{"id":10282,"date":"2024-07-09T10:04:00","date_gmt":"2024-07-09T13:04:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=10282"},"modified":"2024-07-09T10:04:00","modified_gmt":"2024-07-09T13:04:00","slug":"como-viveremos-na-babilonia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/como-viveremos-na-babilonia\/","title":{"rendered":"Como viveremos na Babil\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><strong>EBD \u2013 <\/strong>Jovens<strong> &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 184 <\/strong>&#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2024 &#8211; Editora: CPAD<\/p>\n<p><strong>LI\u00c7\u00c3O \u2013 02 <\/strong>\u2013 14 de julho de 2024<\/p>\n<p><strong>TEXTO PRINCIPAL<\/strong><\/p>\n<p>\u201cProcurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, v\u00f3s tereis paz.\u201d <strong>(Jr 29.7)<\/strong><\/p>\n<p><strong>LEITURA SEMANAL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Segunda-feira<\/strong>\u00a0\u2013 Rm 12.2<br \/>\nN\u00e3o vos conformeis com este mundo<br \/>\n<strong>Ter\u00e7a-feira<\/strong>\u00a0\u2013 Gn 11,1-9<br \/>\nA origem da Babil\u00f4nia<br \/>\n<strong>Quarta-feira\u00a0<\/strong>\u2013 II Tm 1.12<br \/>\nSabemos em quem temos crido<br \/>\n<strong>Quinta-feira\u00a0<\/strong>\u2013 Jo 14.6<br \/>\nJesus, a verdade absoluta<br \/>\n<strong>Sexta-feira\u00a0<\/strong>\u2013 Jr 29.5-7<br \/>\nConselhos para a vida no ex\u00edlio<br \/>\n<strong>S\u00e1bado\u00a0<\/strong>\u2013 Ez 33.10<br \/>\nComo viveremos?<\/p>\n<p><strong>TEXTO B\u00cdBLICO<\/strong><\/p>\n<p>Daniel 1<\/p>\n<p>1 No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Jud\u00e1, veio Nabucodonosor, rei de babil\u00f4nia, a Jerusal\u00e9m, e a sitiou,<br \/>\n2 E o Senhor entregou nas suas m\u00e3os a Jeoaquim, rei de Jud\u00e1, e uma parte dos utens\u00edlios da Casa de Deus, e ele os levou para a terra de Sinar, para a casa do seu deus, e p\u00f4s os utens\u00edlios na casa do tesouro do seu deus.<br \/>\n3 E disse o rei a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real, e dos nobres.<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Ao chegarem a Babil\u00f4nia, os jovens hebreus se depararam com um mundo novo e uma cultura completamente distinta de sua terra natal, A\u00a0civiliza\u00e7\u00e3o babil\u00f4nica, desenvolvida na regi\u00e3o da Mesopot\u00e2mia, destacava-se em diversas \u00e1reas, ficando famosa por ter estabelecido a primeira legisla\u00e7\u00e3o escrita, conhecida como \u201cC\u00f3digo de Hamurabi\u201d. No entanto, era dominada pelo paganismo e pela imoralidade, por isso \u00e9 um s\u00edmbolo b\u00edblico de um sistema reprov\u00e1vel diante de Deus. Dentro desse ambiente, repleto de desafios culturais e morais, como Daniel e seus amigos deveriam viver? A presente li\u00e7\u00e3o nos permitir\u00e1 compreender que a maneira como eles encaravam a cidade, mantendo-se fi\u00e9is aos princ\u00edpios que aprenderam em Jud\u00e1, desempenhou um papel fundamental na constru\u00e7\u00e3o de um testemunho s\u00f3lido ao longo de sua jornada no ex\u00edlio.<\/p>\n<p><strong>I \u2013 A CHEGADA DE DANIEL E SEUS AMIGOS NA BABIL\u00d4NIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- Deportados para uma terra estranha.<\/strong>\u00a0Os judeus foram deportados para o ex\u00edlio babil\u00f4nio em tr\u00eas levas (605, 597 e 586 a.C). No primeiro grupo estavam alguns israelitas de origem nobre. Usando uma estrat\u00e9gia comum na antiguidade, o objetivo de Nabucodonosor era trein\u00e1-los para ocuparem posi\u00e7\u00f5es importantes e servirem ao reino dos conquistadores. Dentre os requisitos, esses rapazes deveriam ser \u201csem nenhum defeito, de boa apar\u00eancia, s\u00e1bios, instru\u00eddos, versados no conhecimento e que fossem competentes para servirem no pal\u00e1cio real\u201d (Dn 1.4). Em outras palavras, eles haviam de ser fisicamente saud\u00e1veis, esteticamente bonitos e intelectualmente inteligentes, e tamb\u00e9m dotados de cultura geral e de sabedoria pr\u00e1tica para a vida no pal\u00e1cio. Que lista de qualidades!