{"id":5656,"date":"2018-11-24T18:49:44","date_gmt":"2018-11-24T21:49:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=5656"},"modified":"2020-12-23T13:20:08","modified_gmt":"2020-12-23T16:20:08","slug":"encontrando-o-nosso-proximo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/encontrando-o-nosso-proximo\/","title":{"rendered":"Encontrando o nosso pr\u00f3ximo"},"content":{"rendered":"<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 334 <\/strong>\u2013 25 de novembro de 2018<\/p>\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n<p>\u201cE que am\u00e1-lo de todo o cora\u00e7\u00e3o, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as for\u00e7as e amar o pr\u00f3ximo como a si mesmo \u00e9 mais do que todos os holocaustos e sacrif\u00edcios\u201d<strong> (Mc 12.33).<\/strong><\/p>\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n<p>Amar ao pr\u00f3ximo inclui amar at\u00e9 mesmo aqueles que nos aborrecem, pois encontramos em Deus o maior exemplo de que tal amor \u00e9 poss\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Em diversos momentos, Cristo aplicou-se a fazer com que as pessoas compreendessem que seu Reino n\u00e3o era deste mundo (Jo 18.36), ou seja, que as l\u00f3gicas, o modo de pensar e de agir deste mundo n\u00e3o se coadunam com o Reino celestial. A conhecida par\u00e1bola do \u201cbom samaritano\u201d, sem sombra de d\u00favidas, \u00e9 um destes momentos preciosos, no qual o Mestre serviu-se deste m\u00e9todo did\u00e1tico para trazer aos seus disc\u00edpulos, e a todos quanto o ouviam e, por extens\u00e3o, a n\u00f3s, um novo conceito sobre \u201cquem\u201d \u00e9 o nosso pr\u00f3ximo e como devemos proceder em rela\u00e7\u00e3o a ele.<\/p>\n<p><strong>I. INTERPRETA\u00c7\u00c3O DA PAR\u00c1BOLA DO BOM SAMARITANO<\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma par\u00e1bola com diversas interpreta\u00e7\u00f5es. <\/strong>A par\u00e1bola do bom samaritano, ao longo da hist\u00f3ria, tem sido alvo das mais diversas interpreta\u00e7\u00f5es. Muitas e conhecidas s\u00e3o as exposi\u00e7\u00f5es sobre esta par\u00e1bola, inclusive algumas famosas e realizadas por grandes vultos da hist\u00f3ria crist\u00e3, que procuravam ver, por exemplo, nesta narrativa uma representa\u00e7\u00e3o da caminhada humana ao sair do \u00c9den (Jerusal\u00e9m), e tomar o caminho do mundo (Jeric\u00f3). Muitas destas interpreta\u00e7\u00f5es servem-se do m\u00e9todo aleg\u00f3rico para atribuir ao texto alguns objetivos que ele n\u00e3o tem.<\/p>\n<p><strong>Pondo Jesus \u00e0 prova ou \u201ctentando-o\u201d. <\/strong>O Mestre conta essa par\u00e1bola porque um doutor da Lei, bem-sucedido, procura-o para \u201cp\u00f4-lo \u00e0 prova\u201d (ARA) ou \u201ctent\u00e1-lo\u201d (ARC), conforme consta no vers\u00edculo 25. O termo grego utilizado oferece a ideia de colocar \u00e0 prova o \u201ccar\u00e1ter\u201d de Cristo. Isso mostra que aquele homem, de maneira ardilosa, busca colocar o Mestre dos mestres em situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil e, quem sabe imaginando receber algum elogio, o interroga dizendo: \u201cMestre, que farei para herdar a vida eterna?\u201d (v.25).<\/p>\n<p><strong>\u201cComo l\u00eas?