{"id":10871,"date":"2025-06-16T11:28:33","date_gmt":"2025-06-16T14:28:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=10871"},"modified":"2025-06-16T11:28:33","modified_gmt":"2025-06-16T14:28:33","slug":"do-julgamento-a-ressurreicao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/do-julgamento-a-ressurreicao\/","title":{"rendered":"Do julgamento \u00e0 ressurrei\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-6090 alignleft\" src=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-298x300.jpg\" alt=\"\" width=\"143\" height=\"144\" srcset=\"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-298x300.jpg 298w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/Logotipo-EBD-2.jpg 390w\" sizes=\"auto, (max-width: 143px) 100vw, 143px\" \/><\/a>EBD \u2013 <\/strong>Adultos &#8211; <strong>EDI\u00c7\u00c3O: 687<\/strong> &#8211; 2\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2025 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O &#8211; 12<\/strong> \u2013 22 de junho de 2025<\/p>\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><\/p>\n<p>\u201cE, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Est\u00e1 consumado. E, inclinando a cabe\u00e7a, entregou o esp\u00edrito.\u201d\u00a0<strong>(Jo 19.30)<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n<p>Na cruz, Jesus triunfou sobre o pecado; na Ressurrei\u00e7\u00e3o, conquistou a vit\u00f3ria sobre a Morte.<\/p>\n<p><strong>LEITURA DI\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda-feira<\/strong> \u2014 Jo 16.1-6<br \/>\nUma mensagem de despedida antes de enfrentar a Cruz<br \/>\n<strong>Ter\u00e7a-feira<\/strong> \u2014 Jo 16.16<br \/>\nA aus\u00eancia de Jesus traria um per\u00edodo de tristeza<br \/>\n<strong>Quarta-feira<\/strong> \u2014 Jo 17.14-23<br \/>\nOra\u00e7\u00e3o para o fortalecimento dos disc\u00edpulos<br \/>\n<strong>Quinta-feira<\/strong> \u2014 Jo 18.1-14<br \/>\nA pris\u00e3o de Jesus no Jardim do Gets\u00eamani<br \/>\n<strong>Sexta-feira<\/strong> \u2014 Jo 19.12-16<br \/>\nA condena\u00e7\u00e3o de Jesus por Pilatos<br \/>\n<strong>S\u00e1bado<\/strong> \u2014 Jo 19.17-19,28-30,38-42<br \/>\nJesus foi crucificado, morto e sepultado<\/p>\n<p><strong>LEITURA B\u00cdBLICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o 19<\/strong><\/p>\n<p>17 \u2014\u00a0E, levando ele \u00e0s costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calv\u00e1rio, que em hebraico se chama G\u00f3lgota,<br \/>\n18 \u2014\u00a0onde o crucificaram, e, com ele, outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio.<\/p>\n<p>28 \u2014\u00a0Depois, sabendo Jesus que j\u00e1 todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede.<br \/>\n29 \u2014\u00a0Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja e, pondo-a num hissopo, lha chegaram \u00e0 boca.<br \/>\n30 \u2014\u00a0E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Est\u00e1 consumado. E, inclinando a cabe\u00e7a, entregou o esp\u00edrito.<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o 20<\/strong><\/p>\n<p>6 \u2014\u00a0Chegou, pois, Sim\u00e3o Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no ch\u00e3o os len\u00e7\u00f3is<br \/>\n7 \u2014\u00a0e que o len\u00e7ol que tinha estado sobre a sua cabe\u00e7a n\u00e3o estava com os len\u00e7\u00f3is, mas enrolado, num lugar \u00e0 parte.<br \/>\n8 \u2014\u00a0Ent\u00e3o, entrou tamb\u00e9m o outro disc\u00edpulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu.<br \/>\n9 \u2014\u00a0Porque ainda n\u00e3o sabiam a Escritura, que diz que era necess\u00e1rio que ressuscitasse dos mortos.