{"id":1006,"date":"2012-08-02T13:14:06","date_gmt":"2012-08-02T16:14:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/?p=1006"},"modified":"2020-12-23T13:28:28","modified_gmt":"2020-12-23T16:28:28","slug":"a-despensa-vazia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.searadecristo.com.br\/portal\/a-despensa-vazia\/","title":{"rendered":"A Despensa Vazia"},"content":{"rendered":"<p><strong>Li\u00e7\u00e3o-6<\/strong><br \/>\n5 de Agosto de 2012<\/p>\n<p><strong>TEXTO \u00c1UREO<\/strong><br \/>\n\u201cFui mo\u00e7o e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descend\u00eancia a mendigar o p\u00e3o\u201d <strong>(Sl 37.25).<\/strong><\/p>\n<p><strong>VERDADE PR\u00c1TICA<\/strong><br \/>\nMesmo em meio \u00e0 escassez, cremos que o Senhor \u00e9 poderoso para suprir, em gl\u00f3ria, todas as nossas necessidades.<\/p>\n<p><strong>LEITURA DI\u00c1RIA<br \/>\nSegunda &#8211; \u00cax 16.1 5<\/strong><br \/>\nA provis\u00e3o no Antigo Testamento<em><strong><br \/>\n<\/strong><\/em><strong>Ter\u00e7a &#8211; 2 Rs 4.42-44; Jo 6.5-13<\/strong><br \/>\nO Deus que multiplica<strong><br \/>\nQuarta &#8211; 1 Rs 17.8-16<\/strong><br \/>\nO Deus da provis\u00e3o<strong><br \/>\nQuinta &#8211; At 4.32,36,37<\/strong><br \/>\nA provis\u00e3o em o Novo Testamento<strong><br \/>\nSexta &#8211; 2 Co 8.14; Ef 4.28<\/strong><br \/>\nA provis\u00e3o na Igreja do primeiro s\u00e9culo<strong><br \/>\nS\u00e1bado-1 <\/strong>Jo <strong>3.17,18<\/strong><br \/>\nAmando o pr\u00f3ximo<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\nNa li\u00e7\u00e3o de hoje, estudaremos acerca do cuidado do Senhor para conosco e a disposi\u00e7\u00e3o que devemos ter em cuidar e socorrer os necessitados. Ele multiplica nossos recursos, fazendo com<br \/>\nque haja o bastante para todas as nossas car\u00eancias b\u00e1sicas. Sim, Deus utiliza o que temos para<br \/>\nalimentar os famintos (2 Rs 4.42-44). Em o Novo Testamento, o ap\u00f3stolo Jo\u00e3o exorta-nos \u00e0 pr\u00e1tica do amor \u00a0verdadeiro; um sentimento que nos constrange a ser sol\u00edcitos uns com os outros e a buscar o bem dos necessitados (l Jo 3.17,18).<\/p>\n<p><strong>I. LUTANDO CONTRA O IMPREVISTO<br \/>\nA viuvez. <\/strong>Sem dinheiro e uma grande d\u00edvida. Eis a &#8220;heran\u00e7a&#8221; de uma pobre mulher, que fora surpreendida pela repentina morte do esposo, cuja atividade era servir aos profetas do Deus Alt\u00edssimo (2 Rs 4.1). Apesar de fiel, o homem deixou a fam\u00edlia em uma situa\u00e7\u00e3o calamitosa, pois n\u00e3o havia comida em casa nem meios de subsist\u00eancia para a vi\u00fava e os dois filhos. A forma como a mulher dirige-se ao homem de Deus demonstra a sua situa\u00e7\u00e3o desesperadora, pois provavelmente ela n\u00e3o tinha nenhum familiar para auxili\u00e1-la.<br \/>\nN\u00e3o obstante, ela n\u00e3o poderia, passivamente, ver os filhos padecerem de fome e, ainda, correndo o risco de serem levados como escravos como pagamento da d\u00edvida do pai. Por isso, foi buscar ajuda, recorrendo ao profeta Eliseu, pois sabia que, como homem de Deus, poderia interceder por toda a fam\u00edlia. E voc\u00ea, o que faz quando o imprevisto bate \u00e0 sua porta?<br \/>\nDesespera-se ou vai ao Senhor? Ir a Deus significa conversar com Ele e crer em sua provis\u00e3o (SI 147.7-9; At 17.2S).