{"id":11232,"date":"2026-02-12T20:40:21","date_gmt":"2026-02-12T23:40:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=11232"},"modified":"2026-02-12T20:40:21","modified_gmt":"2026-02-12T23:40:21","slug":"a-obra-do-filho","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/a-obra-do-filho\/","title":{"rendered":"A obra do Filho"},"content":{"rendered":"<p><strong>EBD \u2013 <\/strong>Adultos &#8211; <strong>EDI\u00c7\u00c3O: 722<\/strong> &#8211; 1\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2026 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O &#8211; 07<\/strong> \u2013 15 de fevereiro de 2026<\/p>\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n<p>\u201cPelo que tamb\u00e9m Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que \u00e9 sobre todo o nome.\u201d\u00a0<strong>(Fp 2.9)<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n<p>A humilha\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de Cristo, sua obra redentora e sua exalta\u00e7\u00e3o gloriosa revelam que somente Ele \u00e9 digno de toda adora\u00e7\u00e3o e obedi\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>LEITURA DI\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda-feira \u2014 <\/strong>Rm 12.2<strong><br \/>\n<\/strong>O crist\u00e3o precisa viver na vontade de Deus<br \/>\n<strong>Ter\u00e7a<\/strong><strong>-feira <\/strong><strong>\u2014 <\/strong>Jo 17.5<br \/>\nJesus renunciou sua gl\u00f3ria celestial<br \/>\n<strong>Quarta<\/strong><strong>-feira<\/strong><strong> \u2014 <\/strong>Hb 12.2<strong><br \/>\n<\/strong>Cristo est\u00e1 glorificado \u00e0 direita do Pai<br \/>\n<strong>Quinta<\/strong><strong>-feira<\/strong><strong> \u2014 <\/strong>Jo 19.30<br \/>\nJesus completou a obra que o Pai lhe confiou<br \/>\n<strong>Sexta<\/strong><strong>-feira<\/strong><strong> \u2014 <\/strong>Hb 1.3<br \/>\nCristo \u00e9 Rei e Sacerdote<br \/>\n<strong>S\u00e1bado &#8211; <\/strong>Hb 9.28<br \/>\nCristo voltar\u00e1 glorioso para buscar sua Igreja<\/p>\n<p><strong>LEITURA B\u00cdBLICA<\/strong><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>Filipenses 2<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">5 \u2014\u00a0De sorte que haja em v\u00f3s o mesmo sentimento que houve tamb\u00e9m em Cristo Jesus,<br \/>\n6 \u2014\u00a0que, sendo em forma de Deus, n\u00e3o teve por usurpa\u00e7\u00e3o ser igual a Deus.<br \/>\n7 \u2014\u00a0Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;<br \/>\n8 \u2014\u00a0e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente at\u00e9 \u00e0 morte e morte de cruz.<br \/>\n9 \u2014\u00a0Pelo que tamb\u00e9m Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que \u00e9 sobre todo o nome,<br \/>\n10 \u2014\u00a0para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que est\u00e3o nos c\u00e9us, e na terra, e debaixo da terra,<br \/>\n11 \u2014\u00a0e toda l\u00edngua confesse que Jesus Cristo \u00e9 o Senhor, para gl\u00f3ria de Deus Pai.<\/p>\n<p>Hebreus 9<\/p>\n<p>24 \u2014\u00a0Porque Cristo n\u00e3o entrou num santu\u00e1rio feito por m\u00e3os, figura do verdadeiro, por\u00e9m no mesmo c\u00e9u, para agora comparecer, por n\u00f3s, perante a face de Deus;<br \/>\n25 \u2014\u00a0nem tamb\u00e9m para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santu\u00e1rio com sangue alheio.<br \/>\n26 \u2014\u00a0Doutra maneira, necess\u00e1rio lhe fora padecer muitas vezes desde a funda\u00e7\u00e3o do mundo; mas, agora, na consuma\u00e7\u00e3o dos s\u00e9culos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrif\u00edcio de si mesmo.