{"id":3851,"date":"2013-07-26T23:50:34","date_gmt":"2013-07-27T02:50:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=3851"},"modified":"2020-12-23T13:27:11","modified_gmt":"2020-12-23T16:27:11","slug":"jesus-o-modelo-ideal-de-humildade","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/jesus-o-modelo-ideal-de-humildade\/","title":{"rendered":"Jesus, o modelo ideal de humildade"},"content":{"rendered":"<p><b>Li\u00e7\u00e3o-57<\/b>\u00a0\u00a0\u00a0 \/\u00a0\u00a0 28 de Julho de 2013<\/p>\n<p><b>TEXTO \u00c1UREO<\/b><\/p>\n<p>&#8220;De sorte que haja em v\u00f3s o mesmo sentimento que houve tamb\u00e9m em Cristo Jesus&#8221; <b>(Fp 2.5).<\/b><\/p>\n<p><b>VERDADE PR\u00c1TICA<\/b><\/p>\n<p>Jesus Cristo \u00e9 o nosso modelo ideal de submiss\u00e3o, humildade e servi\u00e7o.<\/p>\n<p><b>LEITURA DI\u00c1RIA<\/b><\/p>\n<p><b>Segunda &#8211; Fp 2 5 8<br \/>\n<\/b>Cristo: o maior exemplo de humildade<\/p>\n<p><b>Ter\u00e7a<\/b> <b>&#8211; Jo 12 20-28<br \/>\n<\/b>Glorifique a Deus na tribula\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><b>Quarta &#8211; Jo 13.3-7<br \/>\n<\/b>Quem ama serve<\/p>\n<p><b>Quinta &#8211; Lc 6. 27-36<br \/>\n<\/b>Amando como Jesus<\/p>\n<p><b>Sexta &#8211; Rm 12. <\/b><b>9-15<br \/>\n<\/b>A verdadeira fraternidade<\/p>\n<p><b>S\u00e1bado &#8211; Fp 2.3<br \/>\n<\/b>Considerando o outro superior<\/p>\n<p><b>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/b><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b>Nesta li\u00e7\u00e3o, enfocaremos as atitudes de Cristo que revelam a sua natureza humana, obedi\u00eancia e humilha\u00e7\u00e3o, bem como a sua divindade. Humanidade e divindade, alias, s\u00e3o as duas naturezas insepar\u00e1veis de Jesus. Esta doutrina \u00e9 apresentada por Paulo no segundo cap\u00edtulo da Ep\u00edstola aos Filipenses.<br \/>\nVeremos ainda que Jesus nunca deixou de ser Deus, e que encarnando-se, salvou-nos de nossos pecados. A presente li\u00e7\u00e3o revela tamb\u00e9m a sua exalta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>I- O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PR\u00c9-ENCARNA\u00c7\u00c3O (2.5,6)<\/b><\/p>\n<p><b>Ele deu o maior exemplo de humildade. <\/b>Na Ep\u00edstola aos Filipenses, lemos: &#8220;De sorte que haja em v\u00f3s o mesmo sentimento que houve tamb\u00e9m em Cristo Jesus&#8221; (v.5). Este texto reflete a humildade de Cristo revelada antes da sua encarna\u00e7\u00e3o. Certa feita, quando ensinava aos seus disc\u00edpulos, o Mestre disse: &#8220;Aprendei de mim, que sou manso e humilde de cora\u00e7\u00e3o&#8221; (Mt 11.29).<br \/>\nJesus Cristo \u00e9 o modelo perfeito de humildade. O ap\u00f3stolo Paulo insta a que os filipenses tenham a mesma disposi\u00e7\u00e3o demonstrada por Jesus.<br \/>\n<b>Ele era igual a Deus. <\/b>&#8220;Que, sendo em forma de Deus&#8221; (v.6). A palavra forma<i> <\/i>sugere o objeto de uma configura\u00e7\u00e3o, uma semelhan\u00e7a. Em rela\u00e7\u00e3o a Deus, o termo refere-se a forma essencial da divindade.<br \/>\nCristo \u00e9 Deus, igual com o Pai, pois ambos t\u00eam a mesma natureza, gl\u00f3ria e ess\u00eancia (Jo 17.5). A forma verbal da palavra sendo<i> <\/i>aparece em outras vers\u00f5es b\u00edblicas como subsistindo ou existindo<i>.