{"id":4284,"date":"2014-02-16T17:22:28","date_gmt":"2014-02-16T20:22:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=4284"},"modified":"2020-12-23T13:25:59","modified_gmt":"2020-12-23T16:25:59","slug":"os-dez-mandamentos-do-senhor","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/os-dez-mandamentos-do-senhor\/","title":{"rendered":"Os Dez Mandamentos do Senhor"},"content":{"rendered":"<p><b>Li\u00e7\u00e3o-86\u00a0\u00a0 &#8211;\u00a0\u00a0 <\/b>16 de Fevereiro de 2014<i> <\/i><\/p>\n<p><b>TEXTO \u00c1UREO<\/b><\/p>\n<p>&#8220;Porque o fim da lei \u00e9 Cristo para justi\u00e7a de todo aquele que cr\u00ea&#8221; <b>(Rm 10.4).<\/b><\/p>\n<p><b><\/b><b>VERDADE PR\u00c1TICA<\/b><\/p>\n<p>A lei exp\u00f5e e condena os nossos pecados, por\u00e9m, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a f\u00e9.<\/p>\n<p><b>LEITURA DI\u00c1RIA<\/b><\/p>\n<p><b>Segunda \u2013 Jo 1.16,17<br \/>\n<\/b>A lei de Mois\u00e9s e a gra\u00e7a de Deus<\/p>\n<p><b>Ter\u00e7a \u2013 Rm 1.16,17<br \/>\n<\/b>O crente vive em Cristo a partir da f\u00e9<\/p>\n<p><b>Quarta \u2013 Gl 4.4,5<br \/>\n<\/b>Cristo veio alcan\u00e7ar os que estavam sob a Lei<\/p>\n<p><b>Quinta \u2013 I Co 1.30,31<br \/>\n<\/b>Cristo &#8211; sabedoria, justi\u00e7a, santifica\u00e7\u00e3o e reden\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><b>Sexta \u2013 Rm 10.8,17<br \/>\n<\/b>A f\u00e9 pela Palavra quando crida e obedecida<\/p>\n<p><b>S\u00e1bado \u2013 Gl 2.16<br \/>\n<\/b>A justifica\u00e7\u00e3o nos vem pela f\u00e9 em Cristo<\/p>\n<p><b>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>Hoje estudaremos o cap\u00edtulo 20 do livro de \u00caxodo. \u00c9 uma s\u00edntese concernente aos Dez Mandamentos que foram entregues por Deus a Mois\u00e9s. Muitos pensam que os preceitos morais da Lei foram somente para o Antigo Pacto. Todavia Jesus ressaltou, no Serm\u00e3o do Monte, que os preceitos morais da Lei s\u00e3o eternos e imut\u00e1veis, por isso precisamos conhec\u00ea-los.<\/p>\n<p><strong>I <\/strong><b>&#8211; <\/b><b>OS PROP\u00d3SITOS DA LEI<\/b><\/p>\n<p><b>O Dec\u00e1logo (\u00cax 20.3-17). <\/b>O termo <i>Dec\u00e1logo <\/i>literalmente significa &#8220;dez enunciados&#8221; ou &#8220;declara\u00e7\u00f5es&#8221; (\u00cax 34.28; Dt 4.13). Ele foi proferido por Deus no Sinai (\u00cax 20.1), mas tamb\u00e9m escrito por Ele em duas t\u00e1buas de pedra (\u00cax 31.18). O Dec\u00e1logo exprime a vontade de Deus em rela\u00e7\u00e3o ao ser humano. \u00c9, na verdade, um resumo da lei moral de Deus.<\/p>\n<p><b>Objetivos do Concerto divino. <\/b>A lei foi dada por Deus a Israel com os seguintes objetivos:<\/p>\n<p><i>a) Prover um padr\u00e3o de justi\u00e7a. <\/i>A lei entregue pelo Senhor a Mois\u00e9s \u00e9 um padr\u00e3o de moralidade para o car\u00e1ter e a conduta do homem, seja ele judeu, seja ele gentio (Dt 4.8; Rm 7.12).<\/p>\n<p><i>b) Identificar <\/i>e <i>expor a malignidade do pecado. <\/i>&#8220;Veio, por\u00e9m, a lei para que a ofensa abundasse&#8221;; isto \u00e9, fosse devidamente conhecida (Rm 5.20). &#8220;Pela lei vem o conhecimento do pecado&#8221;, ou seja, o conhecimento pleno da transgress\u00e3o (Rm 3.20; 7.7). A lei n\u00e3o faz do ser humano um pecador, mas faz com que ele se reconhe\u00e7a como um transgressor. Ela exp\u00f5e a malignidade do pecado, mas ao mesmo tempo aponta o caminho da sua expia\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 em Deusatrav\u00e9s dos sacrif\u00edcios que eram oferecidos no Tabern\u00e1culo (Lv 4-7).<\/p>\n<p>c) <i>Revelar a santidade de Deus. <\/i>O Senhor revela a sua santidade por interm\u00e9dio da lei mosaica (\u00cax 24.15-17; Lv 19.1,2), de igual forma, em o Novo Pacto, Ele revela a todo o mundo o seu amor atrav\u00e9s do seu Filho Jesus (Jo 3.16; Rm 5.8). A lei foi dada por Deus para conduzir a humanidade a Cristo (Rm 10.4).