<br \/>\n27 \u2014\u00a0E, como aos homens est\u00e1 ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o ju\u00edzo,<br \/>\n28 \u2014\u00a0assim tamb\u00e9m Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecer\u00e1 segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para a salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Jesus Cristo \u00e9 o Filho eterno de Deus, que assumiu a forma humana, viveu uma vida sem pecado, morreu em nosso lugar e ressuscitou vitoriosamente. Sua miss\u00e3o abrange n\u00e3o apenas o perd\u00e3o dos pecados, mas a revela\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter do Pai e a restaura\u00e7\u00e3o de toda a cria\u00e7\u00e3o. Esta li\u00e7\u00e3o visa apresentar a profundidade da obra do Filho em tr\u00eas dimens\u00f5es: sua humilha\u00e7\u00e3o, sua reden\u00e7\u00e3o e sua exalta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>I \u2013 <\/strong><strong>A HUMILHA\u00c7\u00c3O VOLUNT\u00c1RIA DO FILHO<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong> A submiss\u00e3o de Cristo. <\/strong>Paulo exorta a igreja de Filipos \u00e0 unidade e \u00e0 humildade (Fp 2.1-4). O ap\u00f3stolo adverte aqueles irm\u00e3os a terem a mente de Cristo: \u201cDe sorte que haja em v\u00f3s o mesmo sentimento que houve tamb\u00e9m em Cristo Jesus\u201d (Fp 2.5). O termo grego traduzido como \u201csentimento\u201d \u00e9\u00a0<em>phrone\u014d<\/em>, que tamb\u00e9m pode significar \u201cmodo de pensar\u201d e \u201cdisposi\u00e7\u00e3o mental\u201d. Dessa forma, os crentes devem assumir o mesmo modo de pensar e viver que foi demonstrado por Cristo (I Jo 2.6). Refere-se a uma consci\u00eancia moldada pela humildade, amor e obedi\u00eancia (Jo 13.15). Imitar a mente de Cristo significa renunciar ao ego\u00edsmo, buscar o bem do pr\u00f3ximo e viver para a gl\u00f3ria de Deus (Rm 12.2). Como crist\u00e3os, somos chamados n\u00e3o apenas a crer em Cristo, mas a pensar e agir como Ele (Mt 11.29).<\/li>\n<li><strong> O esvaziamento de sua gl\u00f3ria. <\/strong>O ap\u00f3stolo recorda que Jesus, \u201csendo em forma de Deus, n\u00e3o teve por usurpa\u00e7\u00e3o ser igual a Deus\u201d (Fp 2.6). Sendo Ele igualmente Deus, compartilhando da mesma natureza do Pai (Jo 1.1) \u2014 preferiu privar-se de seus direitos \u2014 n\u00e3o da sua divindade. Trata-se de um contraste com o primeiro Ad\u00e3o, que almejou ser \u201ccomo Deus\u201d (Gn 3.5), enquanto Cristo, o segundo Ad\u00e3o, sendo Deus, preocupou-se com o bem-estar dos outros (Fp 2.4b). Essa realidade \u00e9 confirmada quando Jesus \u201caniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo\u201d (Fp 2.7a), isto \u00e9, esvaziou-se voluntariamente (gr.\u00a0<em>k\u00e9nosis)<\/em>, assumindo a natureza humana na forma de servo (Fp 2.7b; Hb 4.15). Isso n\u00e3o significa a perda de sua divindade, mas a ren\u00fancia da gl\u00f3ria que Ele possu\u00eda na eternidade com o Pai (Jo 17.5).<\/li>\n<li><strong>Obedi\u00eancia sacrificial at\u00e9 a cruz.<\/strong> A obedi\u00eancia de Cristo foi plena, desde a encarna\u00e7\u00e3o at\u00e9 o Calv\u00e1rio: \u201cna forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente at\u00e9 \u00e0 morte e morte de cruz\u201d (Fp 2.8). Ele desceu \u00e0 condi\u00e7\u00e3o mais humilde e morreu como servo (II Co 8.9). Em obedi\u00eancia ao Pai e em favor dos pecadores, submeteu-se \u00e0 humilha\u00e7\u00e3o da cruz (Hb 12.2). Revela a Escritura que o primeiro Ad\u00e3o trouxe condena\u00e7\u00e3o pelo pecado; e, Cristo, o segundo Ad\u00e3o, trouxe justi\u00e7a por meio de sua perfeita obedi\u00eancia (Rm 5.19). Essa verdade ratifica que a Obra Redentora do Filho est\u00e1 fundamentada na obedi\u00eancia completa de Cristo ao Pai (Jo 6.38). A nossa salva\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado dessa obedi\u00eancia, e n\u00e3o de nossos m\u00e9ritos (Ef 2.8,9). Assim como Cristo, devemos obedecer \u00e0 vontade do Pai (Rm 12.1).