{"id":1696,"date":"2012-08-17T12:06:28","date_gmt":"2012-08-17T15:06:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=1696"},"modified":"2012-08-17T12:06:28","modified_gmt":"2012-08-17T15:06:28","slug":"a-graca-de-ofertar","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/a-graca-de-ofertar\/","title":{"rendered":"A Gra\u00e7a de Ofertar"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 um engano s\u00e9rio que vem surgindo no decorrer do desenvolvimento de miss\u00f5es brasileiras: \u00e9 que muita gente pensa que ser mission\u00e1rio \u00e9 ser pobre! E se o mission\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 pobre por si mesmo, temos que fazer com que ele seja. Lembro-me de uma caricatura desenhada num jornal evang\u00e9lico h\u00e1 alguns anos. Um mission\u00e1rio estava telefonando de um orelh\u00e3o na cal\u00e7ada de uma rua movimentada e sua esposa estava ali tamb\u00e9m, datilografando com a m\u00e1quina de escrever apoiada no colo. Dei risadas imaginando aquele &#8220;escrit\u00f3rio t\u00e3o organizado&#8221;, mas a verdade \u00e9 que muitas vezes n\u00f3s pensamos que o mission\u00e1rio n\u00e3o tem mais nada a fazer al\u00e9m do que comer e se vestir, e isto de forma bem simples. Esquecemos que ele tamb\u00e9m precisa trabalhar e fazer outras coisas, como educar seus filhos e cuidar da sa\u00fade. Se vamos investir no envio de mission\u00e1rios, temos que nos preocupar tamb\u00e9m com um tipo de custo de vida mais abrangente e com as possibilidades e meios de trabalho. Finan\u00e7as s\u00e3o importantes por mais raz\u00f5es do que a sobreviv\u00eancia, como veremos no texto a ser estudado.<\/p>\n<p>Imaginamos que a igreja de Antioquia deu para Paulo e Barnab\u00e9 tudo que podia quando sa\u00edram de viagem. No entanto, naquela \u00e9poca n\u00e3o havia como enviar dinheiro ou comida, assim, os mission\u00e1rios dependiam da hospedagem e da ajuda dos novos crentes e das igrejas que come\u00e7avam ou do seu pr\u00f3prio trabalho manual. Desde o in\u00edcio, a maioria destas igrejas aprenderam contribuir para o trabalho mission\u00e1rio. Quando n\u00e3o ajudavam, Paulo escrevia posteriormente dizendo que era o dever delas. \u00c9 o que acontece em I Cor\u00edntios 9:1-14 quando Paulo explica que o ministro \u00e9 digno do seu sal\u00e1rio, mas que ele n\u00e3o quis ser um peso para a igreja. A raz\u00e3o? \u00c9 que em vez de receber ajuda deles, recebeu de uma igreja da Maced\u00f4nia que mandou o suficiente para suprir suas necessidades em Corinto.<\/p>\n<p>A igreja que havia contribu\u00eddo era a de Filipos, foi ela a que mais participou financeiramente no minist\u00e9rio do Ap\u00f3stolo Paulo.<\/p>\n<p>Ela novamente enviou sustento enquanto Paulo estava na pris\u00e3o em Roma. A carta de agradecimento \u00e9 maravilhosa. O ap\u00f3stolo se alegrou muito com a oferta, tanto que em Fl. 4:10-20 abre seu cora\u00e7\u00e3o para que eles pudessem compreender o significado profundo para ele.<\/p>\n<p>O leitor pode pensar, &#8220;Mas, \u00e9 l\u00f3gico que ficou feliz. N\u00e3o recebeu uma boa oferta? Qualquer um ficaria contente com isso!