{"id":3813,"date":"2013-07-11T20:42:24","date_gmt":"2013-07-11T23:42:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=3813"},"modified":"2020-12-23T13:27:11","modified_gmt":"2020-12-23T16:27:11","slug":"esperanca-em-meio-a-adversidade","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/esperanca-em-meio-a-adversidade\/","title":{"rendered":"Esperan\u00e7a em Meio \u00e0 Adversidade"},"content":{"rendered":"<p><b>Li\u00e7\u00e3o-55<\/b>\u00a0\u00a0\u00a0 \/\u00a0\u00a0 14 de julho de 2013<\/p>\n<p><b>TEXTO <\/b><b>\u00c1UREO<\/b><\/p>\n<p>&#8220;Porque para mim o viver \u00e9 Cristo, e o morrer \u00e9 ganho&#8221; <b>(Fp 1.21).<\/b><\/p>\n<p><b><\/b><b>VERDADE PR\u00c1TICA<\/b><\/p>\n<p>Nenhuma adversidade poder\u00e1 reter a gra\u00e7a e o poder do Evangelho.<\/p>\n<p><b>LEITURA DIARIA<\/b><\/p>\n<p><b><\/b><b>Segunda &#8211; At 16.23-25<br \/>\n<\/b>O louvor supera os a\u00e7oites<\/p>\n<p><b>Ter\u00e7a &#8211; I Pe 1.3-9<br \/>\n<\/b>Guardados pela f\u00e9<\/p>\n<p><b>Quarta &#8211; GI 5.16-21<br \/>\n<\/b>Guiados pelo Esp\u00edrito no conflito<\/p>\n<p><b>Quinta &#8211; GI 5.22-26 <\/b><\/p>\n<p>O fruto do Esp\u00edrito garante vit\u00f3ria<\/p>\n<p><b>Sexta &#8211; Fp 1.12-14<br \/>\n<\/b>A alegria na defesa do Evangelho<\/p>\n<p><b>S\u00e1bado &#8211; Fp 1.15-21<br \/>\n<\/b>A motiva\u00e7\u00e3o correta do an\u00fancio<\/p>\n<p><b>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>Nesta li\u00e7\u00e3o, veremos como a paix\u00e3o pelas almas consumia o cora\u00e7\u00e3o de Paulo. Embora preso em Roma, ele n\u00e3o esmorecia na miss\u00e3o de proclamar o Evangelho. E, tendo como ponto de partida o seu sofrimento, o ap\u00f3stolo ensina aos filipenses que nenhuma adversidade ser\u00e1 capaz de arrefecer-lhes a f\u00e9 em Cristo. Ao contrario, ele demonstra o quanto as suas adversidades foram positivas ao progresso do Reino de Deus.<\/p>\n<p><b>I &#8211;<\/b> <b>ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUI\u00c7\u00c3O PARA A PROCLAMA\u00c7\u00c3O DO EVANGELHO<\/b><\/p>\n<p><b>Paulo na pris\u00e3o. <\/b>Paulo estava preso em Roma, aguardando julgamento. Ele sabia que tanto poderia ser absolvido como executado. Todavia, n\u00e3o se achava ansioso. O que mais desejava era, com toda ousadia, anunciar a Cristo at\u00e9 mesmo no tribunal. Paulo n\u00e3o era um preso qualquer; sua seguran\u00e7a estava sob os cuidados da guarda pretoriana (1.13). Constitu\u00edda de 10 mil soldados, esta guarda encarregava-se de proteger os representantes do Imp\u00e9rio Romano em qualquer lugar do mundo. Sua principal tarefa era a prote\u00e7\u00e3o do imperador.<br \/>\n<b>Uma porta se abre atrav\u00e9s<\/b> <b>da adversidade. <\/b>Uma das principais contribui\u00e7\u00f5es da pris\u00e3o de Paulo foi a livre comunica\u00e7\u00e3o do Evangelho na capital do mundo antigo. Os crist\u00e3os estavam espalhados por toda\u00a0a cidade de Roma e adjac\u00eancias. Definitivamente a pris\u00e3o de Paulo n\u00e3o reteve a for\u00e7a do Evangelho e\u00a0o promoveu universalmente. Deus usou o sofrimento do ap\u00f3stolo para que o Evangelho fosse anunciado de Roma para a mundo (v.13).