{"id":4777,"date":"2015-03-18T11:41:43","date_gmt":"2015-03-18T14:41:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=4777"},"modified":"2020-12-23T13:24:40","modified_gmt":"2020-12-23T16:24:40","slug":"fidelidade-em-tempos-de-crise","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/fidelidade-em-tempos-de-crise\/","title":{"rendered":"Fidelidade em tempos de crise"},"content":{"rendered":"<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 143<\/strong>\u00a0\u00a0\u2013 \u00a022 de mar\u00e7o de 2015<\/p>\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n<p>\u201cSe te mostrares fraco no dia da ang\u00fastia, \u00e9 que a tua for\u00e7a \u00e9 pequena.\u201d<strong> Pv. 24.10<\/strong><\/p>\n<p><strong>VERDADE APLICADA<\/strong><\/p>\n<p>Inevitavelmente, todo ser humano poder\u00e1 ser visitado por manifesta\u00e7\u00f5es s\u00fabitas, seja no plano f\u00edsico, psicol\u00f3gico ou espiritual, que demandar\u00e1 dele uma f\u00e9 al\u00e9m das palavras.<\/p>\n<p><strong>TEXTOS DE REFER\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n<p>J\u00f3 1.17-20<\/p>\n<p><strong>OBJETIVOS DA LI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Desfazer o falso pensamento de que o justo n\u00e3o enfrenta crises e contratempos;<\/li>\n<li>Compreender que por mais que coisas ruins afluam contra o justo, no fim tudo dar\u00e1 certo;<\/li>\n<li>Instruir como agir e como reagir \u00e0s vicissitudes existenciais da vida.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A Palavra de Deus deixa claro que n\u00e3o h\u00e1 quem escape das perplexidades desta vida (Jo 16.33). Mesmo os mais abnegados e dedicados servos de Deus enfrentam crises e contratempos (Sl 55.1-6). Nesta li\u00e7\u00e3o, J\u00f3 nos servir\u00e1 como arqu\u00e9tipo de fidelidade. Aprenderemos pela sua experi\u00eancia avassaladora que os justos, mesmo inseridos em situa\u00e7\u00f5es de crise, devem manter-se fi\u00e9is ao Senhor (J\u00f3 1.22; Hc 3.17, 18).<\/p>\n<p><strong>FIEL, AINDA QUE OS RELACIONAMENTOS ESTEJAM AFETADOS.<\/strong><\/p>\n<p>A f\u00e9 deve triunfar sobre todas as quest\u00f5es da vida. A exist\u00eancia humana \u00e9 composta de relacionamentos interpessoais nos quais poderemos sofrer acusa\u00e7\u00f5es ou mesmo indiferen\u00e7as daqueles que fazem parte de nosso c\u00edrculo mais \u00edntimo.<\/p>\n<p><strong>A intoler\u00e2ncia dos familiares.<\/strong><\/p>\n<p>Nas situa\u00e7\u00f5es mais cr\u00edticas da vida, o que menos precisamos \u00e9 de algu\u00e9m que agrave nossa ang\u00fastia. Nesses momentos, a fam\u00edlia deve se tornar o nosso \u201cch\u00e3o\u201d; mas nem sempre isso acontece, como foi o caso de J\u00f3. Seu lar, o mundo de seus afagos, estava afetado. Mesmo em sua fidelidade, diante dos tr\u00e1gicos acontecimentos ele n\u00e3o encontrou na esposa a palavra que tanto precisava naquele per\u00edodo cr\u00edtico de sua vida, mas, ainda assim, ele se manteve fiel (J\u00f3 2.8-10; 19.14\u00aa). Seu exemplo inspira a mantermos inarred\u00e1veis em nossa fidelidade a Deus. Mesmo quando n\u00e3o encontramos no seio de nossa fam\u00edlia o t\u00e3o esperado apoio. As Escrituras nos revelam que at\u00e9 mesmo Jesus, nossa maior inspira\u00e7\u00e3o, sofreu incompreens\u00f5es de Seus familiares (Mc 3.31, 32).