<br \/>\n<\/i>Cristo \u00e9, por natureza, Deus, pois antes de fazer-se humano &#8220;subsistia em forma de Deus&#8221;. Os l\u00edderes\u00a0de Jerusal\u00e9m procuravam matar Jesus porque Ele se dizia ser &#8220;igual a Deus&#8221;. A Filipe, o Senhor afirmou ser igual ao Pai (Jo 14.9-11). A divindade de Cristo \u00e9 fartamente corroborada ao longo da B\u00edblia (Jo 1.1; 20.28; Tt 2.13; Hb 1.8; Ap 21.7). Portanto, Cristo, ao fazer-se homem, esvaziou-se n\u00e3o de sua divindade, mas de sua gl\u00f3ria.<br \/>\n<b>Mas <\/b><b>&#8220;n\u00e3o<\/b> <b>teve por usurpa\u00e7\u00e3o<\/b> <b>ser igual a Deus&#8221; (v.6). <\/b>Isto significa que o Senhor n\u00e3o se apegou aos seus &#8220;direitos divinos&#8221;. Ele n\u00e3o agiu egoisticamente, mas esvaziou-se da sua gl\u00f3ria, para assumir a\u00a0natureza humana e entregar-se em expia\u00e7\u00e3o por toda humanidade. O que podemos destacar nesta atitude de Jesus \u00e9 o seu amor pelo mundo. Por amor a n\u00f3s, Cristo ocultou a sua gl\u00f3ria sob a natureza terrena. Voluntariamente, humilhou-se e assumiu a nossa fragilidade, com exce\u00e7\u00e3o do pecado.<\/p>\n<p><b>II- O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8)<\/b><\/p>\n<p><b>&#8220;Aniquilou-se a si mesmo&#8221; (2.7). <\/b>Foi na sua encarna\u00e7\u00e3o que o Senhor Jesus deu a maior prova da\u00a0sua humildade: Ele &#8220;aniquilou-se a si mesmo&#8221;. O termo grego usado pelo ap\u00f3stolo e o verba keno\u00f4<i>, <\/i>que significa tamb\u00e9m esvaziar, ficar vazio. Portanto, o verba esvaziar comunica melhor do que aniquilar a ideia da encarna\u00e7\u00e3o de Jesus; destaca que Ele esvaziou-se a si mesmo, privou-se de sua gl\u00f3ria e tomou a natureza humana. Todavia, em momento algum veio a despojar-se da sua divindade.<br \/>\nJesus n\u00e3o trocou a natureza divina pela humana. Antes, voluntariamente, renunciou em parte as prerrogativas inerentes \u00e0 divindade, para assumir a nossa humanidade. Tornando-se verdadeiro homem,\u00a0fez-se maldi\u00e7\u00e3o por n\u00f3s (Gl 3.13). E levou sobre o seu corpo todos os nossos pecados (I Pe 2.24). Em\u00a0G\u00e1latas 4.4, Paulo escreveu que, na plenitude dos tempos, &#8220;Deus enviou seu Filho, nascido de mulher&#8221;. Isto indica que Jesus \u00e9 consubstancial com toda a humanidade nascida em Ad\u00e3o, A diferen\u00e7a entre Jesus e os demais seres humanos est\u00e1 no fato de Ele ter sido gerado virginalmente pelo Esp\u00edrito Santo e nunca ter cometido qualquer pecado ou iniquidade (Lc 1.35). Por isso, o amado Mestre e &#8220;verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus&#8221;.<br \/>\n<b>Ele &#8220;humilhou-se a si mesmo&#8221; (2.8). <\/b>Jesus encarnado rebaixou-se mais ainda ao permitir ser escarnecido e maltratado pelos incr\u00e9dulos (Is 53.7; Mt 26.62-64; Mc 14.60,61). A auto-humilha\u00e7\u00e3o do\u00a0Mestre foi espont\u00e2nea. Ele submeteu-se as maiores afrontas, por\u00e9m jamais perdeu o foco da sua miss\u00e3o: cumprir toda a justi\u00e7a de Deus para salvar a humanidade.<br \/>\n<b>Ele foi &#8220;obediente at\u00e9 a morte e morte de cruz&#8221; (2.8). <\/b>O Mestre amado foi obediente \u00e0 vontade do Pai at\u00e9 mesmo em sua agonia: &#8220;N\u00e3o se fa\u00e7a a minha vontade, mas a tua&#8221; (Lc 22.42). No Gets\u00eamani, antes de encarar o Calv\u00e1rio, Jesus enfrentou profunda ang\u00fastia e submeteu-se totalmente a Deus, acatando-lhe a vontade soberana. Quando enfrentou o Calv\u00e1rio, o Mestre desceu ao ponto mais baixo da sua humilha\u00e7\u00e3o. Ele se fez maldi\u00e7\u00e3o por n\u00f3s (Dt 21.22,23; cf. Gl 3.13), passando pela morte e morte\u00a0de cruz.