<br \/>\n<strong>2- Jovem Daniel e seus companheiros.<\/strong>\u00a0Daniel fazia parte desse grupo, juntamente com Hananias, Misael e Azarias.\u00a0Daniel\u00a0descendia de uma fam\u00edlia da aristocracia, talvez at\u00e9 mesmo pertencesse \u00e0 linhagem real de Jud\u00e1. Nessa \u00e9poca, tinha provavelmente entre quatorze e dezoito anos de idade. Voc\u00ea pode imaginar o que se passava na cabe\u00e7a desses jovens? Eles estavam cheios de virtudes e sonhos, com grandes expectativas sobre o futuro em Jerusal\u00e9m, e agora foram arrancados abruptamente da comodidade do lar. De uma hora para outra suas vidas mudaram de percurso. Ainda que fossem piedosos e tementes a Deus, tiveram de enfrentar o sofrimento e a vergonha de serem levados como escravos de um rei ambicioso e cruel. A terra natal havia sido devastada, os muros derrubados, o Templo destru\u00eddo, amigos e familiares assassinados por ocasi\u00e3o da invas\u00e3o (II Cr 36.6-20; Lm 5). Todavia, n\u00e3o deixaram se abater pelas circunst\u00e2ncias da sua vida, pois sabiam que tudo decorria da benevol\u00eancia de Deus.<br \/>\n<strong>3- O sofrimento do justo.\u00a0<\/strong>A hist\u00f3ria de\u00a0Daniel\u00a0e seus amigos nos faz recordar que os justos podem passar por prova\u00e7\u00f5es. O sofrimento \u00e9 uma parte comum da experi\u00eancia humana e n\u00e3o poupa aqueles que temem ao Senhor (Ec 9.2), No Novo Testamento,\u00a0Paulo\u00a0e Tiago expressam essa verdade (Rm 5.3,4: Tg 12,3). Foi com fundamento nesse tipo de entendimento que Daniel e seus amigos n\u00e3o ousaram reclamar de Deus. N\u00e3o buscaram vingan\u00e7a ou retalia\u00e7\u00e3o, mas procuraram ser canal de b\u00ean\u00e7\u00e3o onde se encontravam. Embora novos, tinham a mente madura o suficiente para n\u00e3o adotarem uma postura de amargura e vitimismo.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>II \u2013 A IMPONENTE BABIL\u00d4NIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- A capital imponente.\u00a0<\/strong>Babil\u00f4nia, localizada \u00e0s margens do\u00a0rio Eufrates, era uma cidade-estado rica e servia como um importante centro comercial entre o Oriente e o Ocidente. Os jovens possivelmente ficaram admirados com a sua grandiosidade, a maior da \u00e9poca, distante cerca de 1500 quil\u00f4metros de Jerusal\u00e9m. Era uma metr\u00f3pole impressionante, conhecida por sua suntuosa arquitetura. A cidade era cercada por uma forte e extensa muralha com milhares de torres. A sua cultura, como a atual, era orientada a imagens e a est\u00e9tica. A cidade se fazia conhecer por seus luxuosos pal\u00e1cios reais e obras de arte, p\u00e1tios e jardins, dentre os quais os jardins suspensos, assim reconhecidos como uma das sete maravilhas do Mundo Antigo. Era f\u00e1cil algu\u00e9m ser seduzido por seu luxo e opul\u00eancia, como ocorre com a m\u00eddia hodierna.<br \/>\n<strong>2- A ostenta\u00e7\u00e3o da cidade.\u00a0<\/strong>Toda a exuber\u00e2ncia das obras arquitet\u00f4nicas era uma forma de representar o poder do imp\u00e9rio, Nabucodonosor queria ostentar sua for\u00e7a e riqueza por meio de coisas materiais e de suas realiza\u00e7\u00f5es, relembrando a funda\u00e7\u00e3o original da cidade (Gn 11.1-9). Os descendentes de No\u00e9 pretendiam construir uma cidade com uma torre t\u00e3o alta que alcan\u00e7aria o c\u00e9u, usando tijolos e betume, uma esp\u00e9cie de piche. Al\u00e9m de n\u00e3o terem consultado ao Senhor, o prop\u00f3sito era a fama e a falsa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a sem Deus. Os homens usaram toda intelig\u00eancia que possu\u00edam e a engenharia da \u00e9poca para construir um edif\u00edcio simplesmente para a sua pr\u00f3pria gl\u00f3ria. Deus, por\u00e9m, n\u00e3o se agradou do empreendimento e, por isso, confundiu as l\u00ednguas e os espalhou pela terra, dando \u00e0 cidade o nome de Babel.