<\/p>\n<p><b>II &#8211;<\/b> <b>O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE (1.12,13)<\/b><\/p>\n<p><b>O poder do Evangelho. <\/b>De modo objetivo, Paulo diz aos filipenses que nenhuma cadeia ser\u00e1 capaz de impor limites ao Evangelho de Cristo. Esse sentimento superava todas as expectativas do ap\u00f3stolo concernentes ao crescimento do Reino de Deus. O seu prop\u00f3sito era ver<i> <\/i>as Boas Novas<i> <\/i>prosperando entre os gentios. Portanto, nenhum poder humano conter\u00e1 a for\u00e7a do Evangelho, pois este \u00e9 o poder de Deus para salva\u00e7\u00e3o de todo aquele que cr\u00ea (Rm 1.16).<br \/>\n<b>A preocupa\u00e7\u00e3o<\/b> <b>dos filipenses com Paulo. <\/b>Esta impl\u00edcita a preocupa\u00e7\u00e3o dos filipenses com o bem-estar de Paulo. Eles a amavam e sabiam do seu ardor em proclamar o Evangelho. Todavia, achavam<i> <\/i>que a sua pris\u00e3o prejudicaria a causa crist\u00e3. O vers\u00edculo 12 traz exatamente essa conota\u00e7\u00e3o: &#8220;E quero,\u00a0irm\u00e3os, que saibais as coisas que me aconteceram contribu\u00edram para maior proveito do evangelho&#8221;. Para\u00a0o ap\u00f3stolo, seu encarceramento contribuiu ainda mais para o progresso da mensagem evang\u00e9lica (v.13).<br \/>\n<b>Paulo rejeita a autopiedade. <\/b>Paulo era um mission\u00e1rio consciente da sua miss\u00e3o, Para ele, o sofrimento no exerc\u00edcio do santo minist\u00e9rio era circunstancial e estava sob os cuidados de Deus (v.19).<i> <\/i>Por isso, n\u00e3o manifestava autopiedade; n\u00e3o precisava disso para conquistar a compaix\u00e3o das pessoas. Para o ap\u00f3stolo, a soberania de Deus faz do sofrimento algo passageiro, pois os infort\u00fanios servem<i> <\/i>para encher-nos de esperan\u00e7a, conduzindo-nos numa bem-aventurada expectativa de &#8220;que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que s\u00e3o chamados por seu decreto&#8221; (Rm 8.28).<\/p>\n<p><b>III &#8211; MOTIVA\u00c7\u00d5ES PARA A PREGA\u00c7\u00c3O<\/b> <b>DO EVANGELHO (1.14-18)<\/b><\/p>\n<p>Duas motiva\u00e7\u00f5es predominavam nas igrejas da \u00c1sia Menor onde o ap\u00f3stolo Paulo atuava. S\u00e3o elas:<\/p>\n<p><b>A motiva\u00e7\u00e3o<\/b> <b>positiva. <\/b>&#8220;E muitos dos irm\u00e3os no Senhor, tomando \u00e2nimo com as minhas pris\u00f5es, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor&#8221; (v.14). Estava claro para os crist\u00e3os romanos, bem como para a guarda pretoriana, que o processo judicial contra Paulo era injusto, porque ele n\u00e3o havia cometido crime algum. Alem de saberem da inoc\u00eancia do ap\u00f3stolo, os pretorianos recebiam diariamente deste a mensagem do Evangelho (v.13). O resultado n\u00e3o poderia ser outro. Os crist\u00e3os filipenses foram estimulados a anunciar o Evangelho com total destemor e coragem.<br \/>\n<b>A motiva\u00e7\u00e3o<\/b> <b>negativa. <\/b>A pris\u00e3o de Paulo motivou os crist\u00e3os a proclamar o Evangelho de &#8220;boa mente&#8221; e &#8220;por amor&#8221;. Mas havia aqueles que usavam a pris\u00e3o do ap\u00f3stolo para garantir vantagens pessoais.<br \/>\nDominados pela inveja e pela teimosia, agiam por motivos errados. Mas pelo Esp\u00edrito, o ap\u00f3stolo entendeu que o mais importante era anunciar Cristo ao mundo &#8220;de toda a maneira&#8221;. Isto n\u00e3o significa que Paulo aprovava quem procedia dessa forma, porque um dia todo mau obreiro ter\u00e1 de dar contas de seus atos ao Senhor (Mt 7.21-23).