{"id":6679,"date":"2020-11-02T06:00:08","date_gmt":"2020-11-02T09:00:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=6679"},"modified":"2020-12-23T13:18:13","modified_gmt":"2020-12-23T16:18:13","slug":"a-teologia-de-elifaz-so-os-pecadores-sofrem","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/a-teologia-de-elifaz-so-os-pecadores-sofrem\/","title":{"rendered":"A teologia de Elifaz: S\u00f3 os pecadores sofrem?"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>EDI\u00c7\u00c3O: 436 <\/strong>&#8211; 4\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2020 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6090\" width=\"133\" height=\"134\" srcset=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg 390w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-298x300.jpg 298w\" sizes=\"auto, (max-width: 133px) 100vw, 133px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O &#8211; 06<\/strong> \u2013 08 de novembro de 2020<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Lembra-te, agora: qual \u00e9 o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destru\u00eddos? Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam isso mesmo.\u201d <strong>(J\u00f3 4.7,8)\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora transcendente, Deus tem prazer em se relacionar com o homem terreno.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LEITURA DI\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segunda-feira  <\/strong>\u2013 J\u00f3 4.1-4 <\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a paci\u00eancia para ouvir\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ter\u00e7a-feira <\/strong>\u2013 J\u00f3 4.4-6 <\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea tem confian\u00e7a em Deus?\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quarta-feira <\/strong>\u2013 J\u00f3 4.6-8 <\/p>\n\n\n\n<p>O inocente pereceu? Os retos foram destru\u00eddos?\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quinta-feira <\/strong>\u2013 J\u00f3 15.1-4 <\/p>\n\n\n\n<p>O s\u00e1bio daria respostas vazias?\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sexta-feira <\/strong>\u2013 J\u00f3 22.1,2 <\/p>\n\n\n\n<p>O homem ser\u00e1 de algum proveito para Deus?\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>S\u00e1bado <\/strong>\u2013 J\u00f3 22.3-5 <\/p>\n\n\n\n<p>O Todo-Poderoso tem prazer em que voc\u00ea seja justo?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>LEITURA B\u00cdBLICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>J\u00f3 4.1-8<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Ent\u00e3o, respondeu Elifaz, o temanita, e disse:<\/p>\n\n\n\n<p>2 \u2013 Se intentarmos falar-te, enfadar-te-\u00e1s? Mas quem poderia conter as palavras?<\/p>\n\n\n\n<p>3 \u2013 Eis que ensinaste a muitos, e tens fortalecido as m\u00e3os fracas.<\/p>\n\n\n\n<p>4 \u2013 As tuas palavras firmaram os que trope\u00e7avam e os joelhos desfalecentes tens fortalecido.<\/p>\n\n\n\n<p>5 \u2013 Mas agora, que se trata de ti, te enfadas; e tocando-te a ti, te perturbas.<\/p>\n\n\n\n<p>6 \u2013 Porventura n\u00e3o \u00e9 o teu temor de Deus a tua confian\u00e7a, e a tua esperan\u00e7a a integridade dos teus caminhos?<\/p>\n\n\n\n<p>7 \u2013 Lembra-te agora qual \u00e9 o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destru\u00eddos?<\/p>\n\n\n\n<p>8 \u2013 Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade, e semeiam mal, segam o mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>J\u00f3 15.1-4<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Ent\u00e3o respondeu Elifaz o temanita, e disse:<\/p>\n\n\n\n<p>2 \u2013 Porventura proferir\u00e1 o s\u00e1bio \u00e0 sabedoria? E encher\u00e1 do vento oriental o seu ventre,<\/p>\n\n\n\n<p>3 \u2013 Arguindo com palavras que de nada servem, e com raz\u00f5es, de que nada aproveita?