{"id":11001,"date":"2025-08-20T10:54:50","date_gmt":"2025-08-20T13:54:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=11001"},"modified":"2025-08-20T10:54:50","modified_gmt":"2025-08-20T13:54:50","slug":"filhos-e-herdeiros","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/filhos-e-herdeiros\/","title":{"rendered":"Filhos e herdeiros"},"content":{"rendered":"<p><strong>EBD \u2013 <\/strong>Jovens<strong> &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 242<\/strong> &#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2025 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 08<\/strong> \u2013 24 de agosto de 2025<\/p>\n<p><strong>TEXTO PRINCIPAL<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAssim que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9s mais servo, mas filho; e, se \u00e9s filho, \u00e9s tamb\u00e9m herdeiro de Deus por Cristo.\u201d\u00a0<strong>(Gl 4.7)<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>LEITURA SEMANAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda-feira &#8211; <\/strong>I Co 13.11<br \/>\nQuando era menino<br \/>\n<strong>Ter\u00e7a-feira &#8211; <\/strong>Gl 4.3<br \/>\nMeninos est\u00e3o sujeitos \u00e0 servid\u00e3o<br \/>\n<strong>Quarta-feira &#8211; <\/strong>Gl 4.5<br \/>\nEm Jesus recebemos a ado\u00e7\u00e3o<br \/>\n<strong>Quinta-feira &#8211; <\/strong>Gl 4.8<br \/>\nDesconhecer a Deus leva \u00e0 idolatria<br \/>\n<strong>Sexta-feira &#8211; <\/strong>Gl 4.14<br \/>\nPaulo foi recebido como um anjo de Deus<br \/>\n<strong>S\u00e1bado \u2014 Gl 4.17<br \/>\n<\/strong>Nosso zelo por Deus<\/p>\n<p><strong>TEXTO B\u00cdBLICO<\/strong><\/p>\n<p>G\u00e1latas 4<\/p>\n<p>1 \u2014\u00a0Digo, pois, que, todo o tempo em que o herdeiro \u00e9 menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo.<br \/>\n2 \u2014\u00a0Mas est\u00e1 debaixo de tutores e curadores at\u00e9 ao tempo determinado pelo pai.<br \/>\n3 \u2014\u00a0Assim tamb\u00e9m n\u00f3s, quando \u00e9ramos meninos, est\u00e1vamos reduzidos \u00e0 servid\u00e3o debaixo dos primeiros rudimentos do mundo;<br \/>\n4 \u2014\u00a0mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,<br \/>\n5 \u2014\u00a0para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a ado\u00e7\u00e3o de filhos.<br \/>\n6 \u2014\u00a0E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos cora\u00e7\u00f5es o Esp\u00edrito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.<br \/>\n7 \u2014\u00a0Assim que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9s mais servo, mas filho; e, se \u00e9s filho, \u00e9s tamb\u00e9m herdeiro de Deus por Cristo.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Vimos na li\u00e7\u00e3o anterior que Paulo tratou a respeito da descend\u00eancia de Abra\u00e3o: todos os que creem em Jesus pela f\u00e9, quer sejam judeus, quer sejam gentios. Nesta li\u00e7\u00e3o, trataremos a respeito da maturidade. \u00c9 ela que faz o herdeiro menino se tornar um herdeiro completo e apto para receber a heran\u00e7a. Ao se colocarem debaixo da Lei, os g\u00e1latas estavam n\u00e3o somente se colocando num caminho de retrocesso para com o Evangelho, mas estavam igualmente renunciando \u00e0 sua maturidade e sua heran\u00e7a em Cristo.<\/p>\n<p><strong>I. HERDEIRO, MAS COMO SE N\u00c3O FOSSE AINDA<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Herdeiro, mas como escravo. <\/strong>Paulo come\u00e7a dizendo que \u201ctodo o tempo em que o herdeiro \u00e9 menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor de tudo\u201d (Gl 4.1). Nesse texto, podemos ver a import\u00e2ncia da maioridade. Ainda que uma crian\u00e7a fosse considerada herdeira, n\u00e3o \u00e9 diferente de um escravo enquanto n\u00e3o atingir a maioridade. \u00c0 medida que a crian\u00e7a vai crescendo e se desenvolvendo, ela vai se tornando menos dependente do aio (daquele que a conduz e que exerce sobre ela uma tutela, uma guarda). A crian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 uma escrava, mas \u00e9 \u201cconsiderada\u201d como se fosse, em rela\u00e7\u00e3o a heran\u00e7a, at\u00e9 que atinja a maturidade.