\u201d. <\/strong>Jesus, como \u00e9 de costume, \u201cresponde\u201d com outra pergunta (v.26). Ao perguntar sobre o conte\u00fado do mandamento, Jesus n\u00e3o questiona aquele doutor para ver se ele o conhecia, isto \u00e9, sua pergunta demonstra interesse na forma particular de interpreta\u00e7\u00e3o do mandamento por parte daquele homem. Jesus quer saber como o doutor l\u00ea, como o interpreta e de que forma olha para o mandamento. O homem n\u00e3o compreendendo limita-se a responder recitando o mandamento tal como est\u00e1 escrito (v.27). Percebendo Jesus que o homem conhecia muito bem o texto a ponto de recit\u00e1-lo, o Mestre ent\u00e3o o chama \u00e0 pr\u00e1tica (v.28). Para Jesus n\u00e3o bastava que aquele doutor soubesse o conte\u00fado do mandamento, antes, ao Mestre importava que o homem soubesse interpretar corretamente e, muito mais importante, colocar o mandamento em a\u00e7\u00e3o em sua vida. Por isso, o Senhor Jesus diz: \u201cfaze isso e viver\u00e1s\u201d (v.28).<\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o principal. <\/strong>N\u00e3o satisfeito, o doutor da Lei quer saber de Jesus \u201cquem\u201d seria o seu pr\u00f3ximo (v.29). Pode ser que ele at\u00e9 tenha imaginado que Jesus revelaria o nome de um ente querido ou um amigo muito amado. Quem sabe imaginou que Jesus diria que o pr\u00f3ximo \u00e9 apenas quem nos faz bem. \u00c9 neste contexto ent\u00e3o que a Par\u00e1bola \u00e9 contada pelo Senhor. Jesus, ao contar a par\u00e1bola, deixa claro que as tradi\u00e7\u00f5es e a religiosidade n\u00e3o podem ensinar-nos acerca de quem \u00e9 o nosso pr\u00f3ximo. O homem que desceu de Jerusal\u00e9m para Jeric\u00f3 estava ca\u00eddo e ferido (v.30), por\u00e9m, o sacerdote n\u00e3o o viu como seu pr\u00f3ximo e o levita tamb\u00e9m n\u00e3o (vv.31,32), mas o samaritano, surpreendentemente, assim o enxergou (v.33). Surpreendentemente porque jamais um judeu praticante da Lei, como aquele doutor, enxergaria nos \u201cimpuros\u201d e \u201cmesti\u00e7os\u201d samaritanos, algu\u00e9m pr\u00f3ximo seu. Jesus, no entanto, assim o v\u00ea e quer que aquele doutor da Lei veja tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>II. COMPAIX\u00c3O E CARIDADE S\u00c3O INTR\u00cdNSECAS \u00c0 F\u00c9 SALVADORA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Compaix\u00e3o. <\/strong>A par\u00e1bola, como um todo, \u00e9 marcante, mas um momento indispens\u00e1vel em qualquer reflex\u00e3o sobre ela est\u00e1 no vers\u00edculo 33, quando o Mestre diz que o samaritano \u201cchegou ao p\u00e9 dele e, vendo-o, moveu-se de \u00edntima compaix\u00e3o\u201d. A \u201ccompaix\u00e3o\u201d aqui se refere a um sentimento intenso que causa tanto inc\u00f4modo a ponto de alterar n\u00e3o apenas a consci\u00eancia, ou o pensamento, mas tamb\u00e9m o aspecto f\u00edsico, pois o texto diz que o samaritano \u201cmoveu-se\u201d.<\/p>\n<p><strong>Cuidado. <\/strong>O vers\u00edculo 34 diz que o samaritano \u201caproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele\u201d. Essa a\u00e7\u00e3o toca no aspecto da pr\u00e1tica do amor, isto \u00e9, o cuidado, contida no mandamento, pois este ordena: \u201cAmar\u00e1s ao Senhor, teu Deus [.] e ao teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d (v.27 cf. Lv 19.18). O amor de que trata o mandamento, n\u00e3o \u00e9 ret\u00f3rico e muito menos plat\u00f4nico, isto \u00e9, existindo apenas no mundo das ideias. Deus nos mostra e exemplifica o amor verdadeiro no texto de Jo\u00e3o 3.16 quando diz que \u201camou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unig\u00eanito, para