<br \/>\n10 \u2014\u00a0Tornaram, pois, os disc\u00edpulos para casa.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Nesta li\u00e7\u00e3o, iremos abordar a pris\u00e3o, a condena\u00e7\u00e3o, a crucifica\u00e7\u00e3o, a morte, o sepultamento e a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus. Estes eventos demonstram o cumprimento da miss\u00e3o do nosso Salvador. Toda essa miss\u00e3o pode ser resumida na frase: \u201cEst\u00e1 consumado\u201d. A obra de Cristo no Calv\u00e1rio e a sua Ressurrei\u00e7\u00e3o constituem a base da esperan\u00e7a crist\u00e3.<\/p>\n<p><strong>I \u2013 <\/strong><strong>\u00a0A PRIS\u00c3O E A CONDENA\u00c7\u00c3O DE JESUS<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. A pris\u00e3o. <\/strong>Nos cap\u00edtulos 17 e 18 deste Evangelho, ap\u00f3s ter proferido o seu \u00faltimo discurso aos disc\u00edpulos e os ter preparado para a trai\u00e7\u00e3o de Judas Iscariotes, Jesus atravessou o ribeiro de Cedrom e fez uma paragem no Jardim do Gets\u00eamani. Este jardim era tamb\u00e9m conhecido como \u201co Monte das Oliveiras\u201d, devido \u00e0 grande quantidade de oliveiras que ali existia. Naquela madrugada, o ambiente neste local parecia carregado de tristeza e ang\u00fastia. Os soldados romanos e os membros da guarda do sumo sacerdote foram guiados por Judas Iscariotes at\u00e9 ao local onde Jesus se encontrava com os seus disc\u00edpulos. Tendo concordado com a trai\u00e7\u00e3o em troca de 30 moedas de prata, o traidor identificou Jesus com um beijo trai\u00e7oeiro, indicando aos soldados romanos quem Ele era, levando \u00e0 sua pris\u00e3o e conduzindo-o at\u00e9 An\u00e1s, o sumo sacerdote, para ser interrogado. Em seguida, depois de ter sido agredido, o nosso Senhor foi levado perante o governador Pilatos (18.28 \u2014 19.6).<br \/>\n<strong>2. O interrogat\u00f3rio. <\/strong>De in\u00edcio, Pilatos questiona a acusa\u00e7\u00e3o feita pelos judeus. Jesus fora detido durante a madrugada e, ao amanhecer, depois de ter passado pela casa de Caif\u00e1s, o sumo sacerdote, os judeus preferiram que a condena\u00e7\u00e3o viesse do governador Pilatos. Assim, levaram Jesus at\u00e9 ele, apesar de este preferir que fossem os pr\u00f3prios judeus a julgar Jesus conforme as leis judaicas (Jo 18.28,31). Por sua vez, Pilatos, na tentativa de aliviar a press\u00e3o pol\u00edtica dos judeus, cedeu \u00e0 hostilidade deles e decidiu colocar Jesus ao lado de Barrab\u00e1s (18.38-40). Este \u00faltimo era um criminoso not\u00f3rio e escolheram libert\u00e1-lo em vez de desistirem da crucifica\u00e7\u00e3o de Jesus. O \u00f3dio religioso do povo era t\u00e3o intenso que eles n\u00e3o conseguiam ver nada que pudesse impedir a condena\u00e7\u00e3o de Jesus.<br \/>\n<strong>3. A condena\u00e7\u00e3o.<\/strong>\u00a0Pilatos mandou que Jesus fosse a\u00e7oitado e, posteriormente, os soldados romanos, para o humilh\u00e1-lo ainda mais, colocaram sobre a sua cabe\u00e7a uma \u201ccoroa de espinhos afiados\u201d, provocando-lhe ferimentos e fazendo o sangue escorrer pelo seu rosto. Essa era uma maneira de escarnecer da sua suposta realeza. O instrumento utilizado para os castigos era um chicote com tiras de couro afiadas, que tinham peda\u00e7os de ossos ou pedras cortantes na ponta. Jesus foi ferido e teve a sua carne dilacerada pelos golpes (Jo 19.1,2). Nesse momento, nosso Senhor assumiu as nossas enfermidades e dores; foi afligido e oprimido, foi castigado pelas nossas transgress\u00f5es e iniquidades; cumprindo assim a profecia do profeta Isa\u00edas (Is 53.4,5).