<\/p>\n\n\n\n<p>4 \u2013 E tu tens feito v\u00e3o o temor, e diminuis os rogos diante de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>J\u00f3 22.1-5 <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Ent\u00e3o respondeu Elifaz, o temanita, dizendo:<\/p>\n\n\n\n<p>2 \u2013 Porventura ser\u00e1 o homem de algum proveito a Deus? Antes a si mesmo o prudente ser\u00e1 proveitoso.<\/p>\n\n\n\n<p>3 \u2013 Ou tem o Todo-Poderoso prazer em que tu sejas justo, ou algum lucro em que tu fa\u00e7as perfeitos os teus caminhos?<\/p>\n\n\n\n<p>4 \u2013 Ou te repreende, pelo temor que tem de ti, ou entra contigo em ju\u00edzo?<\/p>\n\n\n\n<p>5 \u2013 Porventura n\u00e3o \u00e9 grande a tua mal\u00edcia, e sem termo as tuas iniquidades?<strong><br> <br>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nesta li\u00e7\u00e3o, estudaremos o discurso de Elifaz. Ele \u00e9 o primeiro amigo de J\u00f3 a expor sua concep\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica acerca da situa\u00e7\u00e3o degradante em que se encontrava o homem de Uz. Nesse sentido, veremos que, para Elifaz, a justi\u00e7a retributiva \u00e9 certa, ou seja, s\u00f3 os pecadores sofrem e os justos n\u00e3o passam por revezes. Para ele, J\u00f3 contrariou esse ensinamento, atacou a forma religiosa de pensar e, portanto, feriu a ortodoxia que deveria guardar. Finalmente, veremos tamb\u00e9m as respostas de J\u00f3<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/escolabiblicadominical.com.br\/?s=+J%C3%B3\" target=\"_blank\"> <\/a> a cada acusa\u00e7\u00e3o de Elifaz.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>I \u2013 OS PECADORES NO CONTEXTO DA JUSTI\u00c7A RETRIBUTIVA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A lei da semeadura e da colheita. <\/strong>Depois de firmar um princ\u00edpio oriental de cordialidade, Elifaz se dirige a J\u00f3 com uma defesa contundente do pensamento teol\u00f3gico tradicional \u2013 a justi\u00e7a retributiva. Ele est\u00e1 firmemente convencido de que a lei de causa e efeito \u00e9 um princ\u00edpio da ortodoxia teol\u00f3gica que n\u00e3o pode ser contraditado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O homem colhe o que plantou.<\/strong> Essa primeira parte de seu discurso compreende os cap\u00edtulos 4 e 5, em que defende que o homem colhe o que plantou: \u201cSegundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam isso mesmo\u201d (J\u00f3 4.8). Para Elifaz n\u00f3s habitamos em um universo moral que exige consequ\u00eancias de nossas a\u00e7\u00f5es. A B\u00edblia mostra esse princ\u00edpio. Por exemplo, o salmista confirma que Deus \u00e9 bom e justo e, por isso, recompensa os bons e pune os maus (Sl 1.6). O Novo Testamento  tamb\u00e9m atesta esse princ\u00edpio: \u201cPorque os olhos do Senhor est\u00e3o sobre os justos, [.] mas o rosto do Senhor \u00e9 contra os que fazem males\u201d (I Pe 3.12<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.bibliaonline.com.br\/nvi\/1pe\/3\/12\" target=\"_blank\">1<\/a>). <\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, Elifaz defende que o pecado sempre produz consequ\u00eancias, mas que somente os pecadores pagam por isso. Assim, segundo Elifaz,se l\u00f3 estava sofrendo era porque havia pecado. Cabia a J\u00f3, ent\u00e3o, assumir a responsabilidade moral de seu pecado.N\u00e3o havia outra op\u00e7\u00e3o. Quantos s\u00e3o os que fazem acusa\u00e7\u00f5es precipitadas quando algu\u00e9m passa por momentos delicados na vida? Ao julgar precipitadamente, muitos cometem injusti\u00e7as e esquecem de que Deus \u00e9 quem pode ver todo o lado da quest\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>A queixa de J\u00f3.