<\/p>\n<p><strong>A d\u00edvida. <\/strong>A B\u00edblia n\u00e3o revela o valor da d\u00edvida deixada pelo falecido, mas o certo \u00e9 que era uma alta soma, pois seria necess\u00e1rio dar os dois filhos do casal como escravos para quitar o d\u00e9bito (2 Rs 4.1). De acordo com a lei, o devedor que n\u00e3o pudesse pagar o seu d\u00e9bito era obrigado a servir ao credor at\u00e9 ao ano do Jubileu (Lv 25.39,40).<br \/>\nO credor estava amparado pela lei; ningu\u00e9m podia repreend\u00ea-Io. N\u00e3o era incomum um israelita vender-se como escravo ou dar algum membro de sua fam\u00edlia para saldar d\u00edvidas (\u00cax 21.7; Ne 5.5). Tal situa\u00e7\u00e3o ensina-nos que \u00e9 preciso pensar no futuro de nossa fam\u00edlia bem como sermos zelosos com as nossas finan\u00e7as, pois caso sobrevenha-nos um imprevisto, os nossos n\u00e3o sofrer\u00e3o determinados constrangimentos.<\/p>\n<p><strong>A solu\u00e7\u00e3o <\/strong>A mulher foi ao encontro de Eliseu, ciente de que, atrav\u00e9s dele, o Todo-Poderoso interviria. A vi\u00fava fez algo incomum, pois raramente as mulheres conversavam com os homens sem serem convidadas. Contudo, aquela pobre vi\u00fava n\u00e3o poderia intimidar-se com as conven\u00e7\u00f5es humanas. A fam\u00edlia dependia dela para sobreviver e ela, igualmente, precisava de ajuda. Foi ent\u00e3o que a pobre mulher decidiu aproximar-se de Eliseu e relatou a sua triste hist\u00f3ria, levando o profeta a encher-se de compaix\u00e3o. Eliseu realiza o milagre da multiplica\u00e7\u00e3o do azeite e, com a venda deste, a vi\u00fava liquida o d\u00e9bito do esposo e tem para si uma reserva financeira (2 Rs 4.1-7). Ainda que n\u00e3o consigamos enxergar, Deus sempre tem uma solu\u00e7\u00e3o nos momentos de ang\u00fastia (SI 50.15).<\/p>\n<p><strong>II. DEUS AGE COM O QUE VOC\u00ca TEM <\/strong><\/p>\n<p><strong>A botija de azeite. <\/strong>Quando Eliseu perguntou \u00e0 vi\u00fava sobre o que ela tinha em casa, a resposta imediata da mulher foi que n\u00e3o havia nada al\u00e9m de uma botija de azeite (2 Rs 4.2). Essa pequena quantidade de azeite era insignificante, mas nas m\u00e3os do Senhor tornou-se muito. Note, o profeta usou o que a mulher tinha em casa.<br \/>\nEliseu orientou-a a pedir vasos emprestados aos vizinhos, todos quantos pudesse pegar. E depois que estivesse com as vasilhas em casa, ela deveria fechar a porta e despejar o azeite nelas. O azeite cessou de jorrar da pequena botija quando n\u00e3o havia mais vasilhas. O Deus que servimos \u00e9 um Deus de milagres. Ele multiplica o pouco que temos (1 Rs 17.14).<\/p>\n<p><strong>A farinha na panela. <\/strong>Ap\u00f3s dizer que haveria seca em Israel (l Rs 17.1), o profeta Elias recebeu a ordem divina de ir \u00e0 Sarepta, porque ali residia uma vi\u00fava que o sustentaria (1 Rs 17.8,9). \u00c9 paradoxal imaginar Elias sendo sustentado por uma mulher vi\u00fava. Entretanto, o Senhor n\u00e3o se esquece dos seus filhos e desejava usar essa situa\u00e7\u00e3o para amparar aquela mulher necessitada, pois Ele trabalha com o pouco que temos. Mesmo sem condi\u00e7\u00f5es, a vi\u00fava preparou uma refei\u00e7\u00e3o para o profeta e este disse que o Senhor Deus n\u00e3o deixaria faltar farinha na panela e nem azeite na botija (1 Rs 17.16).