<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>II \u2013 <\/strong><strong>A OBRA REDENTORA DO FILHO<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong> A inefic\u00e1cia do sacerd\u00f3cio lev\u00edtico. <\/strong>O sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos uma vez por ano, no Dia da Expia\u00e7\u00e3o\u00a0<em>(Yom Kippur)<\/em>, levando sangue alheio \u2014 o sangue de animais \u2014 para fazer propicia\u00e7\u00e3o por seus pr\u00f3prios pecados e pelos do povo (Lv 16.11-15). Esse sacrif\u00edcio era repetido anualmente porque n\u00e3o era suficiente para remover o pecado (Hb 9.25). O sumo sacerdote terreno era uma figura (tipo) de Cristo, que \u00e9 o real e eterno Sumo Sacerdote (Hb 2.17). O santu\u00e1rio terreno era uma sombra (Hb 8.5), mas Cristo entrou no c\u00e9u mesmo, para interceder por n\u00f3s diante do Pai (Hb 8.1,2). A entrada \u00fanica de Cristo no santu\u00e1rio com seu pr\u00f3prio sangue nos assegura uma eterna reden\u00e7\u00e3o (Hb 9.12). Por ser imperfeito, o sacerd\u00f3cio lev\u00edtico foi substitu\u00eddo por um superior, o sacerd\u00f3cio de Cristo (Hb 7.23,24).<\/li>\n<li><strong> O Sacrif\u00edcio \u00fanico e suficiente. <\/strong>Na Antiga Alian\u00e7a, ofereciam-se sacrif\u00edcios continuamente pelo pecado por causa da inefic\u00e1cia dessas ofertas (Hb 9.25; 10.1-4). Diferente do sistema lev\u00edtico, a morte de Jesus foi definitiva, completa e eficaz: \u201cassim tamb\u00e9m Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos\u201d (Hb 9.28a). A express\u00e3o \u201cuma vez\u201d (gr.\u00a0<em>h\u00e1pax)<\/em>indica que n\u00e3o h\u00e1 necessidade de repeti\u00e7\u00e3o: o que Ele fez \u00e9 perfeito e eterno (Hb 10.10). A salva\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 por causa dos m\u00e9ritos ou rituais, mas ela \u00e9 plena e gratuita, alcan\u00e7ada pela f\u00e9 na obra consumada de Jesus (Jo 19.30). Cristo, ao morrer, rasgou o v\u00e9u que separava o homem da presen\u00e7a de Deus (Mt 27.51). N\u00e3o h\u00e1 outro meio de salva\u00e7\u00e3o, nenhuma outra oferta, nenhum outro nome (At 4.12). O Calv\u00e1rio \u00e9 suficiente. Jesus \u00e9 tudo!<\/li>\n<li><strong>A substitui\u00e7\u00e3o vic\u00e1ria.<\/strong>\u00a0A express\u00e3o \u201cvic\u00e1ria\u201d vem do latim\u00a0<em>vicarius<\/em>, que significa \u201cem lugar de outro\u201d. A substitui\u00e7\u00e3o vic\u00e1ria \u00e9 insepar\u00e1vel da justi\u00e7a divina (Rm 3.26). O pecado n\u00e3o pode ser ignorado, e precisa ser punido (Rm 5.21). Em virtude disso, Deus n\u00e3o poupou seu pr\u00f3prio Filho, mas o entregou para morrer em nosso lugar, assumindo sobre si a penalidade que nos era destinada (Rm 8.32). No sistema sacrificial da Lei, os animais oferecidos tipificavam essa substitui\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o removiam o pecado (Hb 10.4). Em Cristo, o Cordeiro de Deus, a substitui\u00e7\u00e3o \u00e9 perfeita e definitiva: \u201cna consuma\u00e7\u00e3o dos s\u00e9culos, uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrif\u00edcio de si mesmo\u201d (Hb 9.26b). Assim, em adora\u00e7\u00e3o devemos viver para Cristo que por n\u00f3s morreu (II Co 5.15).