont\u00ednuo, tanto para quem \u00e9 discipulado quanto para quem est\u00e1 discipulando!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Requisitos necess\u00e1rios ao mestre.<\/strong> Apresentaremos alguns requisitos importantes para a igreja reconhecer pessoas com o dom ministerial de mestre em nossa \u00e9poca:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>a) Um salvo em Cristo.<\/strong> N\u00e3o pode haver d\u00favidas quanto \u00e0 pr\u00f3pria experi\u00eancia salv\u00edfica por parte do vocacionado para o minist\u00e9rio do ensino (II Tm 2.10-13). Infelizmente h\u00e1 pessoas que n\u00e3o creem naquilo que ensinam. Assim, n\u00e3o h\u00e1 verdade nem firmeza nelas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>b) O h\u00e1bito de ler.<\/strong> Em nosso pa\u00eds, a leitura \u00e9 um problema cultural. Se as pessoas leem pouco, a igreja pouco ler\u00e1. Entretanto, como ensinaremos se n\u00e3o lermos? O h\u00e1bito da leitura era levado a s\u00e9rio no minist\u00e9rio do ap\u00f3stolo Paulo (I Tm 4.13; II Tm 4.13).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>c) Preparo intelectual.<\/strong> A B\u00edblia \u00e9 o instrumento de trabalho do Ensinador Crist\u00e3o. Considerando este livro milenar, veremos que a cultura e o mundo da B\u00edblia s\u00e3o diferentes do nosso. Por isso, o mestre deve compreender o mundo da B\u00edblia (suas quest\u00f5es culturais, lingu\u00edsticas, exeg\u00e9ticas etc.) para n\u00e3o fazer apela\u00e7\u00f5es fantasiosas, apresentando-as como exposi\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>d) Um cora\u00e7\u00e3o em chamas.<\/strong> Martin Loyd-Jones dizia que a verdadeira prega\u00e7\u00e3o era teologia em fogo. \u00c9 vontade de Deus que o vocacionado ao ensino utilize os avan\u00e7os das ci\u00eancias b\u00edblicas para pregar a Palavra de Deus na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo. Precisamos alcan\u00e7ar as mentes e os cora\u00e7\u00f5es dos nossos dias, e isto apenas ser\u00e1 poss\u00edvel quando tivermos obreiros com uma mente bem preparada e conectada a um \u201ccora\u00e7\u00e3o em chamas\u201d e apaixonado por Jesus (At 3.12-26).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso desfazer a ideia propagada ao longo de d\u00e9cadas acerca do preparo intelectual do crente. N\u00e3o \u00e9 verdade que necessariamente ele esfriar\u00e1 na f\u00e9 se estudar. Se fosse assim Paulo seria o mais frio dos ap\u00f3stolos do Novo Testamento, pois n\u00e3o havia obreiro mais bem preparado que ele (At 17.15-34; Tt 1.12). Este, no entanto, soube conjugar preparo intelectual e poder do alto. \u00c9 disso que as nossas igrejas precisam: homens cheios do Esp\u00edrito, mas do mesmo modo, com a mente iluminada para responder, com mansid\u00e3o e temor, a raz\u00e3o da nossa esperan\u00e7a (I Pe3.15).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"><strong>Fonte: <\/strong>Revista CPAD<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EDI\u00c7\u00c3O: 466 &#8211; 2\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2021 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O &#8211; 10 \u2013 06 de junho de 2021 TEXTO \u00c1UREO \u201cDe modo que, tendo diferentes dons, segundo a gra\u00e7a que nos \u00e9 dada: [\u2026] se \u00e9 ensinar, haja dedica\u00e7\u00e3o ao ensino\u201d (Rm 12.6,7). 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