<em id=\"__mceDel\">\u00a0<\/em><\/p>\n<p><b>IV &#8211; O DILEMA DE PAULO (1.19-22ss.) <\/b><\/p>\n<p><b>Viver para Cristo. <\/b>&#8220;Nisto me regozijo e me regozijarei ainda&#8221; (v.18). Estas palavras refletem a alegria de Paulo sobre o avan\u00e7o do Evangelho no mundo. Viver, para o ap\u00f3stolo, s\u00f3 se justifica se a raz\u00e3o\u00a0<em id=\"__mceDel\">for o minist\u00e9rio crist\u00e3o: &#8220;Porque para mim o viver \u00e9 Cristo, e o morrer \u00e9 ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, n\u00e3o sei, ent\u00e3o, o que deva escolher&#8221; (vv.21 ,22).<br \/>\n<em id=\"__mceDel\">A morte para ele era um evento natural, mas glorioso. Significava estar imediatamente com Cristo. O Mestre era tudo para Paulo, o princ\u00edpio, a ess\u00eancia e o fim da sua vida. Nele, o ap\u00f3stolo vivia e se movia\u00a0<\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">para a gl\u00f3ria de Deus. Por isso, podia dizer: &#8220;E vivo, n\u00e3o mais eu; mas Cristo vive em mim&#8221;(GI 2.20).<br \/>\n<em id=\"__mceDel\"><b>Paulo supera o dilema. <\/b>&#8220;Estar com Cristo&#8221; e &#8220;viver na carne&#8221;. Este era o dilema do ap\u00f3stolo\u00a0<\/em><\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">(vv.23,24). Ele desejava estar na plenitude com o Senhor. Todavia, o amor dele pelos gentios era\u00a0<\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">igualmente intenso. &#8220;Ficar na carne&#8221; (v.24), aqui, refere-se a vida f\u00edsica. Isto \u00e9: viver para disseminar\u00a0<\/em><\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">o Evangelho pelo mundo. Mais do que escolha pessoal, estar vivo justifica-se apenas para proclamar\u00a0<\/em><\/em><\/em><\/em><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\"><em id=\"__mceDel\">o Evangelho e fortalecer a Igreja. Este era o pensamento paulino. Nos vers\u00edculos 25 e 26, ele entende que, se fosse posto em liberdade, poderia rever os irm\u00e3os de Filipos, e viver o amor fraterno pela provid\u00eancia do Esp\u00edrito Santo.<\/em><\/em><\/em><\/em><\/em><\/p>\n<p><b>CONCLUS\u00c3O<\/b><\/p>\n<p>Paulo resolveu o seu dilema em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 igreja, declarando que o seu desejo de estar com Cristo foi\u00a0<em id=\"__mceDel\">superado pela amorosa obriga\u00e7\u00e3o de servir aos irm\u00e3os (vv.24-26). Ele nos ensina que devemos estar prontos a trabalhar na causa do Senhor, mesmo que isso signifique enfrentar oposi\u00e7\u00e3o dos falsos crentes e at\u00e9 priva\u00e7\u00f5es materiais. O que deve nos importar e o progresso do Evangelho e o crescimento da Igreja de Cristo (vv.25,26).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Postado por: <\/b>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Li\u00e7\u00e3o-55\u00a0\u00a0\u00a0 \/\u00a0\u00a0 14 de julho de 2013 TEXTO \u00c1UREO &#8220;Porque para mim o viver \u00e9 Cristo, e o morrer \u00e9 ganho&#8221; (Fp 1.21). VERDADE PR\u00c1TICA Nenhuma adversidade poder\u00e1 reter a gra\u00e7a e o poder do Evangelho. 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