<\/p>\n<p><em id=\"__mceDel\"><b>III &#8211; A EXALTA\u00c7\u00c3O DE CRISTO (2.9-11)<\/b><\/em><\/p>\n<p><b>&#8220;Deus o exaltou soberanamente&#8221; (2.9). <\/b>Ap\u00f3s a sua vit\u00f3ria final sobre o pecado e a morte, Jesus e finalmente exaltado pelo Pai. O caminho da exalta\u00e7\u00e3o passou pela humilha\u00e7\u00e3o, mas Ele foi coroado de gl\u00f3ria, tornando-se herdeiro de todas as coisas (Hb 1.3; 2.9;12.2).<br \/>\n<em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">Usado pelo autor sagrado para designar especialmente Jesus, o termo grego Kyrios<i> <\/i>revela a glorifica\u00e7\u00e3o de Cristo. O nome &#8220;Jesus&#8221; \u00e9 equivalente a &#8220;Senhor&#8221;, e, por decreto divino, Ele foi elevado acima de\u00a0<\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">todo nome. As Escrituras testam que ante o seu nome &#8220;se dobre todo joelho dos que est\u00e3o nos c\u00e9us, e\u00a0<\/em><\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">na terra, e debaixo da terra, e toda l\u00edngua confesse que Jesus Cristo \u00e9 o Senhor [o <i>Kyrios]&#8221; <\/i>(v.l0).<br \/>\n<em id=\"__mceDel\"><b>Dobre-se todo joelho. <\/b>Diante de Jesus, todo joelho se dobrar\u00e1 (v.10). Ajoelhar-se implica reconhecer\u00a0<\/em><\/em><\/em><\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">a autoridade de algu\u00e9m. Logo, quando nos ajoelhamos diante de Jesus, deixamos bem claro que Ele \u00e9 a autoridade suprema n\u00e3o s\u00f3 da Igreja, mas de todo o Universo. Quando oramos em seu nome e cantamos-Ihe louvores, reconhecemos-lhe a soberania. Pois todas as coisas, animadas e inanimadas, est\u00e3o sob a sua autoridade e n\u00e3o podem esquivar-se do seu senhorio.<br \/>\n<em id=\"__mceDel\"><b>&#8220;Toda l\u00edngua confesse&#8221; <\/b>(v.11), Al\u00e9m de ressaltar o reconhecimento do senhorio de Jesus, a express\u00e3o implica tamb\u00e9m a prega\u00e7\u00e3o do Evangelho em todo o mundo. Cada crente deve proclamar o nome de Jesus. O valor do Cristianismo est\u00e1 naquilo que se cr\u00ea. A confiss\u00e3o de que Jesus Cristo \u00e9 o Senhor \u00e9 o ponto de converg\u00eancia de toda a Igreja (Rm 10.9; At 10.36; I Co 8.6). Nosso credo implica o reconhecimento p\u00fablico de Jesus Cristo como o Senhor da Igreja. A exalta\u00e7\u00e3o de Cristo deve ser proclamada universalmente.<\/em><\/em><\/em><\/p>\n<p><b>CONCLUS\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>O tema estudado hoje \u00e9 humaniza\u00e7\u00e3o e a sua consequente exalta\u00e7\u00e3o. Aprendemos tamb\u00e9m que o Senhor Jesus \u00e9 o Deus forte encarnado &#8211; verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. E que Ele recebeu do Pai toda a autoridade nos c\u00e9us e na terra. Ele \u00e9 0 Kyrios,<i> <\/i>o Senhor Todo-Poderoso. O nome sob O qual, um dia, todo joelho se dobrar\u00e1 e toda l\u00edngua confessar\u00e1 que Jesus Cristo \u00e9 o Senhor. Proclamemos essa verdade universalmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Postado por: <\/b>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Li\u00e7\u00e3o-57\u00a0\u00a0\u00a0 \/\u00a0\u00a0 28 de Julho de 2013 TEXTO \u00c1UREO &#8220;De sorte que haja em v\u00f3s o mesmo sentimento que houve tamb\u00e9m em Cristo Jesus&#8221; (Fp 2.5). VERDADE PR\u00c1TICA Jesus Cristo \u00e9 o nosso modelo ideal de submiss\u00e3o, humildade e servi\u00e7o. 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