&#8221; Mas, na an\u00e1lise do texto, vemos que Paulo ficou alegre por muito mais do que o dinheiro. O dinheiro tinha pelo menos tr\u00eas importantes significados tanto para ele como para a igreja e para Deus.<\/p>\n<p><strong>I. A oferta mission\u00e1ria beneficiou a vida de Paulo.<\/strong><\/p>\n<p>Em primeiro lugar Paulo agradece a oferta porque foi uma prova do apoio e solidariedade dos irm\u00e3os. Ele ficou certo de que eles eram cooperadores (1:5) e s\u00f3cios (4:14). Eles tinham cuidado (4:10) para com ele e demonstravam preocupa\u00e7\u00e3o com o seu bem estar. Fez muito bem a ele saber que n\u00e3o estava sozinho, especialmente estando numa cadeia romana, abandonado por alguns e em perigo de vida.<\/p>\n<p>A oferta com certeza trouxe \u00e0 mem\u00f3ria de Paulo o drama da planta\u00e7\u00e3o da igreja naquela cidade, cercada de milagres, sofrimento e batalha espiritual. Quem sabe foram grandes amigos e disc\u00edpulos, como a pr\u00f3pria L\u00eddia, o carcereiro e sua fam\u00edlia, ou a mo\u00e7a liberta de dem\u00f4nios, que contribu\u00edram com a oferta (Atos 16). Era uma igreja extremamente generosa. Em 2 Cor\u00edntios 8:2-4 Paulo tinha escrito:<\/p>\n<p>&#8220;Agora, irm\u00e3os, queremos que voc\u00eas tomem conhecimento da gra\u00e7a que Deus concedeu \u00e0s igrejas da Maced\u00f4nia. Nomeio da mais severa tribula\u00e7\u00e3o, a grande alegria e a extrema pobreza deles transbordaram em rica generosidade, pois dou testemunho de que eles deram tudo quanto podiam, e at\u00e9 al\u00e9m do que podiam. Por iniciativa pr\u00f3pria eles nos suplicaram insistentemente o privil\u00e9gio de participar da assist\u00eancia aos santos&#8221; (NVI).<\/p>\n<p>No texto ele se refere \u00e0 oferta para os famintos em Jerusal\u00e9m, e mostra que esta igreja n\u00e3o era uma igreja rica em recursos financeiros. Ao contr\u00e1rio era uma igreja de extrema pobreza, perseguida e em dificuldades constantes. Mas apesar da dura realidade, era uma igreja alegre que se preocupou em compartilhar com outros e sustentar os irm\u00e3os em necessidades e a obra de Deus.<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a Deus, Paulo n\u00e3o tinha ensinado para eles que pela pobreza n\u00e3o devem contribuir, ou que deveriam esperar por pessoas de fora para ajud\u00e1-Ios. Ele os tratou, desde o in\u00edcio, n\u00e3o como &#8220;coitados&#8221; ou &#8220;pobres gentios ignorantes&#8221;, mas como cooperadores no grande Evangelho de Jesus Cristo.<\/p>\n<p>Paulo quis mostrar que sua maior gratid\u00e3o foi por causa do amor e coopera\u00e7\u00e3o dos irm\u00e3os. Ele explicou que sabia viver com ou sem dinheiro ser humilhado ou honrado. Ele tinha acabado de escrever que eles n\u00e3o deveriam ficar preocupados com nada (4:4-9), e frisou que era tamb\u00e9m uma realidade em sua vida. Ele n\u00e3o dava demasiada aten\u00e7\u00e3o aos dinheiro em si, mas sentiu profundamente o amor que aquele gesto significava.