<\/p>\n<p><strong>As acusa\u00e7\u00f5es dos amigos.<\/strong><\/p>\n<p>Uma das li\u00e7\u00f5es que aprendemos, quando inseridos nas adversidades, \u00e9 identificar quem s\u00e3o nossos verdadeiros amigos (Pv 17.17). John C. Collins afirmou que \u201cna prosperidade, nossos amigos nos conhece; na adversidade, n\u00f3s conhecemos nossos amigos.\u201d Quando os amigos de J\u00f3 souberam de sua calamidade foram at\u00e9 ele, em tese para consol\u00e1-lo (J\u00f3 2.11-13). A partir do cap\u00edtulo 3, com uma teologia equivocada, os amigos de J\u00f3 come\u00e7aram a acus\u00e1-lo dizendo que o seu sofrimento era reflexo de seus pecados. J\u00f3 foi acusado de mentiroso, hip\u00f3crita e culpado pela morte de seus filhos (J\u00f3 16.10). Por\u00e9m, mesmo diante das zombarias, dos desprezos e das acusa\u00e7\u00f5es, J\u00f3 se manteve \u00edntegro.<\/p>\n<p><strong>O desprezo dos circunstantes.<\/strong><\/p>\n<p>De respeitado e honrado a desprezado e zombado pela sociedade (J\u00f3 17.2). Essa era a situa\u00e7\u00e3o de J\u00f3 quando inserido na crise aflitiva (J\u00f3 29.7-11). Tamanha era a desola\u00e7\u00e3o, que J\u00f3 sentia-se como um animal de h\u00e1bitos noturnos que vivia no deserto em solid\u00e3o (J\u00f3 30.29). A calamidade de J\u00f3 tornara-se assunto de alegria e brincadeira (J\u00f3 17.6; 30.9; Sl 69.12). A perda da prosperidade acarretou a perda dessas homenagens. Aquele que foi lisonjeado em riqueza e sucesso foi cruelmente desprezado no momento da adversidade (J\u00f3 30.1-10). Compreende-se que a vida social de J\u00f3 foi afetada quando tudo passou a dar errado no plano horizontal, isto \u00e9, entre os homens. Entretanto, mesmo desolado e em meio aos contratempos, no plano vertical ele se manteve fiel ao Senhor, Seu Deus.<\/p>\n<p><strong>II. FIEL, AINDA QUE AS PERDAS PARE\u00c7AM IRREPAR\u00c1VEIS.<\/strong><\/p>\n<p>A rapidez e imprevisibilidade de acontecimentos na vida de J\u00f3 somente evidenciam como as coisas dessa temporalidade s\u00e3o transit\u00f3rias. O dia de festa transformou-se em dia de luto. Precisamos saber como enfrentar:<\/p>\n<p><strong>A separa\u00e7\u00e3o das pessoas que amamos.<\/strong><\/p>\n<p>Por mais dolorosa que seja, a morte \u00e9 uma realidade e, paradoxalmente, \u00e9 diante da perda que nosso cora\u00e7\u00e3o tende a ficar melhor (Ec 7.1-3). Todos n\u00f3s teremos que conviver com essa certeza at\u00e9 que Jesus a descontinue, pois na eternidade com Cristo n\u00e3o haver\u00e1 mais cortejos f\u00fanebres nem separa\u00e7\u00f5es (Ap 21.4). Vale a pena nos manter fi\u00e9is a Deus, ainda que com os olhos lacrimejando pelas perdas irrepar\u00e1veis, pois o nosso choro n\u00e3o pode ser o fim da f\u00e9, nem o fim da esperan\u00e7a (I Ts 4.13). O pr\u00f3prio Jesus diante da moment\u00e2nea perda de L\u00e1zaro, embora soubesse que iria ressuscit\u00e1-lo, n\u00e3o se conteve e chorou (Jo 11.35-44). J\u00f3 n\u00e3o foi o \u00fanico que enfrentou a perda das pessoas que amava. Muitos neste momento poder\u00e3o estar com os cora\u00e7\u00f5es dilacerados pela lacuna deixada por algu\u00e9m que se foi, mas, assim como J\u00f3, devemos sempre nos manter fi\u00e9is, pois aquele que deu a vida tem o direito de reav\u00ea-la (1Sm 2.6).