<\/p>\n<p><strong>Cinco p\u00e3es e dois peixes. <\/strong>Cinco p\u00e3es de cevada e dois peixinhos (Jo 6.9) foram suficientes para Jesus alimentar uma grande multid\u00e3o (Jo 6.10). Para o Senhor Jesus o lanche oferecido pelo rapaz era o suficiente, pois ainda sobraram doze cestos cheios de peda\u00e7os de p\u00e3es (Jo 6.13). Mais uma vez vemos Deus multiplicando o pouco que temos. Ele jamais despede os seus filhos de m\u00e3os vazias.<\/p>\n<p><strong>III. A PROVID\u00caNCIA DIVINA <\/strong><\/p>\n<p><strong>No Antigo Testamento. <\/strong>Encontramos a provis\u00e3o divina para alimentar Israel (\u00cax 16.15). Assim, vemos Deus agindo na natureza e em sua cria\u00e7\u00e3o (\u00cax 16.13-21; 1 Rs 17.4-6), operando grandes milagres de multiplica\u00e7\u00e3o (2 Rs 4.1-7). A ocorr\u00eancia desses sinais ensina-nos a depender do Senhor dia ap\u00f3s dia.<\/p>\n<p><strong>Em o Novo Testamento. <\/strong>Al\u00e9m dos milagres para a provis\u00e3o de alimentos, o Novo Testamento apresenta tamb\u00e9m a disposi\u00e7\u00e3o de homens e mulheres em ajudar uns aos outros, repartindo tudo o quanto possu\u00edam (At 4.32-37). Esses irm\u00e3os desfrutavam de um sentimento de unidade, que os levava a vender seus bens trazendo-os para a igreja, a fim de que o valor fosse dividido conforme as necessidades dos santos (At 4.36,37). O que os movia era o amor fraternal que Cristo tanto ensinou (Jo 15.9-17). Aprendamos, pois, com a Igreja do s\u00e9culo I e pratiquemos a generosidade e a verdadeira comunh\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Na atualidade. <\/strong>Deus pode prover alimento para os seus filhos da maneira que Ele quiser, por\u00e9m, convida-nos a fazer parte dessa gloriosa miss\u00e3o que \u00e9 socorrer \u00e0queles que passam por priva\u00e7\u00f5es (Rm 12.9-21). O ap\u00f3stolo Paulo exorta-nos a trabalhar para repartir com aqueles que passam por dificuldades (2 Co 8.14; Ef 4.28), Tiago fala da f\u00e9 sem obras (Tg 2.14-17), e Jo\u00e3o do amor &#8220;s\u00f3 de palavras&#8221; (l Jo 3.16-18). Atrav\u00e9s da nossa vida, Deus deseja sustentar os necessitados. N\u00e3o sejamos negligentes com a nossa nobre miss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p>A hist\u00f3ria do povo de Deus \u00e9 marcada por milagres e provis\u00f5es, pois o Senhor tem cuidado do seu povo e o seu zelo \u00e9 not\u00f3rio. Todavia, n\u00e3o podemos nos esquecer de praticar o amor que o Senhor Jesus nos ensinou (Mc 12.31). O ap\u00f3stolo Paulo deixou um rico ensinamento: &#8220;Ent\u00e3o, enquanto temos tempo, fa\u00e7amos o bem a todos&#8221; (GI 6.10). Deus pode e quer usar a nossa Vida, no al\u00edvio ao sofrimento dos que nos rodeiam. Assistamos ao nosso pr\u00f3ximo como gostar\u00edamos de ser assistidos (1 Jo 3.16-18).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Postado por: <\/strong>Pb. Ademilson Braga<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Li\u00e7\u00e3o-6 5 de Agosto de 2012 TEXTO \u00c1UREO \u201cFui mo\u00e7o e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descend\u00eancia a mendigar o p\u00e3o\u201d (Sl 37.25). VERDADE PR\u00c1TICA Mesmo em meio \u00e0 escassez, cremos que o Senhor \u00e9 poderoso para suprir, em gl\u00f3ria, todas as nossas necessidades. 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