<\/p>\n<p>Para Paulo, o dinheiro significava muito mais do que comida ou roupa; era amor e valoriza\u00e7\u00e3o. Era confian\u00e7a. Em outros textos Paulo diz que o mission\u00e1rio tem direito ao seu sal\u00e1rio (2 Cor. 9:3-14; I Ts 2:7: II Ts 3:9; I Tm 5:17-18), mas n\u00e3o pedia ou procurava dinheiro para si mesmo, e por isso, \u00e0s vezes tinha que trabalhar para se sustentar (Atos 18:3; 20:33-34). Apesar de outras igrejas n\u00e3o cooperarem, e em uma altura &#8220;faltou oportunidade&#8221; para os filipenses (At 20:33-34; II Ts 3:7-9): Paulo n\u00e3o permitiu que a falta de dinheiro fizesse com que ele parasse de trabalhar para o Senhor. N\u00e3o sabemos por que as outras igrejas n\u00e3o contribu\u00edram; talvez pensassem que ele tinha que &#8220;viver pela f\u00e9&#8221; ou &#8220;quebrar a cara&#8221; no campo mission\u00e1rio. Talvez pensassem que o mission\u00e1rio tinha que ser pobre mesmo! O fato \u00e9 que Paulo tamb\u00e9m precisava do dinheiro. O principal agradecimento foi a colabora\u00e7\u00e3o espiritual e emocional que recebeu, mas o dinheiro supriu uma necessidade material (4:18). E era uma concretiza\u00e7\u00e3o do respeito, amor e cuidado com o ap\u00f3stolo.<\/p>\n<p>ission\u00e1rios t\u00eam necessidades, algo \u00e0s vezes dif\u00edcil para as igrejas entenderem porque n\u00e3o s\u00e3o necessidades vis\u00edveis a elas. O mission\u00e1rio est\u00e1 longe e suas cartas dificilmente descrevem exatamente o que se passa. \u00c0s vezes acontecem problemas com o banco, ou uma igreja desiste das promessas de sustento. Tudo isso \u00e9 complicado para o mission\u00e1rio num campo distante. Al\u00e9m da tristeza, existe o perigo de n\u00e3o ter dinheiro para tratamento m\u00e9dico e dent\u00e1rio, ou pagar a escola dos filhos, ou concertar o carro quebrado, ou comprar um sorvete num dia de calor! Estes problemas surgem longe dos olhos da igreja enviadora e sustentadora, mas devem ser algo de muita aten\u00e7\u00e3o da parte dela.<\/p>\n<p>Paulo escreveu outra coisa surpreendente para a igreja de Filipos. Ele disse que a oferta tinha dado abund\u00e2ncia para ele (4:18). Nunca ouvi um mission\u00e1rio declarar isso para uma igreja. N\u00e3o se encaixa na vis\u00e3o normal de &#8220;mission\u00e1rio&#8221;. Hoje em dia poucos iriam compartilhar com ele a alegria da abund\u00e2ncia. J\u00e1 ouvi muitos coment\u00e1rios do tipo: &#8220;J\u00e1 viu! Aquele mission\u00e1rio comprou um carro bom&#8221;. &#8220;Porque precisa de plano de sa\u00fade? Isto \u00e9 muito luxo!&#8221; &#8220;Tem que subir o rio 7 dias de canoa para chegar na aldeia? \u00c9 mission\u00e1rio, n\u00e3o \u00e9? Este pedido de motor de poupa \u00e9 um absurdo!&#8221;<\/p>\n<p>Gra\u00e7as a Deus, a confian\u00e7a, compreens\u00e3o e amor m\u00fatuo entre Paulo e esta igreja mission\u00e1ria era, grande e ele sabia que eles iam ficar felizes em saber que suas necessidades estavam abundantemente supridas.<\/p>\n<p>Mas a oferta n\u00e3o foi uma b\u00ean\u00e7\u00e3o s\u00f3 para Paulo. A igreja de Filipos foi aben\u00e7oada tamb\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>II<\/strong>.<strong> A<\/strong> <strong>oferta mission\u00e1ria beneficiou os filipenses.<\/strong><\/p>\n<p>Paulo se alegrava muito pelo cr\u00e9dito divino dos filipenses como resultado da sua oferta (4:17). Parece que \u00e9 o que ele mais queria: &#8220;N\u00e3o que eu esteja procurando ofertas, mas o que pode ser creditado na conta de voc\u00eas&#8221; (NVI). Parece que h\u00e1 uma conta divina e quem contribui para miss\u00f5es ganha cr\u00e9ditos!