<\/p>\n<p><strong>II \u2013 <\/strong><strong>CRUCIFICA\u00c7\u00c3O, MORTE E SEPULTAMENTO DE JESUS<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. O caminho do Calv\u00e1rio. <\/strong>Ap\u00f3s a tentativa de Pilatos evitar a crucifica\u00e7\u00e3o e libertar Jesus, n\u00e3o conseguiu impedir o castigo mais severo. Finalmente, no vers\u00edculo 16, l\u00ea-se: \u201cEnt\u00e3o, entregou-lho, para que fosse crucificado\u201d (Jo 19.16). Sob os a\u00e7oites dos soldados, Jesus carregava a sua cruz at\u00e9 chegar ao G\u00f3lgota, local conhecido como \u201cLugar da Caveira\u201d, devido \u00e0 forma que o monte apresentava. Em Jo\u00e3o 19.18, menciona-se que o \u201cG\u00f3lgota\u201d era um lugar p\u00fablico onde as pessoas podiam testemunhar o horr\u00edvel drama ao qual os soldados romanos submetiam os condenados. Nos Evangelhos Sin\u00f3ticos (Mateus, Marcos e Lucas), foram registrados detalhes sobre os eventos durante a crucifica\u00e7\u00e3o do Senhor. Ao lado de Jesus, \u00e0 sua esquerda e \u00e0 sua direita, estavam dois outros homens acusados como criminosos (Lc 23.40-43), sendo que Lucas narra o arrependimento de um deles enquanto o outro zombava de Jesus. \u00c9 curioso notar que o profeta Isa\u00edas tamb\u00e9m mencionou isso anteriormente, no cap\u00edtulo 53.12, afirmando que ele \u201cfoi contado com os transgressores\u201d.<br \/>\n<strong>2. A miss\u00e3o foi encerrada. <\/strong>Como homem, Jesus experimentou a sede, que foi a sua \u00faltima necessidade humana, antes de morrer na cruz. A sua sede f\u00edsica foi moment\u00e2nea e aliviada por uma esponja, que n\u00e3o continha \u00e1gua, mas vinagre, oferecida pelos soldados romanos. Ao pedir \u201c\u00e1gua para saciar sua sede\u201d, nosso Senhor tinha plena consci\u00eancia de que a Escritura estava se cumprindo e que aquele momento final \u201ccomo homem\u201d se aproximava. Assim, ciente de que sua miss\u00e3o na Terra estava completada (v.28), n\u00e3o hesitou em proclamar a vit\u00f3ria do plano divino ao afirmar: \u201cEst\u00e1 consumado!\u201d (Jo 19.30). A obra de Jesus estava conclu\u00edda. O seu grito n\u00e3o era de derrota, mas sim uma declara\u00e7\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o de uma tarefa confiada pelo Pai.<br \/>\n<strong>3. O Sepultamento.<\/strong>\u00a0No vers\u00edculo 38, aparece um homem que admirava Jesus e era um disc\u00edpulo discreto e reservado, chamado Jos\u00e9 de Arimateia. Ele fazia parte do Sin\u00e9drio (Mc 15.43) e era uma pessoa abastada (Mt 27.57). Devido ao temor que tinha dos judeus, mantinha-se afastado dos disc\u00edpulos, mas conseguiu vencer esse medo ao reunir coragem para se dirigir a Pilatos e solicitar o corpo de Jesus para o sepultamento (Jo 19.42). A informa\u00e7\u00e3o contida no texto sugere que o t\u00famulo onde Jesus foi sepultado n\u00e3o ficava longe do Monte do Calv\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>III \u2013 <\/strong><strong>A RESSURREI\u00c7\u00c3O DE JESUS<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. O t\u00famulo vazio. <\/strong>Na manh\u00e3 do primeiro dia da semana (domingo), ocorreu um terremoto na \u00e1rea do sepulcro, e um anjo de Deus deslocou a pedra, sentando-se sobre ela (Mt 28.2). Foi nesse instante que Jesus ressuscitou do lugar onde o seu corpo se encontrava. O t\u00famulo ficou vazio, servindo como uma evid\u00eancia clara da ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus dentre os mortos. No Evangelho de Jo\u00e3o, \u00e9 relatado que, ap\u00f3s o s\u00e1bado judaico, Maria Madalena dirigiu-se ao sepulcro (Jo 20.1), acompanhada por Maria, m\u00e3e de Tiago, e Salom\u00e9 (Mc 16.1-3), com a inten\u00e7\u00e3o de ungir o corpo de Jesus. Ao chegarem l\u00e1, a pedra j\u00e1 tinha sido retirada (Mc 16.4) e ao entrarem no sepulcro escavado na rocha, n\u00e3o encontraram o corpo de Jesus. O t\u00famulo estava vazio.