{"id":4461,"date":"2014-07-05T23:53:24","date_gmt":"2014-07-06T02:53:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=4461"},"modified":"2014-07-05T23:53:24","modified_gmt":"2014-07-06T02:53:24","slug":"pecado","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/pecado\/","title":{"rendered":"Pecado"},"content":{"rendered":"<p>As trevas s\u00e3o a aus\u00eancia da luz. embora o pecado e o mal sejam, algumas vezes, comparados com as trevas, eles s\u00e3o mais que mera aus\u00eancia do bem. O pecado tamb\u00e9m \u00e9 mais que um defeito. \u00c9 uma for\u00e7a ativa, perniciosa e destruidora.<\/p>\n<p><b>O que ensina a B\u00edblia sobre esse importante assunto?<\/b> O ponto de vista b\u00edblico \u00e9 que o pecado originou-se no abuso da liberdade concedida aos seres criados, os que foram equipados com o uso da vontade. N\u00e3o foi Deus o criador do mal. O mal \u00e9 uma quest\u00e3o de relacionamento, e n\u00e3o algo provido de subst\u00e2ncia. Basicamente, desconsidera a gl\u00f3ria, a vontade e a Palavra de Deus. Rompe com a rela\u00e7\u00e3o de obedi\u00eancia para com a f\u00e9 em Deus, e toma a decis\u00e3o de falhar diante dEle. Entretanto, por raz\u00f5es que s\u00e3o melhores conhecidas por Ele mesmo, Deus permitiu a possibilidade da falha moral. Existem certas coisas que Deus n\u00e3o nos revelou.<\/p>\n<p><b>O mais admir\u00e1vel em tudo isso \u00e9 que Deus, ao mesmo tempo, tenha provido um rem\u00e9dio para os que ca\u00edram.<\/b><\/p>\n<p>O pecado, portanto, originou-se na livre escolha das criaturas de Deus. Quando a serpente (Ap 12.9, fala sobre \u201ca antiga serpente, que se chama diabo e Satan\u00e1s\u201d). Tentou Eva, ela come\u00e7ou com uma pergunta (conforme Satan\u00e1s de vez em quando faz): \u201c\u00c9 assim que Deus disse: N\u00e3o comereis de toda \u00e1rvore do jardim?\u201d Foi como se tivesse indagado: \u201cSer\u00e1 que um Deus bom impediria alguma coisa que voc\u00eas quisessem?\u201d Em seguida, introduziu uma nega\u00e7\u00e3o: \u201c\u00c9 certo que n\u00e3o morrereis&#8230; Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrir\u00e3o os olhos, e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal\u201d. Satan\u00e1s estava insinuando que Deus criara Ad\u00e3o e Eva \u00e0 imagem dEle, e por isso queria que se tornassem como Ele; no entanto, proibira aos dois aquilo que os faria ser como Ele. Ent\u00e3o, Eva, deixando que a aten\u00e7\u00e3o ca\u00edsse sobre a coisa proibida, come\u00e7ou a raciocinar que o fruto poderia ser realmente bom para ela. Satan\u00e1s, pois, n\u00e3o teve de apanhar o fruto, nem de for\u00e7ar Eva a faz\u00ea-lo. Ela mesma continuou a olhar para o fruto \u2013 e fez a escolha. Ela apanhou o fruto, comeu e deu parte dele a seu marido, talvez conduzindo-o pela mesma linha de racioc\u00ednio que a levou ao pecado. O pecado de nossos primeiros pais teve diversas consequ\u00eancias. Eles entraram em estado de culpa. E n\u00e3o somente se tornaram c\u00f4nscios de seu ato e da separa\u00e7\u00e3o de Deus na qual haviam incorrido, mas sabiam que estavam sujeitos \u00e0 penalidade atrelada ao mandamento de Deus, em caso de desobedi\u00eancia. <b>Alguns, atualmente, confundem sentimento de culpa com a pr\u00f3pria culpa. S\u00e3o crentes que aceitaram o perd\u00e3o outorgado por Cristo, mas ainda conservam restos de sentimento de culpa. O <i>sentimento<\/i> de culpa resulta de uma consci\u00eancia maculada. A pr\u00f3pria culpa \u00e9 a responsabilidade legal pelo erro praticado aos olhos de Deus, o que incorre em penalidade.<\/b><\/p>\n<p>Deus n\u00e3o poderia ser santo se tolerasse o rompimento da lei divina. Por essa raz\u00e3o, olha para o pecado com ira e julgamento (Rm 1.18; Hb 10.31; 12.29; 2Pe 2.9; 3.7).