<\/p>\n<p>Paulo queria o bem do outro, mais do que seu pr\u00f3prio. Este texto me faz lembrar de uma experi\u00eancia em 1976, no in\u00edcio da Miss\u00e3o Antioquia, da qual participei. Fui com dois rapazes para o Rio de Janeiro atendendo ao convite de uma igreja daquela cidade. Fomos apenas com o dinheiro de ida, confiando que a pessoa que tinha nos convidado iria nos ajudar com a volta. Engano. A pessoa que nos convidou n\u00e3o tomou as devidas provid\u00eancias e nem ele e nem a igreja esperavam por n\u00f3s (lembrem-se, n\u00e3o havia e-mails e o telefone era muito caro naquela \u00e9poca). O telefone dele tinha mudado e n\u00e3o sab\u00edamos o que fazer. Ficamos aquela noite num hotel dos mais baratos e de baixa reputa\u00e7\u00e3o, com muita ora\u00e7\u00e3o. T\u00ednhamos at\u00e9 ao meio dia no outro dia para sair. Era meio dia em ponto quando o rapaz chegou, pois ele ficou sabendo que est\u00e1vamos \u00e0 procura dele e foi olhar nos hot\u00e9is da praia do Flamengo. Pregamos na igreja, e foi uma li\u00e7\u00e3o que n\u00e3o esque\u00e7o. Minha vontade foi ser uma b\u00ean\u00e7\u00e3o para que a igreja nos desse oferta suficiente para voltar para o Paran\u00e1. Deus falou para n\u00e3o me preocupar com isso, mas para pregar s\u00f3 pensando na b\u00ean\u00e7\u00e3o para a igreja. Eu tinha que tirar os olhos da minha necessidade e da necessidade da equipe, e olhar t\u00e3o somente para a necessidade da igreja. Gra\u00e7as a Deus, Ele aben\u00e7oou e a igreja nos deu a oferta, mas n\u00e3o antes de eu aprender a li\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A igreja de Filipos tinha n\u00e3o somente uma conta divina sendo preenchida com cr\u00e9ditos, mas Paulo se alegrava muito pela promessa que Deus supriria todas as necessidades daqueles que contribu\u00edram (4:19). N\u00e3o \u00e9 que ficariam ricos, como alguns alegam, mas que n\u00e3o passariam necessidade e poderiam confiar na provis\u00e3o de Deus. Devemos tomar cuidado para n\u00e3o arrancarmos este vers\u00edculo do contexto de fidelidade da oferta mission\u00e1ria!<\/p>\n<p>A b\u00ean\u00e7\u00e3o da oferta foi direcionada para uma terceira pessoa: Deus.<\/p>\n<p><strong>III. A oferta mission\u00e1ria agradou e glorificou a Deus.<\/strong><\/p>\n<p>A b\u00ean\u00e7\u00e3o da oferta foi como sacrif\u00edcio aceit\u00e1vel e agrad\u00e1vel a Deus (4:18). Esta express\u00e3o remonta aos sacrif\u00edcios do Antigo Testamento quando o cheiro da carne queimada subia para Deus como aroma suave,<\/p>\n<p>Vendo o povo viver em obedi\u00eancia e tendo seus pecados perdoados. Deus tamb\u00e9m se agrada das ofertas mission\u00e1rias. Ele se alegra em ver Seu povo cumprindo a sua miss\u00e3o como igreja enviando e sustentando aqueles que est\u00e3o levando o Evangelho dEle at\u00e9 aos confins da terra.<\/p>\n<p>Uma coisa tem marcado a minha pr\u00f3pria experi\u00eancia durante estes anos de participa\u00e7\u00e3o do movimento mission\u00e1rio no Brasil: a sensa\u00e7\u00e3o da aprova\u00e7\u00e3o de Deus, e uma intensa alegria em estar fazendo justamente a vontade dEle. Isto n\u00e3o significa que n\u00e3o houve lutas. Houve, sim, mas em tudo a m\u00e3o de Deus dava seguran\u00e7a e dire\u00e7\u00e3o. \u00c9 quase como ver o rosto satisfeito de Deus voltado para aqueles que fazem miss\u00f5es. Voc\u00ea pode imaginar isso? \u00c9 maravilhoso.