que todo aquele que nele cr\u00ea n\u00e3o pere\u00e7a, mas tenha a vida eterna\u201d. A express\u00e3o grega para dizer que Deus amou, neste texto, foi agapao, que se refere ao amor pr\u00e1tico, um amor que se comove, um amor que se enche de \u00edntima compaix\u00e3o. Ensina-nos que n\u00e3o basta dizermos que amamos, e nem mesmo apenas amarmos, h\u00e1 que se avan\u00e7ar para o segundo est\u00e1gio que \u00e9 a pr\u00e1tica do cuidado (IJo 3.16-18). N\u00e3o h\u00e1 demonstra\u00e7\u00e3o de cuidado sem pr\u00e1tica, assim como n\u00e3o h\u00e1 amor sem compaix\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Caridade. <\/strong>O samaritano da par\u00e1bola n\u00e3o apenas aproxima-se do homem que est\u00e1 ferido \u00e0 beira do caminho e nem somente se compadece dele, mas decide cur\u00e1-lo, dar-lhe atendimento de emerg\u00eancia e conduzi-lo a uma estalagem (v.34). J\u00e1 na estalagem, o samaritano recomenda ao hospedeiro que cuide do homem, pois ele prosseguiria sua viagem e, quando voltasse, pagaria qualquer despesa que tivesse sido gerada (v.35). Tais atitudes s\u00e3o uma clara demonstra\u00e7\u00e3o de amor, ou seja, o amor do samaritano ao pr\u00f3ximo foi expresso em atitudes e a\u00e7\u00f5es, ao ponto de se comprometer at\u00e9 mesmo com os gastos que seriam gerados com a hospedagem do homem ferido. Para Cristo, s\u00f3 existe realmente caridade se houver demonstra\u00e7\u00e3o de amor, pois no texto de Jo\u00e3o 3.16 n\u00e3o diz apenas que Deus \u201camou\u201d, mas tamb\u00e9m que Ele \u201cdeu\u201d o seu Filho. A evid\u00eancia de que Deus ama \u00e9 demonstrada pela sua compaix\u00e3o pelo mundo perdido. Deus se compadece e mostra isso na pr\u00e1tica (Rm 9.16).<\/p>\n<p><strong>III. O NOSSO PR\u00d3XIMO \u00c9 QUALQUER PESSOA NECESSITADA<\/strong><\/p>\n<p><strong>O \u201cpr\u00f3ximo\u201d. <\/strong>Na Par\u00e1bola, quem se fez \u201cpr\u00f3ximo\u201d do homem ferido foi uma pessoa que o doutor da Lei teria como completamente indigna de receber sua aten\u00e7\u00e3o e cuidados, visto que judeus e samaritanos nutriam rec\u00edproco sentimento de desprezo e quase \u00f3dio. N\u00e3o havia para aquele doutor exemplo mais doloroso para Cristo utilizar-se. Isso fica demonstrado quando, ao final da narrativa, Jesus pergunta ao doutor da Lei qual dos tr\u00eas havia sido o \u201cpr\u00f3ximo\u201d do homem que foi espancado pelos salteadores (v.36) e este se limita a responder: \u201cO que usou de miseric\u00f3rdia para com ele\u201d (v.37). Ou seja, ele sequer diz que foi o \u201csamaritano\u201d. Mesmo assim, a palavra de Jesus, visando responder a pergunta inicial (v.25), foi que o doutor da Lei fizesse o mesmo. Da mesma forma devemos colocar em pr\u00e1tica o amor que afirmamos ter a Deus sobre todas as coisas, e ao nosso pr\u00f3ximo, pois s\u00f3 assim fazendo estaremos aptos \u00e0 vida eterna. Infelizmente, nos tempos de Jesus a hipocrisia humana, que faz com que homens conhecedores n\u00e3o sejam praticantes do pr\u00f3prio conhecimento, j\u00e1 estava bem presente na sociedade judaica. Por isso, Jesus teve diversos embates com os doutores da Lei (Mt 23.1-36).