<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>III \u2013 <\/strong><strong>A EXALTA\u00c7\u00c3O GLORIOSA DO FILHO<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong> Recebido \u00e0 destra do Pai. <\/strong>Ap\u00f3s sua humilha\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria, o Filho foi entronizado nos c\u00e9us com gl\u00f3ria eterna: \u201cpelo que tamb\u00e9m Deus o exaltou soberanamente\u201d (Fp 2.9a). A exalta\u00e7\u00e3o de Cristo est\u00e1 ligada \u00e0 sua obedi\u00eancia perfeita (Fp 2.8). O verbo \u201cexaltou\u201d (gr.\u00a0<em>hyperyps\u014dsen)<\/em>denota uma eleva\u00e7\u00e3o acima de toda medida. Cristo n\u00e3o apenas venceu a morte, mas foi exaltado \u00e0 posi\u00e7\u00e3o suprema no Universo. Ocupou o lugar de honra \u00e0 destra do Pai \u2014 s\u00edmbolo de autoridade, gl\u00f3ria e soberania (Hb 1.3). Estar assentado ali expressa o reconhecimento divino da obra completa do Filho (Jo 17.4,5). Cristo n\u00e3o apenas voltou para o c\u00e9u, Ele assentou-se no trono (Ap 3.21). Sua exalta\u00e7\u00e3o garante nosso acesso \u00e0 presen\u00e7a de Deus. Ele intercede por n\u00f3s (Rm 8.34), e reina como Rei dos reis (Ap 19.16).<\/li>\n<li><strong> Um nome acima de todo nome. <\/strong>Cristo recebeu de Deus Pai \u201cum nome que \u00e9 sobre todo o nome\u201d (Fp 2.9b). Na B\u00edblia, o nome carrega o sentido de car\u00e1ter e autoridade. Dessa forma, dizer que Cristo recebeu um nome sobre-excelente, a Escritura afirma que nenhuma autoridade, seja vis\u00edvel ou invis\u00edvel, se compara ao seu poder e posi\u00e7\u00e3o (Ef 1.21a). Isso significa que Cristo foi exaltado acima de toda emin\u00eancia do bem e do mal, e de todo t\u00edtulo que se possa conferir nessa era e no porvir (Ef 1.21b). N\u00e3o existe poder algum que seja maior e nem mesmo igual ao poder de Cristo (I Pe 3.22). Portanto, o nome de Jesus n\u00e3o \u00e9 apenas um s\u00edmbolo de f\u00e9, mas uma fonte real de autoridade espiritual. O Senhor delegou \u00e0 Igreja o uso de seu nome, para curar, libertar, pregar e vencer as for\u00e7as do mal (Mc 16.17,18).<\/li>\n<li><strong>Soberania universal e retorno triunfal.<\/strong>\u00a0A Escritura revela que todas as criaturas se curvar\u00e3o diante do nome de Jesus (Fp 2.10). Essa verdade aponta para a plena soberania de Cristo (At 2.36). A confiss\u00e3o universal de que \u201cJesus Cristo \u00e9 o Senhor\u201d se dar\u00e1 de duas maneiras:\u00a0<em>volunt\u00e1ria<\/em>, por aqueles que creem e servem a Jesus como Salvador (Rm 10.9,10), e,\u00a0<em>compuls\u00f3ria<\/em>, por aqueles que o rejeitaram, mas que o reconhecer\u00e3o em ju\u00edzo (Rm 14.11; Fp 2.11). Hebreus completa a vis\u00e3o escatol\u00f3gica da soberania de Cristo, afirmando que Ele voltar\u00e1 para levar para si os que o esperam (Hb 9.28). Essa vinda ser\u00e1 em gl\u00f3ria, poder e ju\u00edzo (Mt 24.30). Sua gl\u00f3ria ser\u00e1 reconhecida por todos \u2014 para salva\u00e7\u00e3o ou para condena\u00e7\u00e3o. Ele voltar\u00e1, triunfante, para buscar a sua Igreja e reinar eternamente (Jo 14.2,3; Ap 11.15).<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A obra do Filho \u00e9 completa, suficiente e gloriosa &#8211; da humilha\u00e7\u00e3o \u00e0 exalta\u00e7\u00e3o. Ele se humilhou para nos salvar, ofereceu-se em sacrif\u00edcio vic\u00e1rio para nos redimir e foi exaltado para governar eternamente. Como Igreja, somos chamados a viver em comunh\u00e3o com essa verdade, aguardando o retorno do nosso Senhor e Salvador. Vivamos como servos daquEle que nos serviu com sua vida e nos salvou com seu sangue.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fonte: <\/strong>Revista CPAD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 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