<\/p>\n<p>Deus se agrada da oferta para miss\u00f5es, e Ele \u00e9 glorificado (4:20). Paulo falou sobre isso tamb\u00e9m aos Cor\u00edntios:<\/p>\n<p>&#8220;O servi\u00e7o ministerial que voc\u00eas est\u00e3o realizando n\u00e3o est\u00e1 apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas tamb\u00e9m transbordando em muitas express\u00f5es de gratid\u00e3o a Deus. Por meio dessa prova de servi\u00e7o ministerial, outros louvar\u00e3o a Deus pela obedi\u00eancia que acompanha a confiss\u00e3o que voc\u00eas fazem do Evangelho de Cristo e pela generosidade de voc\u00eas em compartilhar seus bens com eles e com todos os outros. E nas ora\u00e7\u00f5es que fazem por voc\u00eas, eles estar\u00e3o cheios de amor por voc\u00eas, por causa da insuper\u00e1vel gra\u00e7a que Deus tem dado a voc\u00eas. Gra\u00e7as a Deus por seu dom indescrit\u00edvel!&#8221; (2 Co 9:12-15 NVI).<\/p>\n<p>A gl\u00f3ria de Deus \u00e9 a raz\u00e3o fundamental em fazer miss\u00f5es. Paulo explicou para a igreja de Corinto que o dinheiro compartilhado resultava em gl\u00f3rias a Deus, n\u00e3o s\u00f3 dos que recebem, mas de outros tamb\u00e9m, quem sabe, daqueles que nunca ouviram de Deus ainda. Ele termina o trecho mostrando que qualquer oferta que eles pudessem dar n\u00e3o seria nada em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 oferta que o pr\u00f3prio Deus deu: o Seu Filho Unig\u00eanito, o &#8220;dom indescrit\u00edvel&#8221;. Podemos dar e dar, mas n\u00e3o chegaremos sequer perto do que Ele deu por n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Li uma hist\u00f3ria estes dias que ilustra muito bem a li\u00e7\u00e3o deste texto em Filipenses. Conta sobre um artista pl\u00e1stico que foi procurado para pintar uma igreja velha, caindo aos peda\u00e7os. Quem pediu a pintura queria algo como as igrejas da antiguidade, constru\u00e7\u00f5es cheias de mofo preto, com peda\u00e7os quebrados, etc. Mas quando foi buscar a obra ele levou um susto. A igreja pintada era muito moderna: poltronas estofadas, m\u00e1rmore, p\u00falpito impressionante, lustres, ar condicionado. O homem come\u00e7ou a reclamar, quando notou algo diferente. Num canto, na parede, tinha uma caixa cheia de teias de aranha, sem pintura e com evidente pouco uso. A inscri\u00e7\u00e3o na caixa era &#8220;Oferta Mission\u00e1ria&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><strong>Extra\u00eddo<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Ademilson Braga<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 um engano s\u00e9rio que vem surgindo no decorrer do desenvolvimento de miss\u00f5es brasileiras: \u00e9 que muita gente pensa que ser mission\u00e1rio \u00e9 ser pobre! E se o mission\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 pobre por si mesmo, temos que fazer com que ele seja. Lembro-me de uma caricatura desenhada num jornal evang\u00e9lico h\u00e1 alguns anos. 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