<br \/>\n<strong>3- Uma cultura pag\u00e3.\u00a0<\/strong>Os babil\u00f4nios atribu\u00edam grande import\u00e2ncia a sua religi\u00e3o. Acreditavam que os deuses governavam todos os aspectos da vida, desde os assuntos cotidianos at\u00e9 os eventos c\u00f3smicos. Marduque, o seu principal deus, era considerado o patrono da Babil\u00f4nia. Uma das principais portas da cidade era dedicada a lshtar, a deusa da fertilidade, do amor e da guerra, Havia um templo dedicado ao seu culto. A B\u00edblia apresenta Babil\u00f4nia por meio de suas caracter\u00edsticas de idolatria e prostitui\u00e7\u00e3o espiritual. (Na 3.4 Is 23.15, Jr 2.20). A atmosfera da cidade era impregnada pelo paganismo e polite\u00edsmo.<\/p>\n<p><strong>III \u2013 A CULTURA E O ESP\u00cdRITO DA BABIL\u00d4NIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- S\u00edmbolo de oposi\u00e7\u00e3o aos valores divinos.\u00a0<\/strong>Biblicamente, Babil\u00f4nia \u00e9 tanto um lugar geogr\u00e1fico, quanto a representa\u00e7\u00e3o de um sistema reprov\u00e1vel diante de Deus e seus valores espirituais e morais (Ap 14.8, 17.1,2, 18.2,3). Ainda hoje, o esp\u00edrito e a cultura da Babil\u00f4nia permeiam a sociedade, simbolizando rebeli\u00e3o e ideologias mundanas que confrontam a verdade divina. Ela \u00e9 uma met\u00e1fora para a idolatria, paganismo e toda falsidade religiosa, bem como s\u00edmbolo da degenera\u00e7\u00e3o moral, invers\u00e3o de valores, deprava\u00e7\u00e3o e materialismo presentes nos sistemas pol\u00edtico, cultural, midi\u00e1tico e econ\u00f4mico.<br \/>\n<strong>2- A relativiza\u00e7\u00e3o da verdade.\u00a0<\/strong>A principal caracter\u00edstica da cultura da Babil\u00f4nia, com todos os seus reflexos, e a destrui\u00e7\u00e3o da no\u00e7\u00e3o de uma verdade absoluta. Essa foi uma das t\u00e1ticas de Nabucodonosor, conforme sua religiosidade e vis\u00e3o de mundo.\u00a0John Lennox, na obra Contra a Correnteza (CPAD), cita o fato de o monarca ter levado os utens\u00edlios do Templo em Jerusal\u00e9m para a casa do tesouro das suas divindades na Babil\u00f4nia (Dn 1.2). Para os hebreus os objetos de ouro possu\u00edam enorme valor espiritual feitos por ades\u00e3o que amavam a Deus, representavam uma rela\u00e7\u00e3o do povo com o Senhor, e apontavam para a sua santidade e gl\u00f3ria. Contudo, ao serem transportados para a Babil\u00f4nia, tais utens\u00edlios passaram a representar somente uma conquista de guerra, da mesma forma que qualquer outro artefato, Os s\u00edmbolos projetados para indicar o \u00fanico e verdadeiro Deus, o Criador do c\u00e9u e da terra, foram postos no mesmo n\u00cdvel.de s\u00edmbolos de culto de outros deuses. Assim como Nabucodonosor estava rebaixando os valores e referenciais divinos absolutos, a sociedade p\u00f3s-moderna tem transformado os tesouros espirituais em coisas sem valor divino, dentro do mercado religioso.<br \/>\n<strong>3- A religi\u00e3o que conduz \u00e0 imortalidade.\u00a0<\/strong>As falsas religi\u00f5es, ao perverterem a verdade, s\u00e3o capazes de destruir valores, conduzindo seus adeptos ou seguidores a um estilo de vida depravado. Essa verdade levou o ap\u00f3stolo Pedro a advertir os crist\u00e3os sobre os perigos dos falsos ensinamentos baseados em heresias de perdi\u00e7\u00e3o, pois levam a imoralidade e a outros desvios de conduta (II Pe 2.13,14). Atualmente, \u00e9 poss\u00edvel perceber a volta do paganismo em novas roupagens, mais modernas e \u201cdescoladas \u201c, ganhando espa\u00e7o em filmes, s\u00e9ries, desenhos e jogos. \u00c9 preciso cuidado com o conte\u00fado que voc\u00ea consome, pois as nuances desses falsos deuses antigos continuam presentes no mundo de hoje!