<\/p>\n<p>Ad\u00e3o e Eva, pois, trouxeram contra si mesmos as consequ\u00eancias pessoais do pecado (Gn 3.1-19). O g\u00eanero humano inteiro foi infectado pelo pecado. As crian\u00e7as que nascessem seriam naturalmente contaminadas. Por causa dessa enfermidade da natureza humana, o indiv\u00edduo, ao atingir a idade da responsabilidade moral (a B\u00edblia n\u00e3o fala numa idade espec\u00edfica de responsabilidade; algumas crian\u00e7as chegam a ter esse entendimento mais cedo na vida do que outras), coloca-se debaixo da ira de Deus. O efeito do pecado de Ad\u00e3o sobre a ra\u00e7a humana \u00e9, com frequ\u00eancia, chamado de \u201cpecado\u201d original. O pecado original, enquanto n\u00e3o \u00e9 por si mesmo a causa de serem os pecadores condenados por Deus, leva-os a pecado pessoal aberto, raz\u00e3o pela qual o ap\u00f3stolo Paulo p\u00f4de dizer com tristeza: <b>\u201cPorque todos pecaram e destitu\u00eddos est\u00e3o da gl\u00f3ria de Deus\u201d (Rm 3.23)<\/b>. Por causa do pecado de Ad\u00e3o, pois, a inoc\u00eancia se perdeu, a imagem divina na humanidade foi distorcida e debilitada, as pessoas tornaram-se escravas do pecado (Rm 6), e a disc\u00f3rdia e a morte entraram no mundo.<\/p>\n<p>Uma consequ\u00eancia \u00f3bvia do pecado foi a ruptura das rela\u00e7\u00f5es que prevaleciam no jardim do \u00c9den. Em primeiro lugar, Ad\u00e3o e Eva forma separados de Deus. Suas consci\u00eancias, em lugar de ajud\u00e1-los, levaram-nos a se esconder de Deus entre as \u00e1rvores do jardim, e tiveram de preparar uma cobertura para si mesmos com folhas de figueira. Ent\u00e3o, quando Deus os fez enfrentar o pecado que haviam praticado, eles tentaram transferir a culpa (algo que as pessoas v\u00eam fazendo desde ent\u00e3o). Mas Deus n\u00e3o aceitou. E p\u00f4s a responsabilidade de volta sobre eles.<\/p>\n<p>O pecado, por conseguinte, originou-se da livre escolha das criaturas de Deus. Em lugar de crer e confiar em Deus, e corresponder a seu admir\u00e1vel amor e \u00e0 sua provis\u00e3o, destronaram-no, e entronizaram o pr\u00f3prio \u201ceu\u201d.<\/p>\n<p>A incredulidade e o desejo de exaltar o pr\u00f3prio \u201ceu\u201d foram os elementos-chave do primeiro pecado. Isa\u00edas 14 mostra-nos a que extremos esses elementos podem levar. Na profecia contra Tiglate-Pileser, que assumira o t\u00edtulo de \u201crei da Babil\u00f4nia\u201d (Ver Jack Finegan, <i>Light from the Ancient Past<\/i>, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1959, p\u00e1g.206), est\u00e3o registradas as reivindica\u00e7\u00f5es extravagantes que ele fez em favor pr\u00f3prio. \u00c0 semelhan\u00e7a da maioria dos reis antigos, ele procurou exaltar-se acima dos deuses e do verdadeiro Deus. Dois anos mais tarde, a profecia de Isa\u00edas teve cumprimento, e as pessoas que viam o cad\u00e1ver do rei diziam: \u201c\u00c9 este o homem que fazia estremecer a terra?\u201d (Is 14.16-20). Aqui, \u201chomem\u201d \u00e9 o hebraico <i>ha\u2019ish<\/i>, que indica um homem comum, o ser humano do sexo masculino. Alguns estudiosos v\u00eaem um paralelo entre a auto-exalta\u00e7\u00e3o de Tiglate-Pileser, tamb\u00e9m conhecido pelo nome de Pul, e a de Satan\u00e1s, que terminou com a sua queda. Sem d\u00favida, Satan\u00e1s esteve por detr\u00e1s dele, tendo-o encorajado em seu orgulho, como a Senaqueribe, posteriormente (Is 36.18-20; 37.12,13,23,24).<\/p>\n<p><b>A ess\u00eancia do pecado, portanto, \u00e9 optar pela satisfa\u00e7\u00e3o o pr\u00f3prio \u201ceu\u201d em lugar do original e mais elevado objetivo na vida \u2013 buscar a Deus e \u00e0 sua justi\u00e7a. O resultado \u00e9 todos os tipos de pecados, corrup\u00e7\u00e3o e pervers\u00e3o (ver Rm 1.18-32, onde a B\u00edblia mostra quanto sofrimento h\u00e1 neste mundo por causa do pecado, e o quanto, por conseguinte, o mundo precisa do Evangelho).<\/b><\/p>\n<p><b>O pecado pode ser descrito como uma transgress\u00e3o \u00e0s leis de Deus (1Jo 3.4)<\/b>.