<\/p>\n<p><strong>A perda de bens materiais.<\/strong><\/p>\n<p>Ao enfrentar a realidade da perda de seus bens, J\u00f3 se apegou \u00e0s realidades espirituais e, portanto, n\u00e3o titubeou em sua f\u00e9 (J\u00f3 13.15). Sua fidelidade n\u00e3o repousava sobre o que Deus faz neste ou naquele momento, mas repousava sobre o que Ele \u00e9 em todos os momentos. Assim, a efemeridade das propriedades terrenas, bem como a durabilidade das realidades espirituais ficam demonstradas no perpassar do livro. Somente um cora\u00e7\u00e3o centrado em Deus e em Seus princ\u00edpios, como era o de J\u00f3, poder\u00e1 suplantar todos os sentimentos de incredulidade em tempos inesperadamente desfavor\u00e1veis (J\u00f3 2.21; Hc 3.17-19).<\/p>\n<p><strong>A irrefut\u00e1vel realidade das enfermidades.<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 com o negar que, devido ao pecado, a humanidade est\u00e1 sujeita a todo tipo de males (Gn 3.16-19). Ningu\u00e9m est\u00e1 livre de ser acometido pelas doen\u00e7as e enfermidades (Rm 3.23). Todavia, \u00e9 nessas situa\u00e7\u00f5es que a verdadeira natureza da f\u00e9 \u00e9 aferida (J\u00f3 2.4-6). Como se n\u00e3o bastasse o estado psicol\u00f3gico fragilizado em que estava, J\u00f3 agora viu seu estado f\u00edsico sendo atingido violentamente e sua sa\u00fade se esvaindo (J\u00f3 2.7, 8). \u00c9 no contexto das ang\u00fastias que se revelar\u00e1 a for\u00e7a ou fraqueza do crist\u00e3o, se \u00e9 fiel ou infiel (Pv 24.10). J\u00f3, a despeito de sua dor e sofrimento, sabia que Deus continuava lhe assistindo e defendendo (J\u00f3 16.19). Mesmo nos momentos de maior intensidade de sua dor, J\u00f3 permaneceu fiel (J\u00f3 2.10). O livro de J\u00f3 nos ensina que o diagn\u00f3stico, por mais irrefut\u00e1vel que pare\u00e7a, n\u00e3o pode contraditar o amor e assist\u00eancia divina (Sl 46.1).<\/p>\n<p><strong>III. COMO MANTER-SE FIEL MESMO ANTE AS INSTABILIDADES DA VIDA.<\/strong><\/p>\n<p>Nem sempre \u00e9 f\u00e1cil compreender o agir de Deus, mas o discernimento da Sua Palavra e a convic\u00e7\u00e3o de que Deus sempre quer o melhor para n\u00f3s nos manter\u00e3o est\u00e1veis frente \u00e0s vicissitudes da vida.<\/p>\n<p><strong>Manter as convic\u00e7\u00f5es estabelecidas.<\/strong><\/p>\n<p>Embora a palavra \u201cf\u00e9\u201d n\u00e3o apare\u00e7a no livro de J\u00f3, ela transparece na vida e no comportamento dele ante a crise que se instalara em sua vida (Hb 11.1). Suas convic\u00e7\u00f5es sobre Deus e Sua bondade n\u00e3o foram estremecidas (J\u00f3 19.23). J\u00f3 nos ensina que, onde a sabedoria de Deus se manifesta como inc\u00f3gnita, o \u00fanico caminho a ser seguido \u00e9 o da f\u00e9 (Hb 11.6). Assim, aprendemos que a teologia de um homem influenciar\u00e1 em sua vida, pois as convic\u00e7\u00f5es espirituais s\u00e3o as ra\u00edzes de todas as outras. O que quer que um homem pense sobre Deus e sobre sua f\u00e9 moldar\u00e1 o seu car\u00e1ter e delinear\u00e1 o seu destino. Apesar dos pesares, a f\u00e9 de J\u00f3 ancorava em Deus (J\u00f3 13.14-16).