<\/strong> Em sua defesa, J\u00f3 se contrap\u00f5e \u00e0 teologia de Elifaz (J\u00f3 6-7). Essa teologia era a base de como se imaginava o universo governado por uma lei moral de causa e efeito: H\u00e1 uma recompensa para os bons e puni\u00e7\u00e3o para os maus. Elifaz n\u00e3o estava de todo errado, mas equivocou-se quando pensava que esse pressuposto era o \u00fanico existente. Tratava de parte da verdade mas n\u00e3o de toda. Sua teologia n\u00e3o se aplicava no caso de J\u00f3<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/escolabiblicadominical.org\/?s=J%C3%B3\" target=\"_blank\">J<\/a>. O patriarca n\u00e3o aceita a tese de Elifaz e, por isso, sente-se alienado de Deus, (6.1-7), de si mesmo (6.8-13) e de seus amigos (6.14-23). Isso leva J\u00f3 a se queixar de Deus (J\u00f3 6.1-13). <\/p>\n\n\n\n<p>Ele se queixa pela sua atual situa\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma queixa fundamentada ainda nos antigos pressupostos teol\u00f3gicos: Ele era justo, n\u00e3o estava em pecado, portanto, n\u00e3o merecia sofrer. Em seguida, J\u00f3 se queixa a Deus (J\u00f3 7.11-21), desejando abrir uma porta de di\u00e1logo com o Alt\u00edssimo. Ele n\u00e3o quer explica\u00e7\u00f5es baseadas em teorias teol\u00f3gicas antigas, mas uma conversa sincera atrav\u00e9s de um relacionamento direto com o Criador, onde l\u00f3 fala com Ele e Deus fala com J\u00f3. No momento da dor, a melhor coisa a se fazer \u00e9 se dirigir pessoalmente a Deus.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>II \u2013 OS PECADORES NO CONTEXTO DA TRADI\u00c7\u00c3O RELIGIOSA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ortodoxia engessada. <\/strong>Em seu segundo discurso (J\u00f3 15.1-35), Elifaz argumenta que as palavras de J\u00f3 s\u00e3o uma amea\u00e7a ao dogma religioso aceito: \u201cE tu tens feito v\u00e3o o temor e diminuis os rogos diante de Deus\u201d (15.4). Assim, se J\u00f3 estivesse certo, a religi\u00e3o tradicional, que sempre ensinou a prosperidade dos bons e o sofrimento dos maus, estaria errada. Nesse aspecto, J\u00f3 era uma amea\u00e7a \u00e0quela forma de pensar. Por isso Elifaz ataca J\u00f3 de uma forma contundente dizendo que suas palavras n\u00e3o revelam sabedoria, mas s\u00e3o palavras ao vento.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma amea\u00e7a \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o religiosa<\/strong>. A partir do vers\u00edculo 7 do cap\u00edtulo 15, Elifaz apela para a tradi\u00e7\u00e3o religiosa como forma de validar seu princ\u00edpio teol\u00f3gico: \u201cQue sabes tu, que n\u00f3s n\u00e3o saibamos? Que entendes, que n\u00e3o haja em n\u00f3s? Tamb\u00e9m h\u00e1 entre n\u00f3s encanecidos e idosos, muito mais idosos do que teu pai\u201d (15.9,10). Segundo Elifaz, ainda que fosse homem s\u00e1bio, J\u00f3 n\u00e3o era mais s\u00e1bio nem mais antigo do que o dogma que ele estava negando.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um defensor celeste.<\/strong> Em sua defesa, J\u00f3 se contrap\u00f5e ironicamente ao argumento de Elifaz (J\u00f3 16-17<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.bibliaon.com\/versiculo\/jo_16_17\/\" target=\"_blank\">J<\/a>). Aqui n\u00e3o podemos esquecer de que a resposta de J\u00f3 deve ser ouvida na forma po\u00e9tica, conforme o fazemos em salmos, ora\u00e7\u00f5es e s\u00faplicas recitados assim. Isso evita um literalismo r\u00edgido que empobrece o sentido do texto, quando este \u00e9 po\u00e9tico, e, consequentemente, transforma J\u00f3 em um sacr\u00edlego.