<br \/>\nPaulo comenta que o herdeiro, enquanto menino, por mais que seja dono de tudo, n\u00e3o tem acesso \u00e0 heran\u00e7a e n\u00e3o possui diferen\u00e7a de um escravo. Falta a ele a maturidade que s\u00f3 o tempo poder\u00e1 trazer. Um comentarista diz que aquela crian\u00e7a era chamada de \u201cjovem senhor\u201d, sendo \u201csenhor\u201d porque um dia, na maioridade, poderia usufruir dos bens e direitos que lhe seriam entregues, e \u201cjovem\u201d para n\u00e3o se esquecer que sua hora n\u00e3o havia chegado e se colocar no seu lugar. Mas a hora da sua maioridade chegaria, e ele poderia usufruir dos seus bens e t\u00edtulos.<br \/>\nA fun\u00e7\u00e3o da Lei era conduzir as pessoas a Cristo, da mesma forma que o aio conduzia a crian\u00e7a at\u00e9 a escola e se responsabilizava pela sua educa\u00e7\u00e3o (Gl 4.3).<\/li>\n<li><strong>Na plenitude dos tempos. <\/strong>O momento da hist\u00f3ria humana em que Deus interveio para transformar uma promessa em um fato consumado \u00e9 chamado de \u201cplenitude dos tempos\u201d. Nesse per\u00edodo espec\u00edfico, Deus enviou a Jesus, e o ap\u00f3stolo ainda refor\u00e7a: \u201cnascido de mulher, nascido sob a lei\u201d (Gl 4.4). Essas duas coloca\u00e7\u00f5es t\u00eam import\u00e2ncia pois, mostram n\u00e3o somente a humanidade de Jesus, mas igualmente o fato de que por ter nascido sob a Lei e t\u00ea-la cumprido at\u00e9 a morte, seu sacrif\u00edcio foi \u00fanico e perfeito, colocando a salva\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel a todos que creem, independentemente da sua cultura de origem.<br \/>\nPaulo destaca que foi Deus que enviou seu Filho do C\u00e9u para este mundo. Essa vinda fazia parte da promessa dada a Abra\u00e3o, de que nele, todas as fam\u00edlias seriam benditas. A b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus n\u00e3o estaria restrita aos descendentes de Abra\u00e3o que guardavam a Lei. Essa b\u00ean\u00e7\u00e3o seria dada, pela f\u00e9, aos que cressem no sacrif\u00edcio de Jesus.<\/li>\n<li><strong>Remir os que estavam debaixo da Lei. <\/strong>A vinda de Jesus foi para remir os que estavam debaixo da Lei. Remir \u00e9 comprar novamente. Paulo aqui nos mostra que as a\u00e7\u00f5es de Deus sempre t\u00eam um prop\u00f3sito. Nessa remiss\u00e3o Jesus pagou a nossa d\u00edvida, e com seu sangue, nos comprou para Deus (Ap 5.9).<br \/>\nCerto estudioso comentou que os judeus dos tempos de Jesus, de forma geral consideravam a Lei como \u201cum capataz cujas ordens precisavam ser obedecidas por temor \u00e0 penalidade decorrente da infra\u00e7\u00e3o\u201d. Ela \u00e9 o <em>paidagogos<\/em>, respons\u00e1vel por preparar e levar as crian\u00e7as de uma fam\u00edlia para a escola, onde seriam entregues ao \u201cmestre-escola\u201d. Uma vez entregue as crian\u00e7as ao mestre-escola, a responsabilidade do\u00a0<em>paidagogos<\/em> estava conclu\u00edda. Nada mais h\u00e1 de ser feito por ele.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>II. A NOSSA POSI\u00c7\u00c3O EM DEUS<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Somos filhos e herdeiros. <\/strong>Antes os g\u00e1latas serviam aos \u00eddolos, pois n\u00e3o conheciam a Deus. Mas agora, eles haviam sido salvos, e n\u00e3o foram deixados \u00e0 pr\u00f3pria sorte. Eles foram recebidos como filhos (Gl 4.6). Paulo prossegue dizendo que somos filhos e herdeiros, coisa que um escravo n\u00e3o \u00e9. Pelo Esp\u00edrito Santo, os gentios poderiam chamar Deus de \u201cpaizinho\u201d, n\u00e3o uma express\u00e3o que remonte a ideia de um diminutivo, mas sim de intimidade. Os gentios agora, em Cristo, obedecem a Deus para agrad\u00e1-lo, e n\u00e3o porque podem ser punidos, como os \u00eddolos faziam com aqueles que os adoravam.