<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o aplicar a teologia da causa e efeito na vida.<\/strong><\/p>\n<p>Entende-se pelas Escrituras que o sofrimento tenha como causa prim\u00e1ria o pecado, todavia, nem todo sofrimento tem como causa imediata o pecado (Gn 3.15-19); Jo 9.1-3). A teologia da causa e efeito transfere a fixidez do mundo f\u00edsico para o mundo espiritual. Para muitos, o sofrimento \u00e9 reflexo da aus\u00eancia de Deus na vida e, consequentemente, pecado oculto. Essa era a mentalidade teol\u00f3gica de Elifaz, Bildade, Zofar e de Eli\u00fa (J\u00f3 4.7, 8; 22.5). A f\u00e9 de J\u00f3 n\u00e3o foi abalada porque ele sabia que trag\u00e9dias podem acometer tamb\u00e9m a quem conhece a Deus.<\/p>\n<p><strong>Compreender a soberania divina.<\/strong><\/p>\n<p>J\u00f3 n\u00e3o atribui ao Diabo a causa de suas afli\u00e7\u00f5es, como muitos costumam fazer. A certeza da soberania divina deu-lhe serenidade para ador\u00e1-Lo no dia da perplexidade (J\u00f3 1.20; Hc 3.17, 18). Ele tinha a consci\u00eancia que a vontade divina, que \u00e9 soberana, determina a nossa vinda e nossa ida neste curto per\u00edodo de vida (J\u00f3 1.21; Ec 3.2). N\u00e3o s\u00e3o poucos os que inseridos na adversidade t\u00eam dificuldade de conciliar a bondade com a onipot\u00eancia de Deus. Indagam: \u201cSe Deus \u00e9 bom e pode todas as coisas, porque estou sofrendo?\u201d C.S. Lewis, em seu livro \u201cO problema do sofrimento\u201d, nos fala como \u00e9 dif\u00edcil, ou at\u00e9 mesmo imposs\u00edvel, saber com certeza o que \u00e9 bom ou mau nesta vida (Is 55.8, 9).<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A simultaneidade de acontecimentos tr\u00e1gicos que sobreveio na vida de J\u00f3 n\u00e3o o tornou uma pessoa amarga. Ele foi v\u00edtima das incompreens\u00f5es, sofreu grandes preju\u00edzos e ainda assim n\u00e3o perdeu a amabilidade com o pr\u00f3ximo e mostrou-se fiel a Deus (J\u00f3 42.10; 1.22). Todo aquele desencadear de afli\u00e7\u00f5es que sucedeu em sua vida serviu-lhe de prova e aperfei\u00e7oamento. J\u00f3 saiu da crise mais fortalecido, mais l\u00facido sobre Deus e sobre si mesmo (J\u00f3 42.5,6). Mesmo fora das fronteiras da compreens\u00e3o e do amor fraternal dos parentes, amigos e conhecidos, J\u00f3 sabia com quem podia contar: Deus.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>LI\u00c7\u00c3O \u2013 143\u00a0\u00a0\u2013 \u00a022 de mar\u00e7o de 2015 TEXTO \u00c1UREO \u201cSe te mostrares fraco no dia da ang\u00fastia, \u00e9 que a tua for\u00e7a \u00e9 pequena.\u201d Pv. 24.10 VERDADE APLICADA Inevitavelmente, todo ser humano poder\u00e1 ser visitado por manifesta\u00e7\u00f5es s\u00fabitas, seja no plano f\u00edsico, psicol\u00f3gico ou espiritual, que demandar\u00e1 dele uma f\u00e9 al\u00e9m das palavras. 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