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse texto J\u00f3 reclama, mas n\u00e3o blasfema contra Deus. Ele tem consci\u00eancia de que a teologia de seu amigo firmava-se na terra, mas o homem de Uz apelava aos c\u00e9us. Sua f\u00e9 o projeta para o alto, \u00e0 procura de quem possa defend\u00ea-lo. Ele quer um defensor que interceda por ele no c\u00e9u (J\u00f3 16.18-17.2). O patriarca se expressa e po\u00e9tica, mas sua mensagem \u00e9 prof\u00e9tica. Seu anseio por um mediador prenuncia o justo advogado, Jesus Cristo (I Jo 1.5.7). <\/p>\n\n\n\n<p><strong>III \u2013 OS PECADORES DIANTE DE UM DEUS INFINITO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Deus n\u00e3o se importa com quimeras humanas.<\/strong> Em seu terceiro discurso (J\u00f3 22), Elifaz apela para a transcend\u00eancia divina ao atacar J\u00f3. Grosso modo, a transcend\u00eancia diz respeito ao conjunto de atributos do Criador que ressalta a sua superioridade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 criatura. Significa que Deus est\u00e1 acima da Cria\u00e7\u00e3o e n\u00e3o \u00e9 limitado por ela. Real\u00e7a, portanto, a infinitude divina em contraste com a finitude humana (J\u00f3 22.1-3). Para Elifaz, o sofrimento de J\u00f3 era um atestado de que ele havia pecado e que, por isso, Deus o havia abandonado; Ele era grande e n\u00e3o poderia se envolver em quimeras humanas, principalmente nas do pecador J\u00f3. <\/p>\n\n\n\n<p>A teologia de Elifaz destaca um Deus transcendente, por\u00e9m, distante, que n\u00e3o se importa muito com o que acontece aqui na terra, indiferente \u00e0s coisas que criou (J\u00f3 22.12<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.bibliaon.com\/versiculo\/jo_22_12\/\" target=\"_blank\">J<\/a>). N\u00e3o adiantava J\u00f3 chorar ou reclamar. Ele precisava se arrepender.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Deus caminha com os homens. <\/strong>Nessa parte da poesia J\u00f3 exp\u00f5e seus argumentos de forma mais clara (J\u00f3 23.1-24.25). Ele demonstra que nunca negou a transcend\u00eancia de Deus como Elifaz quer dar a entender. Ele reconhece que Deus \u00e9 excelso e pode fazer o que intenta: \u201cMas, se ele est\u00e1 contra algu\u00e9m, quem, ent\u00e3o, o desviar\u00e1? O que a sua alma quiser, isso far\u00e1\u201d (J 23.13). Todavia, esse \u00e9 apenas um lado da hist\u00f3ria. J\u00f3 est\u00e1 consciente que esse Deus, embora grande, tamb\u00e9m caminha com os homens (J\u00f3 23.10). <\/p>\n\n\n\n<p>A ideia no texto hebraico \u00e9 que J\u00f3 passa a ficar cada vez mais seguro e consciente, n\u00e3o apenas de seu caminhar com Deus, mas do caminhar de Deus com ele. \u00c9 exatamente isto: N\u00e3o devemos temer mais em ficar diante de Deus, pois o andar com Ele \u00e9 reto. Em Cristo Jesus, Deus caminha com os homens; sendo o Alt\u00edssimo transcendente envolve-se com os seres humanos nos diversos detalhes da vida.\u00a0\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Estudamos o pensamento teol\u00f3gico de Elifaz, um dos amigos de J\u00f3. Para ele s\u00f3 os maus sofriam os infort\u00fanios da vida. Ele estava convencido de que ao se negar a reconhecer de que estava em pecado, J\u00f3 depunha contra a religi\u00e3o tradicional que sempre associou as desgra\u00e7as ao cometimento de algum pecado. Para ele, J\u00f3 estava abandonado por Deus e isso era uma prova irrefut\u00e1vel de que havia pecado. J\u00f3 o contrap\u00f4s e defendeu sua integridade e comunh\u00e3o diante de Deus.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Postado por:<\/strong> Pr. Ademilson Braga<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EDI\u00c7\u00c3O: 436 &#8211; 4\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2020 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O &#8211; 06 \u2013 08 de novembro de 2020 TEXTO \u00c1UREO Lembra-te, agora: qual \u00e9 o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destru\u00eddos? 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