<br \/>\nMas essa nova posi\u00e7\u00e3o para os g\u00e1latas estava sendo abalada: \u201ccomo tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos\u201d (Gl 4.9,10).<\/li>\n<li><strong>Guardando preceitos e regras. <\/strong>Eles eram filhos e herdeiros de Deus pela f\u00e9, mas observando a Lei de Mois\u00e9s, estavam como que voltando \u00e0 \u00e9poca em que serviam a \u00eddolos. Mais que isso, eles passaram a se preocupar com a guarda das festas hebraicas e os dias santos, uma regra para que a cultura judaica fosse prolongada entre os gentios. Eles aprenderam com os judaizantes a guardar rituais que se iniciavam com datas importantes do juda\u00edsmo. O que comer, o que n\u00e3o comer, n\u00e3o deixar de celebrar tal data. Na pr\u00e1tica, pouca diferen\u00e7a tinha o legalismo do paganismo, dos \u00eddolos que antes os g\u00e1latas adoravam.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 nenhum impedimento em se guardar um dia para a adora\u00e7\u00e3o a Deus. Os hebreus tinham seu pr\u00f3prio calend\u00e1rio, e dele se valiam para n\u00e3o descumprir os mandamentos. Guardamos o domingo pois foi nele que Jesus ressuscitou, vencendo a morte e nos garantindo que seremos vitoriosos com Ele nesse mesmo aspecto. Mas a guarda de datas e dias como um misticismo n\u00e3o \u00e9 o que Deus tem para n\u00f3s.<br \/>\nH\u00e1 algum problema em se seguir regras? De forma alguma. As regras nos ajudam a saber como nos portar em diferentes contextos e trazem organiza\u00e7\u00e3o. No trabalho ou nos estudos, regras como cumprir hor\u00e1rios e estar fazendo as suas atividades no departamento onde se trabalha ou na sala onde a aula vai acontecer, ajudam na organiza\u00e7\u00e3o e no bom relacionamento. Mas quando o comprimento de regras se torna o referencial de espiritualidade, tal ideia n\u00e3o \u00e9 correta, como no caso dos g\u00e1latas.<\/li>\n<li><strong>Fraqueza de Paulo quando esteve com os g\u00e1latas. <\/strong>Paulo relembra seus leitores que esteve com eles em fraqueza, uma forma de dizer que estava acometido de uma enfermidade. E por que ele faz isso? Diferente de pessoas que ensinam que quem serve a Deus n\u00e3o pode ficar doente, ou se est\u00e1, \u00e9 porque cometeu algum pecado ou porque n\u00e3o tem f\u00e9, Paulo nos permite entender que estamos sujeitos \u00e0s mazelas deste \u201ccorpo de humilha\u00e7\u00e3o\u201d (Fp 3.21). Ele acrescenta: \u201cE n\u00e3o rejeitastes, nem desprezastes isso que era uma tenta\u00e7\u00e3o na minha carne\u201d (Gl 4.14). Os g\u00e1latas tinham um cora\u00e7\u00e3o aparentemente disposto \u00e0 generosidade e \u00e0 miseric\u00f3rdia, tanto que \u201cse poss\u00edvel fora, arrancar\u00edeis os olhos, e mos dar\u00edeis\u201d (Gl 4.15) A receptividade dos g\u00e1latas foi relembrada para mostrar que Paulo n\u00e3o lhes era um oponente. Ele tinha gratid\u00e3o pelos g\u00e1latas.<br \/>\nA gra\u00e7a de Deus, pregada pelo ap\u00f3stolo, foi suficiente n\u00e3o s\u00f3 para alcan\u00e7ar seus ouvintes, mas igualmente poderosa para que eles recebessem a Paulo como um mensageiro de Deus, mesmo quando estava adoecido. E os judaizantes estavam se aproveitando dessa boa vontade dos g\u00e1latas para semear entre eles a desobedi\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>III. <\/strong><strong>MATURIDADE E RESPONSABILIDADE<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Inimigo fala a verdade? <\/strong>\u00c9 poss\u00edvel que os judaizantes estivessem ensinando que Paulo era um inimigo dos g\u00e1latas por falar daquela forma com eles. Mas o ap\u00f3stolo o fazia com o cora\u00e7\u00e3o de um verdadeiro pastor, n\u00e3o como um aventureiro. Ele falava a verdade em amor. O questionamento do ap\u00f3stolo sobre a sua forma de falar com os leitores deixa claro a diferen\u00e7a entre ser um bajulador e ser um mestre que se preocupa n\u00e3o com o que pode receber, mas com o que pode entregar.