<\/p>\n<p><strong>II &#8211; <\/strong><b>OS DEZ MANDAMENTOS <\/b><b>(\u00cax 20.1-17)<\/b><\/p>\n<p><b>O primeiro mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o ter\u00e1s outros deuses diante de mim&#8221; (\u00cax 20.3). Neste primeiro mandamento, Deus se revela como o \u00fanico e verdadeiro Deus (Dt 6.4). Naquela \u00e9poca havia entre as na\u00e7\u00f5es falsos deuses. Um exemplo disso \u00e9 o Egito, onde o povo de Israel estivera por 430 anos. Nossa adora\u00e7\u00e3o e culto devem ser dirigidos somente ao \u00fanico e verdadeiro Deus. N\u00e3o devemos cultuar nem os anjos (Ap 19.10), nem os homens (At 10.25,26) ou quaisquer s\u00edmbolos. O primeiro mandamento da lei, reafirmado em o Novo Testamento, foi a respeito da adora\u00e7\u00e3o somente a Deus (l Co 8.4-6; I Tm 1.17; Ef 4.5,6; Mt 4.10).<\/p>\n<p><b>O segundo mandamen<\/b>to. &#8220;N\u00e3o far\u00e1s para ti imagem de escultura&#8221; (\u00cax 20.4-6). Aqui Deus pro\u00edbe terminantemente o uso de imagens idol\u00e1tricas. &#8220;Deus \u00e9 Esp\u00edrito&#8221;, disse Jesus (Jo 4.24). Ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 como ador\u00e1-lo por meio de imagens. Querer adorar a Deus por meio de imagens vis\u00edveis \u00e9 falta de f\u00e9, pois Cristo \u00e9 a imagem de Deus (CI 1.13-23). \u00c9 abomina\u00e7\u00e3o ao Senhor a idolatria, ou seja, ter \u00eddolos e ser id\u00f3latra (Dt 7.25). Na vida do crente, um \u00eddolo \u00e9 tudo o que ocupa o primeiro lugar em sua vida, em seu cora\u00e7\u00e3o, em seu tempo e em sua vontade. Esse &#8220;\u00eddolo&#8221; pode ser ac\u00famulo de riqueza, a busca pela grandeza, pelo sucesso e pela fama. Pode ser tamb\u00e9m a busca pela popularidade, pelo prazer desenfreado. H\u00e1 muita gente na igreja se arruinando espiritualmente por causa dos &#8220;\u00eddolos do cora\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p><b>O terceiro mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o tomar\u00e1s o nome do Senhor, teu Deus, em v\u00e3o&#8221; (\u00cax 20.7). O nome de Deus representa Ele mesmo; sua divina natureza; seu infinito poder e seu santo car\u00e1ter. Este mandamento, portanto, diz respeito \u00e0 santidade do Senhor. Tomar o nome do Todo-Poderoso em v\u00e3o \u00e9 mencion\u00e1-lo de modo banal, profano, secular e irreverente.<\/p>\n<p><b>O quarto mandamento. <\/b>&#8220;Lembra-te do dia de s\u00e1bado, para o santificar&#8221; (\u00cax 20.8-11). O s\u00e1bado era um dia de descanso e de adora\u00e7\u00e3o a Deus. O termo s\u00e1bado vem do hebraico <i>shabbath (cessar; interromper). <\/i>Em G\u00eanesis 2.3 est\u00e1 escrito que: Deus &#8220;descansou&#8221; (literalmente &#8220;cessou&#8221;, no sentido de algu\u00e9m interromper o que estava fazendo). A express\u00e3o &#8220;lembra-te&#8221;, usada pelo autor no vers\u00edculo 8, indica que o s\u00e1bado j\u00e1 fora dado por Deus no princ\u00edpio, e que j\u00e1 era observado para descanso do trabalho e adora\u00e7\u00e3o a Deus (Gn 2.1-3; \u00cax 20.10). \u00c9 importante ressaltar que em o Novo Testamento n\u00e3o h\u00e1 um s\u00f3 vers\u00edculo que ordene a guarda do s\u00e1bado como dia fixo santificado para descanso e adora\u00e7\u00e3o ao Senhor. O s\u00e1bado foi dado como <b>um <\/b>&#8220;sinal&#8221; do pacto do Sinai entre Deus e Israel. Assim, o s\u00e1bado assinala Israel como povo especial de Deus (\u00cax 31.12,13,17; Ez 20.10-12). A respeito dos demais mandamentos n\u00e3o est\u00e1 dito que eles s\u00e3o &#8220;sinais&#8221;. Para n\u00f3s, o princ\u00edpio que permanece \u00e9 <b>um <\/b>dia de descanso na semana, para nosso benef\u00edcio f\u00edsico e espiritual (Cf. Mc 2.27,28). N\u00f3s, crist\u00e3os, observamos o domingo como dia de culto, pois Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Lc 24.1-3).