<\/p>\n<p><strong>Ajudar ao pr\u00f3ximo n\u00e3o salva, mas \u00e9 algo que deve ser feito por quem \u00e9 salvo. <\/strong>Nesta par\u00e1bola, Jesus n\u00e3o quer afirmar que o samaritano pudesse alcan\u00e7ar a salva\u00e7\u00e3o por causa de sua benefic\u00eancia e de sua atitude amorosa. Jesus apenas est\u00e1 respondendo \u00e0 pergunta formulada pelo professor da Lei. \u00c9 importante salientarmos que fazer obras de caridade n\u00e3o leva ningu\u00e9m \u00e0 salva\u00e7\u00e3o (Ef 2.8,9). Contudo, os verdadeiros filhos de Deus s\u00e3o \u201cfeitos\u201d para as boas obras, isto \u00e9, as realizam naturalmente (Ef 2.10; Tg 2.14,17). Assim, Cristo mostra ao mestre da Lei que uma pessoa sincera soluciona facilmente essa quest\u00e3o que, aos olhos daquele homem, parecia t\u00e3o complexa.<\/p>\n<p><strong>A medida do amor para com o necessitado. <\/strong>A medida do amor para com o pr\u00f3ximo n\u00e3o deve ser estabelecida com base nas diferen\u00e7as de nacionalidade, de confiss\u00e3o religiosa ou do grupo social, mas unicamente com base na necessidade do outro. O pr\u00f3ximo que se encontra em uma situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia e precisa que algo seja realizado por ele naquele momento, n\u00e3o pode esperar qualquer an\u00e1lise ou palavra \u201cmotivacional\u201d (Tg 2.14-16). Por isso, estamos falando em a\u00e7\u00f5es concretas, ajudas materiais, assim como na par\u00e1bola contada por Jesus.<\/p>\n<p><strong>Sendo o pr\u00f3ximo. <\/strong>O doutor da Lei havia perguntado quem era o pr\u00f3ximo dele (v.29). Na resposta de Jesus, a pergunta \u00e9 inversa, ou seja, de quem eu posso, ou devo, ser o pr\u00f3ximo? (v.36). A quest\u00e3o colocada pelo doutor da Lei n\u00e3o continha nenhum interesse ou compromisso em ajudar de verdade. J\u00e1 a indaga\u00e7\u00e3o de Jesus for\u00e7ava-o a pensar acerca dessa obriga\u00e7\u00e3o. De acordo com o ensinamento de Jesus, o que fica claro \u00e9 que o \u201cpr\u00f3ximo\u201d trata-se de qualquer pessoa que se aproxima de outras com amor verdadeiro e generoso sem levar em conta as diferen\u00e7as religiosas, culturais e sociais. Jesus retoma a pergunta inicial e conclui dando uma resposta inesperada, pois o caminho proposto por Ele \u00e9 pautado no amor, com demonstra\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, para com todos os homens (Lc 10.37). O cora\u00e7\u00e3o cheio de amor fala e age de acordo com a considera\u00e7\u00e3o do Mestre, perguntando sempre de quem eu posso ser o pr\u00f3ximo, ou seja, a quem devo socorrer.<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A par\u00e1bola estudada na li\u00e7\u00e3o de hoje foi uma \u201chist\u00f3ria-exemplo\u201d, pois se trata de um mandamento de amar e exercitar a miseric\u00f3rdia para com o pr\u00f3ximo. Aqui aprendemos que o amor n\u00e3o aceita limites na defini\u00e7\u00e3o de quem \u00e9 o pr\u00f3ximo. Enquanto todas as sociedades e seus segmentos sociais acabam levantando barreiras para separ\u00e1-las das demais pessoas, os disc\u00edpulos de Cristo devem olhar para os seres humanos com igualdade, pois o pr\u00f3prio Deus n\u00e3o faz acep\u00e7\u00e3o de pessoas (At 10.34).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LI\u00c7\u00c3O \u2013 334 \u2013 25 de novembro de 2018 TEXTO \u00c1UREO \u201cE que am\u00e1-lo de todo o cora\u00e7\u00e3o, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as for\u00e7as e amar o pr\u00f3ximo como a si mesmo \u00e9 mais do que todos os holocaustos e sacrif\u00edcios\u201d (Mc 12.33). 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