<\/li>\n<li><strong> O zelo inconveniente. <\/strong>Nem toda demonstra\u00e7\u00e3o de zelo \u00e9 do Esp\u00edrito. \u00c9 poss\u00edvel que haja na igreja pessoas que apresentam o que seria tido por um comportamento aceit\u00e1vel diante de Deus, mas sem o aval dEle. O zelo dos judaizantes n\u00e3o era espiritual, mas religioso, e esses dois zelos s\u00e3o diferentes. O zelo espiritual se preocupa com a vida espiritual das pessoas de uma congrega\u00e7\u00e3o, ao passo que o zelo religioso se prende ao formato como a religi\u00e3o \u00e9 manifesta. Eles queriam aumentar a sua influ\u00eancia entre os g\u00e1latas demonstrando um zelo religioso, e isso era contr\u00e1rio ao Evangelho: \u201cEles t\u00eam zelo por v\u00f3s, n\u00e3o como conv\u00e9m; mas querem excluir-vos, para que v\u00f3s tenhais zelo por eles\u201d (Gl 4.17). O zelo dos judaizantes era inconveniente.<br \/>\nPaulo era contr\u00e1rio ao zelo espiritual? De forma alguma. Ele diz: \u201c\u00c9 bom ser zeloso, mas sempre do bem e n\u00e3o somente quando estou presente convosco\u201d (Gl 4.18). Ele n\u00e3o estava ali com os g\u00e1latas, mas demonstrava, mesmo \u00e0 dist\u00e2ncia, o zelo espiritual que marcava o seu minist\u00e9rio.<\/li>\n<li><strong>A maioridade exige responsabilidades.<\/strong> Crescer implica ter responsabilidades. Uma pessoa que atinge a maioridade tem obriga\u00e7\u00f5es das quais n\u00e3o pode se esquivar. \u00c9 poss\u00edvel que uma pessoa tenha direito \u00e0 heran\u00e7a, mas n\u00e3o possa possu\u00ed-la devido \u00e0 idade. Os g\u00e1latas j\u00e1 tinham conhecido Jesus, e com o Senhor, a maturidade. Agora estavam se colocando como crian\u00e7as, sendo guiados pela Lei, e considerados sem acesso \u00e0 heran\u00e7a. A maturidade tem por preceito a diferencia\u00e7\u00e3o da infantilidade. Um adulto n\u00e3o pode agir como crian\u00e7a, como se precisasse passar por todo o processo de crescimento e amadurecimento. De um adulto se espera diversas caracter\u00edsticas, como: intelig\u00eancia, experi\u00eancia, responsabilidade por seus atos, seriedade e conhecimento. N\u00e3o esperamos isso de uma crian\u00e7a, que ainda est\u00e1 em desenvolvimento e n\u00e3o possui essas compet\u00eancias.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Nesta li\u00e7\u00e3o, vimos que Paulo faz uma compara\u00e7\u00e3o entre o herdeiro crian\u00e7a e o herdeiro que j\u00e1 atingiu a maioridade e mostra a import\u00e2ncia de se ter o zelo correto para com as coisas de Deus e as pessoas de Deus. Ele mostra o zelo espiritual que caracterizava o seu minist\u00e9rio, e que a maturidade tem suas responsabilidades, n\u00e3o sendo, portanto, compat\u00edvel a uma pessoa madura agir como uma crian\u00e7a para com as coisas de Deus.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fonte: <\/strong>Editora CPAD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EBD \u2013 Jovens &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 242 &#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2025 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O \u2013 08 \u2013 24 de agosto de 2025 TEXTO PRINCIPAL \u201cAssim que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9s mais servo, mas filho; e, se \u00e9s filho, \u00e9s tamb\u00e9m herdeiro de Deus por Cristo.\u201d\u00a0(Gl 4.7). 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