<\/p>\n<p><strong>III &#8211; <\/strong><b>A CONTINUA\u00c7\u00c3O DOS MANDAMENTOS DIVINOS<\/b><\/p>\n<p><b>O quinto mandamento. <\/b>&#8220;Honra a teu pai e a tua m\u00e3e&#8221; (\u00cax 20.12). Honrar \u00e9 respeitar e obedecer, por amor, \u00e0 autoridade dos pais, e com eles cooperar em tudo. \u00c9 o primeiro mandamento contendo uma promessa de Deus: &#8220;Para que se prolonguem os teus dias.&#8221;<\/p>\n<p><b>O <\/b><b>sexto mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o matar\u00e1s&#8221; (\u00cax 20.13). No original, o termo <i>rasah <\/i>equivale a matar o ser humano de modo doloso, premeditado, planejado. Este mandamento ressalta a sacralidade da vida humana como d\u00e1diva de Deus (At 17.25-28). H\u00e1 tamb\u00e9m aqueles que matam o pr\u00f3ximo no sentido moral, social e espiritual, mediante a mentira, a falsidade, a difama\u00e7\u00e3o, a cal\u00fania, a<br \/>\nmaledic\u00eancia e o falso testemunho (I Jo 3.15). Atualmente h\u00e1 muitos que foram atingidos mortalmente em sua honra e praticamente &#8220;morreram&#8221;.<\/p>\n<p><b>O <\/b><b>s\u00e9timo mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o adulterar\u00e1s&#8221; (\u00cax 20.14). Este mandamento do Senhor est\u00e1 vinculado \u00e0 sacralidade, pureza e respeito absoluto ao sexo, ao matrim\u00f4nio e \u00e0 fam\u00edlia. O adult\u00e9rio \u00e9 um ato sexual il\u00edcito e pecaminoso, de um c\u00f4njuge com outra pessoa estranha ao casamento. Enquanto a lei condenava a pr\u00e1tica do ato, o Novo Testamento vai al\u00e9m &#8211; condena os motivos ocultos no cora\u00e7\u00e3o que levam ao adult\u00e9rio (Mt 5.27,28). Portanto, mais que condenar o ato praticado, Deus espera que em todo o tempo dominemos nossos desejos e nos submetamos ao dom\u00ednio do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p><b>O oitavo mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o furtar\u00e1s&#8221; (\u00cax 20.15). Furtar \u00e9 apoderar-se oculta ou disfar\u00e7adamente daquilo que pertence a outrem. Isso abrange toda forma de desonestidade, de mentira, de oculta\u00e7\u00e3o, por palavra e por atos. \u00c9 preciso respeitar os bens dos outros. Ter honestidade e pureza nos atos; no viver, no agir, no proceder.<\/p>\n<p><b>O nono mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o dir\u00e1s falso testemunho contra o teu pr\u00f3ximo&#8221; (\u00cax 20.16). Este mandamento do Senhor trata da nossa honestidade e sinceridade no uso da palavra em rela\u00e7\u00e3o aos outros. Falso testemunho \u00e9 falar mal dos outros; acusar e culpar injustamente; difamar; caluniar; mentir (Tg 4.11).<\/p>\n<p><b>O d\u00e9cimo mandamento. <\/b>&#8220;N\u00e3o cobi\u00e7ar\u00e1s&#8221; (\u00cax 20.17). Este mandamento \u00e9 o respeito \u00e9tico a tudo o que pertence aos outros. Isto abrange o controle e o dom\u00ednio dos apetites da alma, dos impulsos, desejos e vontade<i> <\/i>do crente. Cobi\u00e7ar \u00e9 querer o que pertence a algu\u00e9m. Querer as coisas dos outros \u00e9 um desejo insano que precisa ser debelado.<\/p>\n<p><b>CONCLUS\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>A Lei exp\u00f5e e condena os nossos pecados, por\u00e9m, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a f\u00e9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Postado por: <\/b>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Li\u00e7\u00e3o-86\u00a0\u00a0 &#8211;\u00a0\u00a0 16 de Fevereiro de 2014 TEXTO \u00c1UREO &#8220;Porque o fim da lei \u00e9 Cristo para justi\u00e7a de todo aquele que cr\u00ea&#8221; (Rm 10.4). VERDADE PR\u00c1TICA A lei exp\u00f5e e condena os nossos pecados, por\u00e9m, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a f\u00e9. 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