<\/p>\n<p><strong>IV \u2013 VIVENDO E TESTEMUNHANDO NA BABIL\u00d4NIA<\/strong><\/p>\n<p><strong>1- Uma cidade para se testemunhar.\u00a0<\/strong>Por qual raz\u00e3o Daniel e seus amigos adotaram uma postura de servi\u00e7o e responsabilidade dentro de uma cidade estrangeira? Porque eles viveram dentro da Babil\u00f4nia, mas n\u00e3o deixaram a Babil\u00f4nia viver dentro deles! Aqueles mo\u00e7os conheciam as admoesta\u00e7\u00f5es do Senhor por meio de Jeremias, sobre como os judeus deveriam viver na terra para onde seriam transportados (Jr 29.5-7). Eles deveriam constituir fam\u00edlia, multiplicarem-se e buscar a paz e a prosperidade da cidade. Deus estava dizendo que enquanto estivessem exilados teriam uma vida normal e produtiva. Foram instru\u00eddos a dar bom testemunho e a contribu\u00edrem para o bem de toda a sociedade, n\u00e3o somente do seu pr\u00f3prio povo.<br \/>\n<strong>2- Testemunhando no mundo.\u00a0<\/strong>Enquanto lugar geogr\u00e1fico, Babil\u00f4nia \u00e9 uma cidade que representa a vida do crist\u00e3o na sociedade. Vivemos em um mundo ca\u00eddo, dominado pelo pecado. Ainda assim, somos chamados a ter uma presen\u00e7a santa, fiel e aben\u00e7oadora, A igreja eleita do Senhor tamb\u00e9m est\u00e1 na Babil\u00f4nia (I Pe 5.13), sem se deixar ser dominada por ela. Afinal, embora o disc\u00edpulo de Cristo tenha a cidadania celestial (Fp 3.2), vivemos como forasteiros nesta terra (I Pe 2.11). Faz parte da responsabilidade do crist\u00e3o zelar pelo desenvolvimento social, como sal da terra e Luz do mundo (Mt 5.13), e mordomos de Deus (Gn 1.26), pois Cristo \u00e9 soberano sobre toda a cria\u00e7\u00e3o (Cl.1.15-19: I Co 1.26).<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Os jovens hebreus tinham conhecimento da maneira como deveriam se portar no ex\u00edlio. Em vez de buscar rebeli\u00e3o e vingan\u00e7a contra os captores, eles deveriam viver normalmente na cidade, buscando a sua paz e prosperidade. Como aqueles jovens, vivemos exilados em um mundo, que embora tenha sido criado por Deus, est\u00e1 sujeito aos efeitos do pecado. Assim como Daniel e seus amigos, somos chamados a viver neste mundo, dando testemunho do nosso compromisso com princ\u00edpios s\u00f3lidos, mesmo quando confrontados com dilemas morais e press\u00f5es externas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pr. Ademilson Braga<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fonte: <\/strong>Editora CPAD<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EBD \u2013 Jovens &#8211; EDI\u00c7\u00c3O: 184 &#8211; 3\u00ba Trimestre &#8211; Ano: 2024 &#8211; Editora: CPAD LI\u00c7\u00c3O \u2013 02 \u2013 14 de julho de 2024 TEXTO PRINCIPAL \u201cProcurai a paz da cidade para onde vos fiz transportar; e orai por ela ao SENHOR, porque, na sua paz, v\u00f3s tereis paz.\u201d (Jr 29.7) LEITURA SEMANAL Segunda-feira\u00a0\u2013 Rm [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,973],"tags":[1282],"class_list":["post-10282","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-e-b-d","category-jovens-cpad","tag-babilonia"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10282","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10282"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10282\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10283,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10282\/revisions\/10283"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10282"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10282"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10282"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}