<br \/>\n<strong>2. A ressurrei\u00e7\u00e3o como base da f\u00e9 crist\u00e3. <\/strong>Em sua abordagem sobre a import\u00e2ncia da Ressurrei\u00e7\u00e3o, o ap\u00f3stolo Paulo dirigiu-se aos cor\u00edntios afirmando que \u201cCristo ressuscitou dos mortos\u201d e que, se essa afirma\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse verdadeira, a nossa f\u00e9 e a nossa mensagem seriam in\u00fateis (I Co 15.12-14). Existem pelo menos duas raz\u00f5es para crermos na ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor. A primeira baseia-se nas palavras de Jesus que afirmara ser necess\u00e1rio que Ele ressuscitasse dentre os mortos (Jo 20.9). A segunda raz\u00e3o \u00e9 o fato de Pedro e Jo\u00e3o terem verificado que Jesus j\u00e1 n\u00e3o estava no sepulcro quando souberam do t\u00famulo vazio (20.6,7). No entanto, quando Maria Madalena olhou novamente para dentro do t\u00famulo e viu dois anjos de Deus que lhe asseguraram que Jesus estava vivo, ela n\u00e3o conseguiu imaginar que seria a primeira pessoa a contemplar Jesus de forma gloriosa (Jo 20.11-17). Ele a instruiu para comunicar aos disc\u00edpulos que Ele estava vivo e que brevemente teriam a oportunidade de v\u00ea-lo tamb\u00e9m (20.18,19).<br \/>\n<strong>3. O Cristo ressurreto quebra a incredulidade.<\/strong>\u00a0Apesar do receio e da incredulidade de alguns dos disc\u00edpulos, mesmo ap\u00f3s ouvirem o testemunho de Pedro e Jo\u00e3o, e em especial, de Maria Madalena, que viu Jesus e falou com Ele pessoalmente, Jesus apareceu entre os disc\u00edpulos no primeiro dia da semana. Ele surgiu no meio deles e disse: \u201cPaz seja convosco!\u201d (Jo 20.19). Em outras ocasi\u00f5es, nosso Senhor tamb\u00e9m se manifestou aos disc\u00edpulos antes da sua ascens\u00e3o ao c\u00e9u (Jo 21.1,2). A Pedro e a alguns outros que o seguiam, Jesus revelou-se novamente e realizou o milagre da pesca abundante (Jo 21.3-11), uma prova do poder do Cristo ressuscitado. Seria imposs\u00edvel permanecer incr\u00e9dulo depois de testemunhar o Cristo que venceu a morte.<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor Jesus \u00e9 o evento mais significativo do Novo Testamento. Este acontecimento concretiza a nossa esperan\u00e7a na Ressurrei\u00e7\u00e3o do Corpo, tal como est\u00e1 expresso no Credo Apost\u00f3lico, um importante documento da tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3: \u201cCreio na ressurrei\u00e7\u00e3o da carne\u201d. Assim, \u00e0 luz deste fato, somos encorajados a manter a nossa f\u00e9, pois depositamos a nossa esperan\u00e7a naquEle que triunfou sobre a morte de forma definitiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fonte: <\/strong>Revista CPAD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EBD \u2013 Adultos &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 687 &#8211; 2\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2025 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O &#8211; 12 \u2013 22 de junho de 2025 TEXTO \u00c1UREO \u201cE, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Est\u00e1 consumado. E, inclinando a cabe\u00e7a, entregou o esp\u00edrito.\u201d\u00a0(Jo 19.30). 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