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma variedade de termos, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, cada qual suprindo sombras de significado, que t\u00eam por centro o conceito de pecado como exalta\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio \u201ceu\u201d e a transgress\u00e3o \u00e0s leis divinas. A palavra hebraica mais comum para pecado \u00e9 <i>chatta\u2019th<\/i>, que significa basicamente \u201cerrar o alvo\u201d \u2013 ou por ficar, voluntariamente, aqu\u00e9m da marca, ou por desviar-se para um lado ou para outro (Is 53.6; Rm 3.9-12,23). A mesma palavra \u00e9 usada em Jz 20.16, para indicar soldados canhotos que podiam atirar uma pedra contra um fio de cabelo sem \u201cerrar\u201d.<\/p>\n<p>Uma outra palavra hebraica, <i>resha\u2019<\/i>, \u00e9 usada para a ira que se levanta contra Deus (Ez 21.24). <i>Pesha\u2019 <\/i>\u00e9 a rebeli\u00e3o deliberada e premeditada contra Deus (Jr 5.6). Outras palavras hebraicas falam de um comportamento distorcido e desviado, que \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 inten\u00e7\u00e3o de Deus para conosco. Mas tudo retrocede basicamente \u00e0 incredulidade que deixa de confiar e de obedecer a Deus (Hb 3.9 e 4.1).<\/p>\n<p>A animosidade que irrompeu entre Caim e Abel \u00e9 o primeiro exemplo registrado das rela\u00e7\u00f5es tensas que t\u00eam maculado a sociedade desde a queda. Guerras e lutas t\u00eam causado indiz\u00edveis dores atrav\u00e9s da longa hist\u00f3ria de nossa ra\u00e7a deca\u00edda \u2013 algo que continuar\u00e1 at\u00e9 que Jesus, nosso Pr\u00edncipe da Paz, volte a este mundo para estabelecer o seu Reino (Mt 24.6-8). Outrossim, todo pecador vive espumando, dentro de si, a disc\u00f3rdia (Rm 7).\u00a0 \u201cMiser\u00e1vel homem que eu sou! Quem me livrar\u00e1 do corpo desta morte?\u201d clama a pessoa rasgada pela desarmonia interior (Rm 7.24).<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria natureza sofreu devido \u00e0 queda. At\u00e9 o solo foi amaldi\u00e7oado (Gn 3.14-24). N\u00e3o somente o mal moral se transformou em uma nuvem escura sobre o mundo. A queda ocasionou tamb\u00e9m o mal natural, pelo mesmo caminho. As pestil\u00eancias, doen\u00e7as e secas que t\u00eam amaldi\u00e7oado a humanidade \u2013 fazendo com que sua labuta seja, realmente o comer pelo \u201csuor de seu rosto\u201d \u2013 resultam da rebeldia inicial do homem contra Deus, no jardim do \u00c9den.<\/p>\n<p>Em seguida, o pecado produziu a morte. Deus advertira de que a ingest\u00e3o do fruto proibido resultaria em morte certa (Gn 2.17). Na B\u00edblia, \u201cmorte\u201d com frequ\u00eancia significa \u201csepara\u00e7\u00e3o\u201d. Portanto, o primeiro efeito foi a morte espiritual; o pecado separou Ad\u00e3o e Eva de Deus. A rebeldia deles produziu a morte f\u00edsica no mundo. Como resultado, a humanidade est\u00e1 destinada a morrer \u201cuma vez, vindo depois disso, o ju\u00edzo\u201d (Hb 9.27). Mais que isso, por\u00e9m, os pecadores que n\u00e3o se arrependerem est\u00e3o sujeitos \u00e0 segunda morte (Ap 2.11; 20.15), que \u00e9 a eterna separa\u00e7\u00e3o entre indiv\u00edduo e aquEle que \u00e9 a fonte da vida, o pr\u00f3prio Deus.<\/p>\n<p>O fato de que o sal\u00e1rio do pecado \u00e9 a morte (Rm 6.23) chama a nossa aten\u00e7\u00e3o para a grave natureza do pecado. Paulo salientou que o pecado poderia usar at\u00e9 uma coisa boa, como a Lei, para seus maus prop\u00f3sitos. Deus o permite para que o pecado se torne \u201cexcessivamente maligno\u201d (Rm 7.13). N\u00e3o h\u00e1 como minimizarmos o mais leve pecado. Nenhum pecado \u00e9 pequeno demais para ser negligenciado ou para dispensar o perd\u00e3o. Tiago tamb\u00e9m nos lembra que Deus \u201cn\u00e3o pode ser tentado pelo mal e a ningu\u00e9m tenta. Mas cada um \u00e9 tentado, quando atra\u00eddo e engodado pela sua pr\u00f3pria concupisc\u00eancia. Depois, havendo a concupisc\u00eancia concebido, d\u00e1 \u00e0 luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte\u201d (Tg 1.13-15). Em outras palavras, se permitirmos que nossa mente se demore sobre alguma tenta\u00e7\u00e3o ou desejo errado, acabamos praticando um ato pecaminoso, e tornaremos o pecado em um h\u00e1bito de vida, o que resultar\u00e1 na morte espiritual e eterna, ou seja, seremos eternamente separados de Deus. N\u00e3o admira, pois, que a B\u00edblia recomende: \u201cQuanto ao mais, irm\u00e3os, tudo o que \u00e9 verdadeiro, tudo que \u00e9 honesto, tudo que \u00e9 justo, tudo que \u00e9 puro, tudo que \u00e9 am\u00e1vel, tudo que \u00e9 de boa fama, se h\u00e1 alguma virtude, e se h\u00e1 algum louvor, nisso pensai\u201d (Fp 4.8).<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos demorar-nos em maus pensamentos, ou aceit\u00e1-los. Em si mesmos, os maus pensamentos n\u00e3o s\u00e3o pecado. Por exemplo, o homic\u00eddio pode ser insuflado em nossa mente pelo ambiente em que se vivemos. Mas podemos rejeitar esses pensamentos. Somente quando nos demoramos neles e permitimos que incubem \u00e9 que nos levam ao pecado. Por exemplo, quando Jesus disse: \u201cEu por\u00e9m vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobi\u00e7ar j\u00e1 em seu cora\u00e7\u00e3o cometeu adult\u00e9rio com ela\u201d (Mt 5.28), vemos que a palavra grega para \u201colhar\u201d \u00e9 um princ\u00edpio que significa \u201ccontinuar olhando\u201d. O pensamento passageiro n\u00e3o torna o indiv\u00edduo culpado nem o obriga a cometer pecado. Mediante a ajuda do Esp\u00edrito Santo, esse pecado pode ser rejeitado, e uma vit\u00f3ria ganha para a gl\u00f3ria de Deus.<\/p>\n<p>Com base em tudo isso, pode parecer que n\u00e3o h\u00e1 pecado de gravidade secund\u00e1ria. Entretanto, a B\u00edblia estabelece distin\u00e7\u00f5es ao julgar os pecados; mas a base \u00e9 diferente \u2013 n\u00e3o, por exemplo se o homic\u00eddio \u00e9 pior que o furto. No Antigo Testamento, a distin\u00e7\u00e3o d\u00e1-se entre pecados n\u00e3o-intencionais pelos quais podia-se oferecer uma oferenda (Lv 4.1 a 5.13), e os pecados deliberados, para os quais o castigo prescrito era a pena de morte (Nm 15.30,31). E o Novo Testamento acrescenta: \u201cPorque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, j\u00e1 n\u00e3o resta mais sacrif\u00edcio pelos pecados, mas uma certa expecta\u00e7\u00e3o horr\u00edvel de ju\u00edzo e ardor de fogo, que h\u00e1 de devorar os advers\u00e1rios. Quebrantando algu\u00e9m a lei de Mois\u00e9s, morre sem miseric\u00f3rdia, s\u00f3 pela palavra de duas ou tr\u00eas testemunhas. De quanto maior castigo cuidais v\u00f3s ser\u00e1 julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do testamento, com que foi santificado, e fizer agravo ao Esp\u00edrito da gra\u00e7a?\u201d (Hb 10.26-29). Assim, a B\u00edblia adverte-nos a nunca tomarmos uma atitude leviana ou descuidada em rela\u00e7\u00e3o ao pecado. Verdadeiramente, o mundo precisa do Evangelho. Todos precisam da salva\u00e7\u00e3o provida por Deus. Gra\u00e7as a Deus que podemos andar na luz, comungar com Deus e ter o sangue de Jesus, seu Filho, para purificar-nos de todo pecado (1Jo 1.7).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"right\"><b>Extra\u00eddo<\/b><\/p>\n<p align=\"right\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Postado por: <\/b>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>\u00a0<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As trevas s\u00e3o a aus\u00eancia da luz. embora o pecado e o mal sejam, algumas vezes, comparados com as trevas, eles s\u00e3o mais que mera aus\u00eancia do bem. O pecado tamb\u00e9m \u00e9 mais que um defeito. \u00c9 uma for\u00e7a ativa, perniciosa e destruidora. O que ensina a B\u00edblia sobre esse importante assunto? 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